Demolição
Média
3,5
212 notas

33 Críticas do usuário

5
5 críticas
4
11 críticas
3
6 críticas
2
4 críticas
1
4 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 24 de novembro de 2016
Se você parar um pouco,e pesquisar a filmografia de Jake Gyllenhaal,irá ver uma como esse ator escolheu bem seus papéis.Desde "Contra o Tempo",passando por "Marcados para Morrer","Os Suspeitos","Homem Duplicado","O Abutre" e por fim,chegando em "Nocaute".Boa parte desses filmes,Jake se apresenta perfeitamente bem SOZINHO.Aqui em "Demolição" não há nada de diferente.Um super drama,conduzido perfeitamente por ele,do começo ao fim.É claro que também tem as boas aparições de Naomi Watts,que faz uma simples parceria com Jake,mesmo aparecendo do meio para o fim.E Chris Cooper,que dispensa comentários.Manda bem em qualquer personagem.

E outra boa direção de Jean-Marc,que adorei seus dois últimos trabalhos ("Clube de Compras Dallas" e "Livre") mas não sabia quem era até o momento.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 887 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de março de 2025
Demolição é um filme de drama que teve como diretor Jean-Marc Vallée e roteiro de Bryan Sipe. O filme conta a história de Davis (Jake Gyllenhaal), um banqueiro bem-sucedido que trabalha com o seu sogro, Phil (Chris Cooper). Davis entra em litígio após perder a sua esposa em um trágico acidente de carro. Em uma certa noite Davis recebe ligação de uma atendente (Naomi Watts) que trabalha prestando serviço em um setor de reclamação na qual Davis havia acionado. A partir daí a vida de Davis começa a mudar. O filme procura tratar sobre o desenvolvimento de um término repentino e que aparentemente ficou por isso mesmo, sem mágoas, sem saudades, sem nada. E isso nos gera um incomodo pelo fato da grande atuação de Jake Gyllenhaal. O colapso que Davis sente é algo premeditado, pois algo repentino o fez mudar, se antes era um preguiçoso que não sabia se consertar os seus problemas, agora destrói tudo para aprender como funciona e talvez consertar com suas ferramentas. Logo, as coisas que não podemos mais consertar, devem ser destruídas. Essa foi a metáfora mais forte do filme e que foi deixado de forma clara e com atuação perfeita do nosso protagonista. Não dava mais para Davis consertar o seu relacionamento, então o melhor a fazer foi destruir de vez. O grande pecado do filme foi não saber administrar o arco com a personagem de Naomi Watts, a sua figura foi importante para Davis, pois inseriu o seu filho adolescentes que estava em duvidas sobre a sua sexualidade, um interessante parceiro nas desventuras do filme. Mas não tive um final de arco satisfatório.
Nelson J
Nelson J

51.031 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de outubro de 2016
Bons atores, neste drama sobre homem que perde esposa em acidente de carro e começa a se recuperar de forma traumática e destrutiva, mas aos poucos vai se recuperando. Gosta de demolições e inclui sua própria casa, mas aos poucos se aproxima de mulher e seu filho e do próprio sogro.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 437 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de janeiro de 2026
Trata-se de um filme que aborda o drama da perda de forma sensível e impactante. A condução da narrativa é deliberadamente lenta, mas coerente com a proposta, criando um ritmo contido e promissor que favorece a imersão emocional. O filme trabalha muito bem os sentimentos dos personagens, explorando o luto com delicadeza e profundidade, resultando em uma experiência tocante e bem construída.
Marcus Pereira
Marcus Pereira

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de dezembro de 2025
O filme mostra a perspectiva de um homem traído e que aparentemente a esposa não sente absolutamente nada por ele, a ponto de estar grávida de outro. O estranho no filme é realmente o fato do filme abordar apenas o lado do luto de Davis, não mostra uma raiva dele por ela ao descobrir a traição, apenas mostra que mesmo que ela tenha feito oque fez com ele, a dor continuaria ali até ele superar.
Lídia Alves
Lídia Alves

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2026
Um filme que realmente fala de um luto que inicialmente parece não elaborado. Mas será que existem formas idealizadas de elaborar o luto?
Elaborar luto exige que a pessoa beba de quem se foi. E para Davis, como para a maioria das pessoas que perdem alguém, beber de quem se foi nem sempre tem um gosto só doce. É encarar tudo o que aquela pessoa foi. Ele amava Julie e ela o amava. Não era um conto de fadas. Era uma vida que ele não queria ter perdido.

Em algum momento do filme pensei que Kate e o filho fossem uma criação da mente de Davis. Seria ele na infância com sua própria mãe? Em algum momento ele cita a saudade que tinha de deitar no colo da mãe e ela lhe beijar as pálpebras. Apesar de eles não serem uma criação da mente de Davis ele de certa forma se vê naquele menino. Meio quebrado, mas se encontrando.

Em algum momento falta algo no filme? Um fio meio que moral que justifique a relação dele com a família de Kate? Sim e não. Afinal nem sempre a cura vem do controle. As vezes é a aceitação do próprio caos e da contraditoriedade que torna os lutos da vida possíveis de serem elaborados.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa