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Quarto Ato
"Trumbo", mostra-se um filme de conteúdo e que infelizmente foi esquecido da lista de indicações ao Oscar; talvez por tratar de um tema que Hollywood ainda teima em esquecer: sua própria história.
Almanaque Virtual
A trajetória do personagem-título, interpretada por Bryan Cranston com brilhantismo – não à toa, a sua indicação ao Oscar 2016 de Melhor Ator –, envolve o espectador e tem uma enorme importância, não só histórica como também por dialogar com os dias atuais...
Boston Globe
A performance de Bryan Cranston é o motor que dá força para "Trumbo - Lista Negra", e este motor nunca falha, nunca perde seu ímpeto, seu magnetismo ou seu escárnio idealista.
Chicago Sun-Times
O diretor Jay Roach inclui muitas cenas de personagens em salas pouco iluminadas falando um com o outro, mas ele tem um fino faro sobre a época dos acontecimentos [...] Às vezes "Trumbo" é como um esquete estendida do programa "Saturday Night Live".
Cineweb
Dirigido com surpreendente sobriedade pelo produtor e habitual diretor de comédias Jay Roach (Os Candidatos), o filme apoia-se no roteiro escrito por John McNamara, a partir da biografia Trumbo, de Bruce Cook.
Folha de São Paulo
[...] "Trumbo" deixa de ser a cinebiografia quadradinha de sempre para se tornar um retrato ardiloso de como funciona a indústria do entretenimento, um sistema cínico e interessado demais nas plateias para ser dominado por um só credo político.
O Globo
Como os fãs da série “Breaking bad” já esperavam, Bryan Cranston encara seu primeira grande papel no cinema com muita segurança [...] Nos leves exageros de “Trumbo”, o ator mantém o pé no chão, com uma discrição ideal para o retrato de um roteirista.
Omelete
Jay Roach pode ter feito comédias memoráveis, mas se depender de Trumbo, deve experimentar uma guinada interessante - e que merece ser acompanhada - em sua carreira.
Screen International
Bryan Cranston retrata Trumbo como um homem sensato de forma potente, um personagem repleto de charme, eloquência e princípios e ele é rodeado por um elenco de apoio cheio de performances deliciosas...
The Playlist
O filme é uma jornada de volta ao tempo incrivelmente divertida, com as características boas e ruins [do personagens] sendo misturadas e transformadas em algo ao mesmo tempo comovente e engraçado.
Télérama
Na pele deste homem excepcional, ao mesmo tempo simpático e tirânico, malicioso e íntegro, Bryan Cranston tem o personagem de sua vida. O filme merece ser visto por seu carisma, sua energia, sua elegância, até a ponta do bigode.
Rolling Stone
Apesar da boa atuação de Bryan Cranston (ele concorre ao Oscar de Melhor Ator), o filme faz pouco mais do que ilustrar esses pontos-chave. Cumpre o papel de instigar a curiosidade sobre o personagem, sem transmitir a fundo a dor de viver como um pária.
Rubens Ewald
Quem nunca ouviu falar desta trágica página da História de Hollywood vai aprender muito assistindo o filme, que é correto e esmera-se em cobrir todas as lacunas.
The Guardian
O diretor Jay Roach quer que o filme seja divertido, enquanto sua história é séria. É uma boa ideia e uma intenção admirável. No entanto, o filme sofre com essa esquisita falta de equilíbrio.
The Hollywood Reporter
O que faz o filme funcionar são as animadas performances, tanto do elenco de apoio quanto de Cranston, que usa o mimetismo de seus trabalhos anteriores para transformar Trumbo em um homem irônico e auto-depreciativo [...]
Variety
[...] "Trumbo" realmente apresenta o desafio mais complicado, como também é baseado em uma pessoa real, mas aquele para o qual a maioria das audiências contemporâneas têm pouca ou nenhuma referência [...]
Washington Post
Após uma primeira metade tediosa e episódica, onde o roteiro de John McNamara pula para frente e para trás entre uma pesada argumentação política e uma superexposição da trama, "Trumbo - Lista Negra" se torna um filme bem sucedido.
ScreenCrush
O maior problema de "Trumbo: Lista Negra" é sacrificar a aura de autenticidade em nome da vulgaridade, na intenção de captar uma era ingrata da indústria de cinema americana.
Cinema em Cena
Como se não bastasse o roteiro pedestre, a direção de Jay Roach torna tudo ainda pior graças à abordagem visualmente desinteressante, empregando uma luz chapada, sem imaginação, que se preocupa apenas em expor bem o rosto dos atores frequentemente vistos em closes mais apropriados para a televisão...
Collider
O filme luta para desenvolver um arco dramático já que a jornada de Trumbo parece puro egoísmo, mas mesmo nos piores momentos, nós sempre sabemos que estamos do lado dele.
New York Times
O filme não faz apenas emburrecer história, mas também desliza sobre marcos críticos, tanto pessoais quanto públicos, bem como as diferenças ideológicas complexas que transformaram amigos em inimigos. [...] você tem que se perguntar se o verdadeiro Trumbo iria se reconhecer na tela.
Critikat.com
A direção oferece personagens e situações correspondentes às expectativas do público. Por um lado, "Trumbo: Lista Negra" dialoga com um público adulto e racional, cuja sensibilidade democrata é ofendida por um maniqueísmo digno da propaganda que ele pretende denunciar.