Homens, Mulheres e Filhos
Média
4,1
560 notas

97 Críticas do usuário

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Amanda A.
Amanda A.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de setembro de 2015
O único motivo para eu ter assistido a esse filme é um trabalho escolar. Confesso que não me senti nem um pouco atraída quando ouvi falar dele, ou vi imagens relacionadas a ele, mas me surpreendi.
Não estaria sendo sincera se dissesse que gostei do filme, porque gostei apenas em partes, a única coisa que me cativou foi o fato de se tratar de um tema extremamente realista; é isso que temos em nossa sociedade, é isso que vivemos.
Optei por falar apenas do conflito que me chamou mais a atenção, o garoto que após ser abandonado pela mãe decide sair do time de futebol e se isolar no quarto, entrando em um estado considerado como depressão e passando os dias viciado em um jogo de rede. Esse é um assunto não tão difícil de ser encontrado como os outros casos, e é por isso que eu diria que é o melhor entre todos os outros, assim como muitos jovens na vida real, o personagem interpretado pelo ator Ansel Elgort passa a viver em função de jogos, e não se sente feliz com nada além disso.
Durante o decorrer do filme vários conflitos vão surgindo e estão sempre ligados a outro, e todos eles tem como "matéria prima" os meios de comunicação na internet.
Não assistiria novamente por vontade própria, apesar de ter gostado do realismo em que o filme foi criado não considero produtivo ressaltar somente o lado ruim das coisas, as redes sociais também poderiam no filme mostrar para que servem a favor do bem.
Milene V.
Milene V.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de setembro de 2015
O filme mostra como Homens, mulheres e filhos estão se portando em frente às novas tecnologias de comunicação, abordando então, alguns conflitos entre famílias distintas, que por fim acabam se interligando.
O filme traz algumas situações, como um casal que não tem intimidade (Adam Sandler e Rosemarie DeWitt); uma garota com problemas de anoréxica (Elena Kampouris); uma mãe superprotetora (Jennifer Garner); Um adolescente abandonado pela mãe (Ansel Elgort); Uma mãe que busca a fama da filha, por meio de fotos sensuais postadas na rede; e um garoto que vive em um mundo de pornografia virtual, que faz com que o expectador repense sobre as relações humanas. O autor então retrata em sua obra, um fato histórico, o Humanismo, trazendo assim um olhar humanista ao comportamento humano, em frente à onipresença das redes sócias (tecnologias de comunicação).
Um dos conflitos que mais me chamou a atenção foi o da mãe superprotetora (Jennifer Garner), que seguia todos os passos da filha, tirando assim toda a sua privacidade. Um conflito que acontece muito em nossa sociedade, o que se pode se julgar como um problema quanto para os pais, quanto para os filhos, que acabam buscando sua privacidade, de modo que pode acabar prejudicando sua vida. Outro conflito que me chamou a atenção, foi o do pai viciado em masturbação, por meio de sites de pornografia, vindo a descobrir que seu filho de 15 anos está nesse vicio continuo também. Por fim o pai acaba deixando de tomar alguma atitude sobre o assunto, não levando em conta, que isso pode acabar prejudicando a vida do filho ao passar dos anos, se o vicio permanecer.
O que me levou a assistir o filme foi por recomendação do meu professor de português, com o propósito de fazer uma resenha. No começo não gostei muito da ideia, mas por fim acabei gostando do trabalho e até mesmo do filme, que em minha opinião teve uma linguagem excelente, centrada especialmente ao publico jovem, porem deixando a desejar a atuação do Adam Sandler, que poderia ter sido melhor. Mas recomendo a todos a assistirem ao filme, de preferência legendado, para entenderem o contexto das mensagens, passadas pelos celulares ao recorrer do filme. Espero que gostem como eu gostei.
Alan W.
Alan W.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de setembro de 2015
O filme retrata varias situações de problemas, tanto pessoais quanto familiar causado pelo impacto das novas tecnologias nos dias atuais, as situações retratadas mostram claramente que a cade dia que passa mais estamos se perdendo em um mundo onde nada é 'realmente confiável' e consequentemente estamos nos esquecendo do mundo real. A internet possibilitou grandes avanços na nossa vida mas como tudo, teve seu efeito colateral, e esse, esta causando sérios danos ao ser humano, estamos perdendo a nossa essência perdendo tempo em sites pornograficos, chats online, sites de relacionamento entre outros. Nas famílias esse efeito é ainda maior pois a família que é algo tão precioso esta perdendo o valor e principalmente a comunicação, pais e filhos não conversão, esposas e maridos estão buscando relacionamentos extraconjugais entre outros.
Esse filme é um exemplo claro da nossa realidade nos dia atuais., Recomendo! MUITO BOM, tem uma ótima reflexão.
ESPERO QUE GOSTEM / BOM FILME.....
Stefanni L.
Stefanni L.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de setembro de 2015
Assisti a esse filme a pedido do meu professor de português, confesso que não estava nem um pouco animada para ver, mas ao assistir o filme vi que estava certa, não é o melhor filme que já vi. Mas pra quem estiver interessado em assistir a história se passa na vida de cinco jovens, que sofrem das doenças da sociedade moderna, a historia toda conta com exemplos dessas, como uma mãe interpretada por (Jennifer Garner), que tem a vida de sua filha adolescente (Kaitlyn Dever), sob o seu controle, Jennifer assumi o papel de uma mãe protetora que rouba a privacidade de sua filha, fazendo a mesma sofrer de uma crise de identidade. A outra historia é de um menino (Ansel Elgort) que passa a ter depressão após ser abandonado pela mãe, o que o também o leva a se viciar em jogos.
O filme também mostra os pais que querem fazer seus filhos seguirem seus sonhos, interpretado por (Judy Greer) uma mãe que expõe sua filha, na busca pela fama. Também contamos com uma sociedade doentia infestada de padrões impostos pela mesma, fazendo (Elena kampouris) se vê como uma vitima da sociedade, influenciada por sites perversos, Elena vive o drama de uma adolescente que sofre de anorexia. E por ultimo temos Adam Sandler viciado em pornografia virtual.
Creio que a intenção de Jason Reitman ao fazer o filme foi boa já que escolheu um ótimo tema, mas ele não obteve o sucesso esperado, Adam Sandler não se fez presente no filme, talvez tenha percebido que um filme com tanto apelo sexual como esse não daria em nada por isso manteve aquela atuação ridícula que faz qualquer fã se decepcionar. O filme mostra bem a realidade em que vivemos, ao mostrar as conversas permitiu deixar o espectador mais a par do que os personagens falavam e mostra bem como é nos bate-papos do mundo tecnológico, mas mesmo com essa excelente ideia deixa a desejar, pois poderia ter trabalhado com esse tema de outra maneira, Jason pecou ao achar que por se tratar de um filme com conteúdo sexual devesse fazer um filme inteiro baseado nisso. Existem maneiras melhores de trabalhar com a tecnologia da comunicação e doenças da sociedade sem ter que falar tanto de sexo em si.
Mesmo com essas falhas é uma boa pedida para uma tarde de domingo entediante, não é o filme que fará você ficar animado ou algo assim, mas o fará refletir.
Marcos C.
Marcos C.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de agosto de 2015
O filme retrata a interessante historia das novas tecnologias de comunicação e seus efeitos na sociedade e nas famílias.A historia mostra jovens de 14 a 17 anos e seus pais casados ou divorciados que levam suas vidas em torno da tecnologia.
O autor faz referencia com um fato histórico,o humanismo o que e muito legal pois mostra o homem no centro de tudo, sua vida sentimentos açoes e cotidiano de acordo com a evolução mundial em questões politicas culturais e econômicas.
As ações giram em torno dos jovens e seu dia-a-dia com as novas tecnologias como a internet, que a cada dia limitam mais o avanço cerebral humano e seus pais, alguns limitadores e outros liberais deixando a vida de seus filhos nas mãos de jogos e sites imorais e de conteúdo improprio e tornando-os cada vez mais dependentes disso.
Eu sou apenas um estudante mas é meu dever expor e recomendar esse filme a todos, para alerta-los das reações negativas do uso abusivo da internet e das novas mídias de comunicação. Nao deixe de assistir.
Patrícia S.
Patrícia S.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de agosto de 2015
Filme bom! Retrata várias histórias simultâneas sob o contexto da tecnologia e a sua interferência no cotidiano das pessoas. Apesar do roteiro coerente e fiel a realidade em que vivemos, o filme não me prendeu do início ao fim.
Eduardo M.
Eduardo M.

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de julho de 2015
Muito ruim o filme. Nao consegui ver todo devido a ser muiiiito ruim.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de maio de 2015
O filme é muito bom , o reflexo perfeito de muitas realidades por ai ! Os efeitos quando os personagem ficam conversando entre si através da internet é perfeito , ficou sensacional.
Maria Arquiteta
Maria Arquiteta

12 seguidores 14 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2015
Abordagem interessante .. Atual, apavorante...vale muito a pena ver.
Jorge W.
Jorge W.

36 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2015
É um filme interessante, mostra alguns vícios comuns hoje em dia e como pode nos prejudicar.
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