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Fusi (Gunnar Jónsson) é um homem que já passou dos quarenta anos de idade, mas ainda não teve coragem de entrar na vida adulta. Ele vive uma pacata rotina morando com sua mãe até que um encontro com uma mulher vivaz e uma menina de 8 anos afeta seu equilíbrio, obrigando-o a fazer mudanças.
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2,5
Regular
Desajustados
Subsistência
por Francisco Russo
O cinema nórdico costuma se valer de tramas muitas vezes áridas, sem o calor humano tão comum aos latinos. Desajustados, coprodução entre Islândia e Dinamarca dirigida por Dagur Kari, segue bem esta linha ao narrar o estilo de vida de Fúsi, um gigante (em tamanho) que, aos 43 anos, ainda não deu seu grito de independência.
Boa parte do longa-metragem se dedica a esmiuçar a personalidade de Fúsi, onde reina a apatia. Por mais que tenha condições de se manter financeiramente, graças ao emprego estável que possui, ainda assim prefere viver com a mãe. Não há propriamente um grau de dependência entre eles, é mais por comodismo mesmo. Fúsi simplesmente não vê motivo para mudar, ele gosta de sua vidinha pacata onde a emoção maior se restringe a brincar com maquetes de grandes batalhas do passado. Segue a rotina dia após dia, sem qualquer reclamação. A seu ver, a vida é boa - por mais que vez ou
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Excelente filme! Não é por menos que recebeu 3 prêmios no Festival de Tribeca (narrativa, roteiro e ator). Com uma extrema sensibilidade, sem apelação ou afetação, o filme nos mostra uma docilidade sutil inserida numa realidade dramática. Em termos gerais, um retrato do que é a vida.
Excelente. Sutil, afetivo, não piegas. Um homem de 40 anos vive de forma simbiótica com sua mãe. Solitário, tem apenas um amigo, com quem simula jogos de guerra com bonecos; fora isto, tem seu trabalho como carregador de malas no aeroporto. A chegada de um amante de sua mãe e a nova amizade com uma garotinha vizinha do prédio operam novos arranjos emocionais. Belo, singelo. Ótima atuação do protagonista.
Esse filme é maravilhoso, de uma sutileza ímpar. No começo da história a aparência de Fúsi impacta, automaticamente ela nos inspira alguma repugnância. As pessoas que convivem com ele demonstram isso que sentimentos silenciosamente, só que elas são mordazes, ferozes, malvadas. A mãe, em suas poucas cenas e falas, mostra claramente como criou o filho numa clausura para si mesma. Notei que o evento que muda a vida de Fúsi (aula de ...
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Filme nórdico que descreve uma pessoa psico socialmente desajustada, bom também para conhecer a baixa desigualdade social e qualidade de vida destes países, vale assistir.
Festivais
Exibido no Festival de Berlim 2015.
Em Família
Franziska Una Dagsdóttir, que interpreta Hera, é filha do diretor Dagur Kári. Segundo ele, ela participou normalmente das audições e foi selecionada pela equipe de casting.
Nacionalidades
Islândia,
Dinamarca
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Islandês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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