O Colecionador de Ossos
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4,3
1939 notas

32 Críticas do usuário

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Evelyn K.
Evelyn K.

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3,0
Enviada em 31 de janeiro de 2016
Bem construído sem dúvida, com algumas referências ao Silêncio dos Inocentes.
As primeiras vítimas compartilham semelhanças físicas com Hannibal e Starling. A investigação acontece com os palpites do escritor Lincon Rhyme, que como Hannibal está preso, mas no caso dele tetraplégico. Acredito que o diretor foi audacioso com as referências.
Lincon Rhyme é escritor de best sellers policiais, tendo como referência sua própria carreira como detetive. Ficou paraplégico em serviço.
Angelina Jolie interpreta sem usar sua sensualidade. O papel de mulher fatal contrasta com a perspectiva da sua primeira cena. Um quarto com um homem e o uniforme de policial, tudo para indicar que é ele o policial, inclusive é o homem que aborda Amelia Donaghy (Jolie) para assumir um compromisso e ela se esquiva.
Amelia está prestes a ser promovida para a unidade de Menores Infratores, quando em uma chamada de patrulha a leva a uma cena de homicídio. Imediatamente ela compreende a gravidade da situação, e sozinha ela analisa a cena do crime com muita meticulosidade.
Quando a polícia recebe o caso, imediatamente procura o antigo detetive Rhyme (Denzel Washington) e começa a fazer as investigações dentro do apartamento dele para sua consultoria full time. Rhyme logo inclui Amelia na investigação por reconhecer nela uma capacidade que não se tem em toda a unidade de polícia.
-Como ser um detetive 101-
spoiler: Na primeira cena do crime Rhyme vai fazendo um passo a passo do que fazer para não contaminar as evidências. Amelia que quer ter trabalho de "homem" tem uma atitude de "menininha assustada" e foge. É um trabalho difícil e ela precisa lidar com seus traumas para conseguir. Rhymes em um momento emocional desperta nela a força necessária para lidar com o medo e seus fantasmas. Ela se torna uma extensão dele, enquanto ele não pode se mover, ela se movimenta por toda a investigação. Um vilão é chefe de departamento Howard Cheney (Michael Rooker), incompetente que sempre critica a investigação de ambos.Ele é o oposto de Rhyme, e ambos se criticam mutuamente durante o filme diversas vezes. O assassino parece estar em um surto homicida - o que fica esclarecido como já estar acontecendo antes, sem nenhuma desconfiança da polícia. Reunindo os elementos dos assassinatos, um livro de contos policiais e as evidências para a perícia, o assassino queria se vingar do próprio escritor e detetive, Rhyme. O Dr.Richard que aparecia sempre para trocar o marca passo, deixando minutos depois o paciente em ataques cada vez mais violentos, era Marcus Andrew, um antigo médico legista acusado de contaminar evidências. È dele a orquestra da vingança.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de abril de 2019
Bom filme, um suspense vivido em Nova York normalmente é bom, uma história interessante e diferente de alguns outros filmes policiais.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 475 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de setembro de 2024
**"O Colecionador de Ossos" - Um Thriller Promissor que Perde Força no Final**

"O Colecionador de Ossos" começa com um ritmo envolvente, estabelecendo um clima de mistério que prende a atenção do público desde os primeiros minutos. A trama é cuidadosamente construída, conseguindo surpreender em momentos chave, o que inicialmente mantém o suspense e a tensão em alta. No entanto, à medida que a história avança, especialmente na segunda metade, o filme perde parte de seu vigor, resultando em um desfecho que deixa a desejar.

O filme é ancorado por um elenco talentoso, com destaque para a química palpável entre Denzel Washington e Angelina Jolie. Jolie, mesmo em um papel mais contido e reservado, consegue transmitir de forma convincente o nervosismo e o desconforto de sua personagem diante das situações intensas e desafiadoras da trama. Suas cenas dramáticas, especialmente as que envolvem o trabalho policial, são bem executadas e mostram sua habilidade em retratar emoções complexas.

Denzel Washington, por sua vez, assume um papel que o tira de sua zona de conforto habitual, interpretando um ex-policial debilitado fisicamente, o que o força a depender mais de suas expressões faciais e da sutileza de sua atuação para transmitir emoção e tensão. Washington se destaca ao trazer uma profundidade ao personagem que vai além do esperado, provando mais uma vez por que é considerado um dos maiores atores de sua geração.

Phillip Noyce, o diretor, faz um excelente trabalho em manter o mistério ao longo da maior parte do filme, desenvolvendo um quebra-cabeça que convida o público a participar ativamente na resolução do enigma. Contudo, o grande problema de "O Colecionador de Ossos" é justamente a maneira como essa expectativa é conduzida até o final. Durante toda a narrativa, parece que estamos nos encaminhando para um confronto intelectual entre o protagonista e o antagonista, um embate de mentes que deveria culminar em um clímax memorável. No entanto, o que recebemos é uma conclusão apressada e anticlimática, onde a resolução parece depender mais de coincidências e sorte do que da astúcia e inteligência que foram sugeridas ao longo do filme.

O desfecho final, que deveria ser o ápice da tensão, acaba por ser um dos pontos mais fracos da produção, deixando o público com uma sensação de frustração. Essa resolução apressada interfere diretamente na experiência geral do filme, transformando o que poderia ter sido um grande thriller em algo mais mediano.

Apesar desses problemas, "O Colecionador de Ossos" ainda oferece uma experiência cinematográfica satisfatória, especialmente para os fãs do gênero. Os elementos de suspense, combinados com as performances poderosas de Washington e Jolie, garantem que o filme mantenha o interesse até o final, mesmo que o desfecho não seja tão impactante quanto poderia ser. Em comparação com outros thrillers policiais, "O Colecionador de Ossos" se destaca em algumas áreas, mas ao final, deixa a sensação de que a história tinha potencial para muito mais. É um filme que vale a pena ser visto, especialmente pelas atuações e pela tensão que sustenta na maior parte do tempo, mas que poderia ter sido muito mais memorável com um final mais bem elaborado.
Ludgero B
Ludgero B

13 seguidores 102 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de maio de 2020
Filme bom e interessante. Que vai crescendo a cada segundo. Angelina Jolie interpreta com muito realismo o seu personagem.
Kenny Smash
Kenny Smash

26 seguidores 100 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É um bom filme, sinceramente não achei tão original pq já vi diversas vezes filmes assim, mesmo assim não deixa de ser um bom filme, enfim dou nota 7,5 por ser um bom filme policial e pela boa atuação de Denzel Washington que sem mexer um músculo consegue ser ótimo ator. rsrs.
Fabrizio
Fabrizio

17 seguidores 80 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Assisti este filme no cinema e achei legal demais a trama e o desenrolar, e pela grandeza que eu vi durante todo o filme achei realmente que o final é no mínimo mixuruca, porém ainda assim é um filme é ótimo.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 882 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de dezembro de 2025
O colecionador de ossos é um filme de crime/policial que contou com a direção de Phillip Noyce e roteiro de Jeffery Deaver e Jeremy Iacone. Na trama, acompanhamos um criminologista tetraplégico chamado Lincoln (Denzel Washington) que orienta a jovem policial Amelia (Angelina Jolie) na caçada de um serial Killer. Sempre atrás, ambos tentam descobrir quem será a sua próxima vítima. O longa é inspirado em um romance homônimo de 1997, de Jeffery Deaver, devido ao rápido sucesso em vendas, logo fizeram essa adaptação. O filme surge de forma tímida diante de outros sucessos no cinema dos anos 1990 com essa temática: Seven e O silêncio dos inocentes. O filme tem uma narrativa rápida apesar de suas 2 horas. Além de um elenco competente, além dos já mencionados, cabe lembrar de Michael Rooker e Queen Latifah. Porém, existem alguns problemas que faz com que o filme seja esquecível. Entre eles está a falta de profundidade diante de um tema interessante e ainda atual: eutanásia. Além da falta de melhores diálogos entre os protagonistas, o que deixa muito artificial a relação próxima entre ambos os protagonistas. Outro problema é na obviedade (zero surpresa) na identidade do assassino e no risco enorme de ser pego ( e diversas vezes) diante da sua real motivação.
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