Minha mãe é uma peça 2 - lançado em 2016. Este episódio evidentemente descola a Dona Hermínia da Déa Lúcia, glamouriza tudo: sua vida (já que ela se torna apresentadora de programa de televisão), sua família (surge a irmã que mora em Nova Iorque) e até os apartamentos, tanto o de Hermínia quanto o da tia Zélia, que deixam de parecer apartamentos reais e assumem o aspecto de cenários. Talvez aqui ocorra a fusão da Déa Lúcia com o próprio Paulo Gustavo, elevado ao estrelato e à fama. Até mesmo a sexualidade do filho Juliano (Rodrigo Pandolfo), até então tranquilamente assumida e vivenciada, é relativizada. spoiler: Neste episódio há também a triste despedida à tia Zélia, que estava sofrendo de Alzheimer.
Na minha opinião, o episódio mais fraco da trilogia.
Cansativo, com 1 hora e meia que parecem 2 horas e meia. A protagonista chegou ao limite do seu humor, além de que o filme passa tempo maior falando de personagens desinteressantes (Lúcia Helena) do que aqueles que poderiam render cenas legais (Garib). O filme melhora no 3° ato, que é muito bom, mas a 1° hora pesou no resultado final.
(...)consegue, até certo grau, tecer as relações familiares problemáticas. No entanto, a maneira novelística como foi tratada a narrativa, impede que seja um filme de qualidade.
O filme é pra fazer rir, então cumpre o objetivo. Mas é pouco se apegar só a isso. A trama é muito primária, poderia ser um especial de tv. Mas, levando-se em conta o nível do cinema brasileiro, até que há um esforço. Patrícia Travassos é um caso à parte, muito boa atriz.
Quem vai assistir esse filme, vai com as expectativas altas e com a ansiedade de ver um filme tão legal e engraçado como o 1. Entretanto, não é o que foi apresentado, tendo em vista que o primeiro filme foi incrível e muito engraçado. Minha mãe é uma peça 2 não tem uma história forte, é uma história com piadas soltas e pouco rendimento. É legal para assistir em casa quando estiver chupando um sorvete de flocos e só estiver passando ''A lagoa azul'' na globo (novamente), mas não para pagar e assistir em um cinema.
Filme totalmente dependente do talento do Paulo Gustavo... Que acaba sendo repetitivo. O mérito fico por conta da boa representação (mais uma vez), do papel de mãe em todos os sentidos. Por outro lado, roteiro fraquíssimo e elenco também.
Confesso que esperava mais desse filme. Achei o conflito do filme muito pobre é o desenvolvimento dele sem um ponto de virada interessante. Filme para entreter e rir um pouco.
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