Um filme gracioso mostrado pela superfície. Esperava um pouquinho mais de profundidade, mas tocou em questões importantes como sexualidade, bullying, limitações....um bom filme nacional.
Leo (Lobo) é um adolescente cego que se sente sufocado pelas atenções paternas, demasiado preocupados com cada movimento que ele faz. Sua melhor amiga é Giovana (Amorim), que habitualmente o leva até sua casa.
Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2019/10/filme-do-dia-hoje-eu-quero-voltar.html
Filme incrível, de uma sensibilidade rara e foge completamente do clichê. Fotografia e paleta de cores incríveis, escuro mas ao mesmo tempo leve. É um filme visualmente belo. Falhas do roteiro: algumas conversas rasas e de pouco aproveitamento, mas no geral é um roteiro bem redondo e com pontos altíssimos. Super recomendado, obra de arte nacional.
Eu gostei disse filme ¨Quero voltar sozinho¨ porque fala sobre o amor entre duas pessoas. Recomendo!! Mas não gostei muito dos atores, acho que eles são muito ruins.
Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, filme dirigido e escrito por Daniel Ribeiro, teve origem num curta-metragem chamado Eu Não Quero Voltar Sozinho, e que possui a mesma essência que o longa, uma vez que ambos tratam sobre como a chegada de Gabriel (Fabio Audi) muda a vida de Leonardo (Ghilherme Lobo), um jovem de 15 anos, e a amizade que ele possui com Giovana (Tess Amorim), que, até então, era a sua melhor amiga.
O filme é muito bonito e trata de uma maneira bastante sutil e delicada sobre a jornada de auto descoberta de Leonardo, na medida em que ele vai se encontrando como pessoa por meio da descoberta de novos sentimentos e da vivência de novas experiências, ao mesmo tempo em que mostra a importância da inclusão na sociedade – Leonardo é cego e tem que lidar com o seu desejo de independência e de sair da proteção excessiva de seus pais.
Por ser um filme nacional,eu não esperava que fosse tão bom,mas nesse filme eu consegui ver quer o cinema brasileiro ainda pode ser salvo,um filme de amolecer o coração,e ver o preconceito que um deficiente e gay sofre.
O filme é emocionante. Mas pra quem já havia assistido o curta, o longa não tem muitas novidades. O diferencial está na ênfase em retratar a vontade do protagonista ,deficiente visual, buscar certa independência.
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