Animais Fantásticos e Onde Habitam
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4,4
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165 Críticas do usuário

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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de março de 2017
Um bom filme de efeitos especiais. É só o que tem, com tantos mágicos atuando juntos. É mais um fruto do universo Harry Potter. Foi bem feito e bem dirigido. Eddie Redmayne, ator principal já é conhecido do público e é excelente e os demais atores também são de primeira. É um filme de muita ação e facilmente você perde o enredo do filme. As cenas mudam muito rapidamente, como num passe de mágica e você fica sem entender. No final, você continua sem saber porque Newt Scamander, mágico e personagem principal, formado na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, foi para Nova Iorque. Vale a pena pelo entretenimento.
Ryan
Ryan

474 seguidores 337 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de março de 2022
Emocionante, divertido e encantador! Essas três palavras definem bem o filme, vale muito a experiência!
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de novembro de 2016
J. K. Rowling é mesmo uma mulher admirável. Além de ter escrito uma das sagas de maior sucesso da história da literatura e ter se tornado praticamente trilhardária, ela ainda consegue ter imaginação para criar mais histórias fantásticas e mágicas. Aqui, o magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne), vai à Nova York trazendo consigo uma maleta com alguns animais fantásticos que vinha coletando mundo afora. Só que algumas dessas criaturas acabam escapando e daí uma série de situações são criadas para que o mundo mágico não seja ameaçado pelo mundo dos “trouxas”, a.k.a, “no-majs”, ou comumente chamados “humanos”. Obviamente que esta singela e pobre descrição é deveras simplória se comparada a magnitude do universo criado por Rowling. Nem é preciso falar muito sobre a trama na verdade. O filme tem um excepcional clima de magia, como era de se esperar, e o roteiro escrito pela própria J.K. é conciso e bem construído, embora algumas passagens se mostrem demasiadamente extensas ou desnecessárias (como a quase interminável cena em que uma enorme criatura em pleno cio é capturada pelo protagonista em meio a um parque gelado) enquanto alguns personagens importantes como Credence (Ezra Miller) poderiam ter tido maior espaço. Em relação ao elenco, é inegável a quantidade de atores talentosos. Se os astros mais conhecidos Eddie Redmayne e Colin Farrell dão bem a conta do recado, é inegável que os destaques recaem justamente a Ezra Miller numa caracterização bem interessante e soturna; Katherine Waterston como a protagonista feminina, e principalmente à empatia e carisma do casal improvável vivido pelo bonachão Dan Fogler e a bela Alison Sudol. Alguns dos melhores momentos do filme são vivenciados pelo casal Jacob e Queenie. Já os ótimos Jon Voight e Samantha Morton são mais uma vez subaproveitados. Em relação à parte técnica, os efeitos visuais em 3D não são lá grande coisa (embora algumas das criaturas sejam incríveis, como aquela parecida com um ornitorrinco que gosta de moedas e joias... rs), e a direção de arte e fotografia obviamente seguem a mesma linha dos filmes do Harry Potter também dirigidos por David Yates. O que acontece é que o filme é bem bonito e interessante, mas que sofre um pouco pela previsibilidade. O desfecho dos personagens é bem óbvio, em especial a falta de criatividade em relação a uma importante revelação de Dr. Graves (vivido por Colin Farrell). Mas o filme acerta muito mais do que erra, isso é fato. Para os Pottermaníacos se deliciarem e aos não-tão-fãs de HP se divertirem com a magia que o cinema pode proporcionar.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de dezembro de 2016
Animais Fantásticos e Onde Habitam é a nona adaptação para o cinema da obra de J. K. Rowlings, se considerado que o último volume da série Harry Potter foi dividido em 2 filmes. Pela primeira vez, o roteiro ficou a cargo da própria autora, o que só pode ser explicado pelo fato que desta vez ela é também a produtora do filme, já que nunca foi tornado público que ela estivesse descontente com as adaptações anteriores feitas a partir de seus livros. O livro Animais Fantásticos... foi escrito posteriormente ao encerramento da série de 7 livros sobre o bruxinho Potter, e nesses livros ele era citado apenas como uma espécie de “Manual dos Bruxos”, não havendo nenhuma referência ao leitor que pudesse haver uma outra narrativa dentro do universo Potter, e ainda não revelada.

O filme, portanto, não é nem uma sequência nem uma “prequel” propriamente dita, mas possui os elementos mágicos do universo Harry Potter. Assim, somos apresentados a personagens totalmente novos, que inclusive vivem em outra época que a dos alunos de Hogwarts. A ação aqui se passa nos anos 30, em Nova York. Esta mudança de época e geografia também permitem que a autora introduza novos termos. Na América, os bruxos são “majs” e os “trouxas” são “não-majs”.

Não é muito segredo que Rowlings e os estúdios pretendem iniciar uma nova franquia. Fala-se em, 3 ou 5 filmes (!). Assim, o filme realmente tem a primeira intenção de apresentar um novo universo mágico, desvinculado dos livros de Harry Potter, mais do que contar uma história completa – tática tradicional a uma franquia que já nasce com esta intenção. Há um novo vilão, que substitui o hoje ícone pop Valdemort, e uma nova turma de bruxos e trouxas, mas todos adultos. Animais Fantásticos... parece querer manter cativo o público que conquistou com os livros de Harry Potter e que, obviamente, cresceram e amadureceram ao longo desses anos, assim como a própria trajetória dos livros e filmes, que começaram com um tom bastante infantil e foram evoluindo e tornando-se mais sombrios à medida que o público também ia ficando mais velho.

O maior teste que o filme irá travar será exatamente com o público que acompanhou toda a saga de Harry Potter. Animais Fantásticos... pode ser visto, compreendido e apreciado por quem nunca viu um único filme de Harry Potter (ou leu os livros), o que é uma qualidade, que afasta a crença que reboots ou spin-offs sejam sempre “mais do mesmo”. A questão reside no fato que haverá inevitavelmente comparações com os filmes da série. A franquia evoluiu bastante em sua qualidade como cinema, e nos brindou com seus melhores filmes, exatamente os 4 últimos, pelas mãos do mesmo diretor que assina este Animais Fantásticos..., David Yates. Mas não há material suficiente nem um background ainda formado para que Yates possa alçar voos mais altos como fez nos últimos episódios da franquia Potter. Ao menos este primeiro capítulo da franquia já começa num nível de qualidade geral bem acima do iniciante Pedra Filosofal.

Animais Fantásticos e Onde Habitam tem uma excelente qualidade de produção, o que garante uma eficiente reconstituição de época (do veterano Stuart Craig), efeitos visuais convincentes e sem exageros e uma bela fotografia (por conta do mestre Philippe Rousselot). Há atores consagrados (Eddie Redmayne, Colin Farrell, John Voight, Samantha Morton) e outros desconhecidos, colocados no mesmo plano. Mas são efetivamente esses “desconhecidos”, no entanto, que “roubam” a cena, principalmente os simpáticos Dan Fogler (como Jacob Kowalski) e Alison Sudol (como Queenie Goldstein). O destaque entre os “animais fantásticos” fica por conta de um Pelúcio, que rende boas cenas cômicas.

Animais Fantásticos e Onde Habitam é um filme leve e divertido, um autêntico filme-pipoca que, no entanto, não desrespeita a inteligência do espectador nem agride sua sensibilidade. Em nada pode ser comparado à densidade dramática e qualidade visual e cinemática dos últimos capítulos da franquia Harry Potter, mas não faz feio, e merece ser visto.
Renan S.
Renan S.

112 seguidores 124 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de novembro de 2016
Numa narrativa inconsequente, o resultado não é de todo ruim, porém, parece mais um conglomerado de ideias brilhantes circundado por reviravoltas medíocres. Obrigações das ambições do filme. O que acontece é que, se Animais Fantásticos e Onde Habitam sabe ser entretenimento de primeira, são suas intenções de ir além, e até uma certa presunção referente à inteligência de sua narrativa, que se fazem o problema.
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de novembro de 2016
[Parág.] Passaram-se quase vinte anos desde o lançamento do primeiro livro da série Harry Potter, escrita por J. K. Rowling, ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ (1997), que foi acompanhada por toda uma geração, hoje já adulta. Já se vão cerca de dez anos desde a publicação do último livro da saga, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’ (2007), seguido de ‘Os Contos de Beedle, O Bardo’ (2008). Os leitores que não tinham novas histórias durante todo este tempo, foram contemplados neste ano com o lançamento em livro, da peça de teatro, ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’ (2016).

[Parág.] No cinema, foram-se quinze anos desde o primeiro filme ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ (2001) e cinco desde o último filme ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’ – Parte 2’ (2011). Muitos dos fãs mais jovens na época, sejam leitores ou espectadores, considerando-se que tinham entre cinco e dez anos quando tiveram o primeiro contato com as histórias do bruxinho, hoje são jovens adultos e em alguns casos, já são até pais. Com o lançamento de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ (2016), agora eles vão ter uma nova experiência, ao levar seus filhos ou irmãos menores, para terem seu primeiro contato dentro da sala de cinema com o “mundo bruxo”.

[Parág.] Só estes fatores já seriam suficientes para garantir o sucesso de ‘Fantastic Beasts and Where to Find Them’, que somados ao sentimento de “nostalgia”, que será proporcionado a um público ansioso em voltar ao mundo de Harry Potter e seus amigos, é um ambiente propício para que o filme se torne um dos mais rentáveis de 2016. David Yates, diretor conhecido pelos quatro últimos filmes da própria franquia “Potter” e que estreou este ano outro longa-metragem, o visualmente exagerado ‘A Lenda de Tarzan’ (2016), retorna na direção. A Warner Bros. demonstra que confia muito no trabalho dele, pois já o escalou para todas as próximas quatro continuações de “Animais Fantásticos”. Isso se justifica pelo fato de que Yates, apesar de não projetar nada de caracteristicamente mais original ou autoral, como os outros diretores das primeiras produções, Chris Columbus e Alfonso Cuarón, pelo menos mantém um trabalho coerente e que ascende em qualidade técnica a cada continuação.

[Parág.] A escolha de Eddie Redmayne para interpretar Newt Scamander certamente foi a mais correta, os próprios produtores revelaram que nunca houve a intenção de escolher outro, senão Redmayne. Conforme relataram, a sua confiança nele foi ainda mais reforçada, com a boa vontade do ator britânico em ensaiar incansavelmente com os demais atores interessados nos outros papéis, o que geralmente nem todo ator recém “oscarizado” se dispõe a fazer. Assim como Eddie se encaixou perfeitamente em personagens anteriores, como em ‘A Teoria de Tudo’ e ‘A Garota Dinamarquesa’, também não conseguimos imaginar outro ator que ficasse tão bem como Scamander. Seus trejeitos delicados e introvertidos nos convencem facilmente que ele é uma espécie de “nerd bicho-grilo”, fascinado com os animais fantásticos e que se identifica mais com eles do que com humanos. Essa versatilidade demonstra ainda mais a qualidade de atuação de Redmayne e confirma que foi acertada a decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de premiá-lo em 2015.

[Parág.] O ponto forte do “universo Harry Potter” sempre foi sua construção do mundo mágico e os animais de fantasia sempre se apresentaram como uma característica deslumbrante, a mais, em toda a série. Utilizar o livro ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ (2001), escrito por Rowling, sob o pseudônimo de Newt Scamander era a escolha obvia para uma nova franquia mágica, com incontáveis possibilidades para serem exploradas nos próximos filmes. Como esperado, a gama de bichos mágicos apresentada já neste primeiro longa é muito criativa e provavelmente vai encantar os fãs, tanto crianças quanto adultos, principalmente por causa de seu apuro visual, que utiliza os efeitos especiais bastante aprimorados desde os primeiros filmes, que a atual tecnologia proporciona. Todos os animais mágicos são muito “reais” e não decepcionam o nosso imaginário.

[Parág.] Inegavelmente este é um filme mais “maduro” com temas mais “sérios”, o que era necessário para uma série que se estende em sua segunda década e planejada para uma terceira. Temas mais políticos, como leis, guerras e proteção da fauna ambiental estão mais desenvolvidos aqui. Entretanto, o roteiro original escrito pela própria autora dos livros, apesar de saber apresentar novos personagens carismáticos, como conhecemos de seus livros, perde um pouco de qualidade, por se obrigar a criar “pontes” para as continuações. Era necessário estabelecer novos elementos mitológicos e lendas, assim como conectar com a franquia original, mas há um excesso de referências neste primeiro filme, que só se desenvolverão no terceiro ou quarto. A direção de Yates está mais segura, conseguindo manter um tom narrativo coerente durante os três atos, mesmo que nem sempre pareça estar em consonância com o ritmo cadenciado e de suspense, que Rowling tenta atribuir a sua escrita. Provavelmente isso se dá pela necessidade de que a história seja mais ação do que suspense, para segurar a atenção até do público infantil mais jovem.

[Parág.] Personagens e seus respectivos atores como Porpentina Goldstein (Katherine Waterston), Jacob Kowalski (Dan Fogler) e Queenie Goldstein (Alison Sudol), conseguem empolgar com suas atuações e carisma. Porém, outros como Percival Graves (Colin Farrell), Credence (Ezra Miller), Mary Lou Barebone (Samantha Morton) e especialmente Gellert Grindelwal (Johnny Depp), estão subutilizados e poderiam ter contribuído muito mais se tivessem mais tempo em tela, infelizmente vamos ter que esperar para ver mais deste último citado só nos próximos longas. ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ nos transporta de volta para o rico universo da magia, do qual os fãs já estavam com saudade, com competência, e apesar de alguns defeitos característicos de filmes que iniciam uma franquia, empolga e deixa expectativa esperançosas para as suas continuações.

[Parág.] A temática pró-fauna do longa-metragem, que aborda extinção de espécies (ainda que representando animais imaginários), chega em boa hora e até tardia. Vide documentários como o recente ‘O Extermínio do Marfim / The Ivory Game’ (2016) da Netflix, que mostra o extermínio dos elefantes africanos. Esperamos que ‘Fantastic Beasts and Where to Find Them’, sirva para despertar nossas consciências no futuro, sobre a importância de preservarmos nossos verdadeiros “animais fantásticos”, que podem ser extintos mais rápido do imaginamos. Caso isso não ocorra, em poucas gerações, só nos sobrará os animais selvagens de grande porte, “imaginários”.

#FÃCULT
#FanCult
#PipocadePimenta
#FVFraga
Edgar V.
Edgar V.

60 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de novembro de 2016
Filme com um mundo de possibilidades novas , que trás toda magia do mundo HP mais com sua própria história . Otimo
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de novembro de 2016
O retorno ao Universo Bruxo é muito interessante e vale a pena. O roteiro de Rowling é simples e pouco interessante, mas a fotografia e elenco são simplesmente excelentes, além de uma boa dosagem no time entre cenas "dark" e humor.
A direção é preguiçosa e o filme conta com vários finais, entretanto o clímax é interessante e o desfecho deixa o público interessado no futuro da franquia.
João Baron
João Baron

29 seguidores 54 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2017
Mais do mesmo ? Definitivamente, não ! 'Animais Fantásticos e Onde Habitam', a extensão para o cinema do mundo mágico e rico da franquia 'Harry Potter', é muito mais que apenas um fraco spin-off. A trama que envolve a ida do magizoologista britânico Newt Scamander (Eddie Redmayne) para os EUA é muito independente do que se imagina. Aqui é um novo mundo no velho mundo. David Yates conseguiu realizar uma produção com a sua identidade própria sem perder a essência do mundo do bruxinho. O filme com um toque bem mais sombrio do que os da franquia original, consegue entreter tanto os fãs mais fanáticos e antigos de HP quanto os ditos novos "potterheads". Você que nunca viu qualquer um dos outros 8 filmes não vai ficar perdido nessa viagem. A fotografia ajuda muito essa "pegada" mais adulta da história, as imagens não são feitas para brilharem os olhos das crianças de outrora, mas sim para destacar o toque de suspense muito pertinente na história desenvolvida. A trilha sonora acompanha o ritmo do filme e encaixa perfeitamente na fotografia e no tom do roteiro. Roteiro esse desenvolvida pela magnífica mente de J.K. Rowling, a mãe do universo bruxo. Fez uma ótima transição da literatura para o cinema, entregando um ótimo roteiro que é simples mas cumpre sua tarefa de apresentar um já dito "novo mundo" no velho mundo. Redmayne entrega um quase "anti-herói" muito bem desenvolvido e muito simpático, na medida de sua estranheza. Ele mostra que não é preciso um protagonista heroico para ser admirado pelos fãs da saga. Dan Fogler cumpre a tarefa de seu personagem de ser simpático. Os outros coadjuvantes estão bem OK's (inculindo Colin Farrel, Katherine Waterston e Ezra Miller). Destaque para a pequena ponta de Johnny Depp (Grindewald) que promete roubar a cena nas próximas sequencias (esperamos mais do que um Jack Sparrow com outro nome, novamente). Enfim, o filme é do universo de HP, mas não é em nenhum momento preso a trama anterior, aqui temos nostalgias como magias, varinhas, citações sobre personagens já conhecidos, etc. Porém, temos muitas novidades como novas escolas, o mundo bruxo em um novo país, novos termos, novas criaturas e novas histórias. 'Animais Fantásticos' me surpreendeu e me deu a nostalgia que eu esperava.
Sil R.
Sil R.

11 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de junho de 2017
Gostei do filme, a trama em si é bobinha, mas é divertido e amplia o universo da saga Harry Potter, deixa uma promessa no ar, se tiver continuação vou assistir com certeza.
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