Não recomendado para menos de 14 anos
A jovem noviça Anna (Agata Trzebuchowska) está pronta para prestar seus votos e se tornar freira, só que antes disso, por insistência da Madre Superiora (Halina Skoczynska), vai visitar a única familiar restante: tia Wanda (Agata Kulesza), uma mulher cínica e mundana, defensora do Partido Comunista, que revela segredos sobre o seu passado. O nome real de Anna é Ida, e sua família era judia, capturada e morta pelos nazistas. Após essa revelação, as duas resolvem partir em uma jornada de autoconhecimento, para descobrir o real desfecho da história da família e onde cada uma delas pertence na sociedade.
4,0
Muito bom
Ida
Sacrifício e pecado
por Lucas Salgado
Escolhido o representante da Polônia na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015, Ida é um filme bem especial. Por um ponto de vista completamente diferente, o diretor Pawel Pawlikowski volta a trabalhar com temas que já havia abordado em Meu Amor de Verão (2004), com Nathalie Press e Emily Blunt. Por mais que a trama foque em uma espécie de reencontro com o passado, o grande objeto da narrativa é a jornada de uma jovem que inicia a vida adulta e é obrigada a conviver com erros e decepções.
Agata Trzebuchowska interpreta Ida, uma jovem noviça que está pronta para se tornar freira, faltando apenas prestar seus votos. Antes que isso aconteça, ela recebe uma missão da Madre Superiora (Halina Skoczynska): passar um tempo com sua única parente viva, a tia Wanda (Agata Trzebuchowska).Chegando na casa da tia, ela se depara com uma realidade completamente diferente da sua. O álcool
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13 Notícias e Matérias Especiais
Um grande filme. Um drama na vida de uma mulher que tem como destino servir à igreja católica, como freira ou retornar ao que resta de sua família e ter uma vida normal. Ela se deliga do convento, por um tempo, e tenta viver uma vida normal. Seria um teste para ver se ela estaria preparada para a vida no claustro. O que ela vê, na vida normal, é muito frustrante e deprimente. Muito interessante.
Meu primeiro filme polonês, bem diferente dos demais. História intrigante do pós segunda guerra, bem interessante.
Não´é filme para "qualquer dia" - em preto e branco, dá uma certa densidade mais profunda ao tema não tão digesto assim. Um filme reflexivo que fala de escolhas, renúncias, religião.. relações humanas. Recomendo que assistam. Vale a experiência e o silêncio com que sua alma saí do cinema!
Ao assistir Ida, assisto a uma obra-prima singular do cinema contemporâneo. Não por apenas ser um retrato épico e raramente visto nos últimos tempos, mas por abordar de maneira tão realista e marcante a vida e o cotidiano de uma adolescente de 18 anos, vivendo num convento, e prestes a se tornar uma freira. A madre a obriga a visitar sua única familiar, a tia Wanda. E assim, nossa protagonista inicia uma jornada longa e intensa ao lado da ...
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Premiações
Ganhou o prêmio FIPRESCI em Toronto 2013 e Roterdã 2014.
Audição fotográfica
Pawel Pawlikowski teve tanta dificuldade em encontrar uma atriz para interpretar a personagem-título, que pediu aos seus amigos para tirarem fotografias secretas se vissem alguém que fizesse jus ao papel. Um de seus amigos viu Agata Trzebuchowska em um café, tirou a foto e a convenceu a fazer um teste.
Irônico
Apesar de interpretar uma mulher prestes a se tornar freira, Agata Trzebuchowska é ateista devota.
curiosidades
Nacionalidades
Polônia,
Dinamarca
Distribuidor
Zeta Filmes
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
8 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Polonês
Formato de produção
35mm
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
Dolby Digital
Formato de projeção
1.33 : 1
Número Visa
-
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