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Shannon S.
14 seguidores
11 críticas
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4,5
Enviada em 21 de novembro de 2015
Esse filme foi umados que me surpreendeu profundamente, assisti sem esperar muita coisa. Bela história, imprevisível. Mostra que não existe Grand Finale na vida, ela apenas termina. Há momentos memoráveis nesse filme. Muito marcante.
Geralmente quem vê faroeste é porque gosta do gênero. Então vou avisando, esse aqui é um insulto. Nem deveria ter Oeste no nome. Uma historinha babaca de adolescente e sem nenhum carisma, de um moleque que deixa a Escócia pra ir atrás de uma chatinha que fugiu de lá para o Oeste com o pai. O moleque é um personagem totalmente sem construção. Não se sabe direito o que ele é, seu caráter, suas habilidades, parece que esqueceram de dar alguma identidade pra ele. Poderia ser um zumbi. Nenhum acontecimento relevante no filme pra te fisgar, nada daqueles pistoleiros cheios de índole, daquele tom areia dos Westerns... pelo contrário, o filme é muito colorido, em uns trechos fica até azulado, da cor da pele do moleque, parece mais aquele filme Eclipse. Tem alguns erros amadores, como um alagamento no meio do mato provocado por uma chuva que caiu enquanto dormiam (alagamento no mato!!), e os valores fora de contexto (O moleque paga U$ 50 para ser levado em direção ao Oeste, valor absurdo para a época). Melhor que o filme inteiro, é a história que um dos rancheiros conta sobre um jovem que conheceu, que matava para conquistar fama. Uma história parece saída dos irmãos Coen. Mas o melhor de tudo mesmo é que você perde pouco tempo de vida porque o filme não tem nem 1h e meia. Quem assistiu todos os Westerns da década de ouro, 1960, e se sente órfão, pode ver Silverado, da década de 80, muito bom e fiel aos bons filmes do estilo.
Um jovem escocês parte para a América, precisamente o Velho Oeste, para encontrar a mulher que ele ama. No primeiro momento tem-se a impressão de que este será um filme arrastado. Mas a partir do momento que surge o personagem do caçador de recompensa, Silas, vivido pelo ator Michael Fassbender, a narrativa ganha vida, em parte pela boa direção, pelo roteiro esperto com diálogos espertos e ágeis e principalmente pela trilha sonora, precisa e pontual nos momentos certos, compondo uma atmosfera dos faroestes. Eu realmente gostei! Tem uma fotografia bela, momentos oníricos, verdade nas interpretações. Parece uma obra artística, mas com cara de comercial. Ele tem algo especial, que fica no ar e na mente. E sem falar no ótimo final. Acho que quero ver de novo. Curiosidade. O ator Michael Fassbender também é o produtor executivo do filme. Nota do público: 7.0 (IMDB) Nota dos críticos: 92%(Rotten Tomatoes) Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Embora a fotografia seja muito bonita, o enredo do filme é fraco, muito fraco. A história é bem intencionada e teria tudo pra ser um ótimo filme. Mas o blábláblá e a monotonia das cenas estragaram o filme. Mas não chega ser um filme ruim, só é fraco.
O amor é capaz de nos fazer mover montanhas! Ok, mentira, o máximo que conseguimos é subir a montanha e olhe lá..... O amor nos faz cometer loucuras! De fato, como gastar todo o dinheiro que não temos ou, ir sozinho em um território desconhecido e perigoso. E é seguindo nesta última linha de raciocínio, que o diretor escocês John Maclean estreia nos cinemas dirigindo seu próprio roteiro. E como foi? Não poderia ser melhor! O enredo é curto mas eficiente, com uma trama western leve e que se desenvolve naturalmente. Certos detalhes são deixados de lado, mas não influenciam em nada, apenas deixa a curiosidade aflorar. Nos momentos de violência, pitadas de humor surgem para acalmar a tensão e tal humor é uma mescla de inteligência e sarcasmo (sabes aquele humor negro?). O elenco está muito bom, além da conta! O ator Michael Fassbender (o Magneto jovem da saga dos X-Men nos cinemas), como sempre, dá um show de interpretação. Temos também o ator Kodi Smit-McPhee (já atuou ao lado de Fassbender em X-MEN: APOCALYPSE de 2016, fez PLANETA DOS MACACOS: O CONFRONTO de 2014, DEIXE-ME ENTRAR de 2010 e mais outros 15 filmes) que transmite inocência em seu olhar. Todos estão bem em seus papéis e por mais que um deles tenha segundos para se "apresentar" ao público, o faz da melhor maneira possível, graças ao script bem escrito. E a Fotografia? É uma das melhores que eu já vi e ao mesmo tempo é o Calcanhar de Aquiles deste filme. Que linda as cenas, um espetáculo para os olhos! Parece que as cenas utilizam um Instagram, pois ora a cena está coloridíssima e já outra no tom mais frio, em seguida ela de demonstra quente e volta toda florida. Parece uma poesia de imagens. E o porquê isso também é ruim? Buenos, a história se passa nos EUA em 1870, em terras norte americanas, com aquele deserto e suas terras que só lá tem e a película foi TODA filmada na Nova Zelândia..... Mais uma pergunta a ser respondida pela TEORIA do Portuga: grana! Ou simplesmente a paisagem agradou mais..... Fazer o quê, alguma coisa tinha que estar errado. Eu fiquei meio desconfortado com o encontro dos personagens de Fassbender e McPhee. O segundo é inteligente então explica o porquê consegue ter direção em terras desconhecidas, mas já o primeiro, mesmo que seja um "caçador", ele teria que ter informações privilegiadas sobre quem era o garoto e o que ele queria e isso não é mostrado, apenas acontece e isto faz virar tal acontecimento muito conveniente. A Trilha Sonora está muito agradável e de acordo com o conto. Aaaaah o amor, nos faz ter peito de aço e ser mais rápido que uma bala (para o alto e avante!), outra mentira, o amor pode é matar e de uma maneira que menos se espera...
O título desse lento e cansativo mas bonito e bem feito filme diz tudo.
Slow West é um filme de faroeste dirigido por John Maclean e estrelado por Michael Fassbender, Kodi Smit-McPhee, Ben Mendelsohn e Caren Pistorius. O filme recebeu o premio do júri no festival de Sundance e tem índice de aprovação de 91% no site RottenTomatoes. O filme mostra a história de Jay, um jovem escocês que viaja para os Estados Unidos para encontrar a sua amada. Em sua procura Jay encontra Silas, um americano bruto que oferece ajuda a Jay em troca de cem dólares. Isso é tudo que posso dizer sem estragar elementos da história. A história do filme não é tão interessante e por si própria não envolve muito espectador. Para compensar, os dois protagonistas são personalidades curiosas e os outros personagens que vão entrando na história também são prazerosos de ver. No entanto (e esse é um grande problema do filme) mal sabemos alguma coisa sobre esses personagens então não ligamos muito para nenhum deles e não sentimos nenhum tipo de conexão com qualquer coadjuvante. Outro problema do filme é que seu ritmo é muito lento e a história se arrasta de maneira cansativa. Os criadores do filme tentaram minimizar esse problema ao criar um final eletrizante, violento (apesar de ser muito bem orquestrado) e de ação sem parar, mas esse longa de uma hora e vinte minutos parece um filme de duas horas e quando ele acaba, você esquece de quase tudo que aconteceu antes de seu final, tamanha foi sua insignificância. Os grandes problemas do filme foram coisas erradas e mal feitas na sua história, e é uma pena porque tecnicamente o filme é excelente. Cinematografia bonita, firme direção, roteiro inteligente (apesar de sua lentidão), figurino bem feito e apropriado, trilha sonora envolvente, boas performances de Fassbender e Mendelsohn (um outro problema do filme foi que Mendelsohn não ganhou tempo suficiente de participação. Seu personagem era interessante e sua performance estava apreciável, foi uma pena não terem explorado mais seu talento) e dedicação a detalhes relevantes mas sutis.
Acho que só adoradores de faroeste gostarão desse filme.
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