Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
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4,4
2123 notas

196 Críticas do usuário

5
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Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de dezembro de 2014
bem trabalhado e de bons diálogos, foca em assuntos delicados, mas de uma forma tão leve que você nem percebe.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, filme dirigido e escrito por Daniel Ribeiro, teve origem num curta-metragem chamado Eu Não Quero Voltar Sozinho, e que possui a mesma essência que o longa, uma vez que ambos tratam sobre como a chegada de Gabriel (Fabio Audi) muda a vida de Leonardo (Ghilherme Lobo), um jovem de 15 anos, e a amizade que ele possui com Giovana (Tess Amorim), que, até então, era a sua melhor amiga.

O filme é muito bonito e trata de uma maneira bastante sutil e delicada sobre a jornada de auto descoberta de Leonardo, na medida em que ele vai se encontrando como pessoa por meio da descoberta de novos sentimentos e da vivência de novas experiências, ao mesmo tempo em que mostra a importância da inclusão na sociedade – Leonardo é cego e tem que lidar com o seu desejo de independência e de sair da proteção excessiva de seus pais.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 974 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de julho de 2017
Um filme realizado de forma brilhante, com toda a delicadeza e o feeling exato para o primeiro beijo e a primeira paixão vividas nessa época. Sem estigmatizar o protagonista, mesmo esse se encontrando em minorias, seus problemas e aflições são generalizados e típicos de qualquer jovem dessa idade. É um roteiro bonito e bem desenvolvido.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de maio de 2016
A relação de um adolescente cego e a descoberta de sua sexualidade.
Esta produção brasileira conquistou o público nacional com a forma sincera e singela de contar a história do jovem cego Leonardo (Ghilherme Lobo) na busca da sua independência pessoal e em como seu mundo muda completamente com a chegada de Gabriel (Fábio Audi), seu colega de sala, por quem se apaixona.
É um conto gay, de uma doçura singular, filmado à moda antiga, inteligente e completamente delicioso.
Curiosidade. Esta produção foi uma das maiores surpresas do cinema nacional. Começou no circuito com poucas salas de exibição e apenas em alguns estados e por pedido do público foi crescendo a quantidade de salas e locais, levando mais de 200 mil pessoas nas salas de cinema.
Nota do público: 8.0 (IMDB)
Nota dos críticos: 91%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
BRASIL - R$2,4 milhões
Mundo - $1,1 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de junho de 2019
Adoro filmes adolescentes, temos aqui uma produção nacional, levantando temas significantes, achei bem singela essa abordagem, de um adolescente, se auto descobrindo na vida, mesmo com a sua deficiência, ele encara a vida como ela é! Aqui vemos a nossa fragilidade, quando somos bem jovens, e temos que aprender com as diversidades da vida, e também aonde iniciamos as melhores descobertas e aprendizado com o tempo.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de julho de 2015
O cinema nacional por vezes proporciona belos roteiros e não é diferente com esse. Bom trabalho do garoto protagonista.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de julho de 2020
Um filme gracioso mostrado pela superfície. Esperava um pouquinho mais de profundidade, mas tocou em questões importantes como sexualidade, bullying, limitações....um bom filme nacional.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de abril de 2014
É, quando Daniel Ribeiro anunciou que iria aproveitar a história de seu (maravilhoso) curta para fazer seu primeiro longa, eu já imaginava que seria bem difícil igualar o êxito que ele conseguiu atingir lá naquele história inicial. Dito e feito. Tem méritos e tal, mas parece falar menos tendo mais de 1h do que num curta de 10 minutos. Isso vindo de um roteiro que tenta, o tempo todo, se ater a uma reciclagem do curta com piadinhas que deveriam ser engraçadas mas não são, e na maioria do tempo, nem isso consegue com propriedade

Difícil acreditar também nos personagem porque, além de serem arquétipos rasos e em grande parte, desprovidos de profundidade, tudo ao redor é puro clichê e esterotipo. E o pior, nem é o estereotipo com que estamos acostumados, uma vez que é tudo muito superficial e distante da realidade brasileira; parece que Daniel Ribeiro, já com intenção de fazer seu filme ter uma carreira internacional, resolveu criar um ambiente que se assemelhasse bastante àquele que vemos em filmes americanos. A sala de aula, por exemplo, onde temos uma situação que na nossa realidade, só caberia bem tratando-se de uma classe na quarta série/quinto ano. Ao mesmo tempo, estão ali todos os personagens óbvios de um filme sobre adolescência, e todos são mal feitos, então é bem difícil de definir o que deu errado aqui. Talvez tenha faltado uma direção melhor mesmo. Perdoável, já que Daniel está só começando, e não há motivos para condená-lo por ater seu filme a um mercado internacional, uma vez que é só pesquisar pelo trailer desse filme no youtube para vermos o quanto seu curta atingiu o público de outros lugares do mundo, e o quanto deve render no exterior. Ele tá certo, mas não consigo deixar de me incomodar.

Outro ponto que me incomoda - e aqui é extremamente pessoal - é a falta de química entre Leo e Gabriel. Tentando criar uma nova atmosfera entre os dois personagens (e atores) que o curta não havia tido muito tempo pra conceber, Daniel Ribeiro tem pouca mão firme na direção e o resultado não sai lá tão bom. Até porque, sinceramente, os três são atores muito medíocres, que demonstram em tempo integral que decoraram as falas, nunca soando naturais, ainda mais pelo roteiro ter quotes também poucos naturais e, em alguns casos, até meio retardados, como aquela coisa bizarra proferida por Giovana referenciando o já não mais planeta, Plutão. Ela, que aliás, é uma personagem bem mais interessante do que o próprio filme julga ser, e, infelizmente, tem um final risível. Além disso, a decisão de mudar totalmente a situação do primeiro beijo me pareceu bastante estranha, já que ele não tem nem 1% do impacto que deveria ter, soa até banal.

No entanto, apesar dos problemas técnicos óbvios, como a edição de som em alguns momentos do filme onde as cenas são bem mal dubladas (em alguns momentos, nem "casam" com o movimento da boca), é um filme importante. Só por tratar a homossexualidade dessa forma, sem alardes, sendo apenas mais uma coisa normal da adolescencia, até inserida dentro do ambiente escolar, mesmo que de uma forma fake, merece muitos louvores (inicialmente odiei a cena final, mas pensando bem, ela é bem bonita, ainda que não muito crível). Isso não é muito comum por aqui. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho merece ser visto, nem que seja por causa disso. Porém, acho as comparações que eu vi por aí com John Hughes até ofensivas. Talvez seja uma tentativa de emular um filme do mestre americano dos filmes adolescentes, que infelizmente, ficou só na superficie mesmo.

spoiler: PS: algumas cenas que são filmadas de uma forma linda e delicada sobem bastante a nota, como aquela do Leo com a jaqueta de Gabriel; o segundo explicando o eclipse para o primeiro, por esse não poder enxergá-lo; e o momento onde, enfim, Gabriel e Leo se declaram - nessa última, que poderia muito bem ter sido o primeiro beijo dos dois (e pra mim, sinceramente, é) as coisas não ditas, ou melhor, ditas mas não verbalizadas, são o ponto alto daquela situação. Sim, o filme tem seus momentos.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2015
O cinema está apostando alto,em filme com esse propósito.Antes parecia até unanimidade entre os assuntos,hoje já conquistou todo o público de uma forma bem clara.O diretor Daniel Ribeiro,é o grande responsável por essa conquista.Traz um jeito diferente de tocar a história,onde não tem explicitas cenas,e nem,deixa algo provável acontecer.Os momentos são realmente bem devagar,o que faz o espectador não saber da história final.A atuação dos jovens é outro ponto bem explorado.Guilherme Lobo,Fabio Audi e Tess Amorim,mostram firmeza no trabalho,e com certeza impressiona,com uma simples atuação.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de dezembro de 2016
Um filme delicado, leve, simples e muito bonito. Trata-se simplesmente do amor e suas facetas, que podem acontecer mesmo quando não se enxerga com os olhos carnais, mas com a visão da alma. Desenvolto e cativante. Confiram!

Não recomendado para menores de 12 anos.
Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.
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