Truque De Mestre: O 2º Ato
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4,1
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69 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 17 de agosto de 2016
Truque de Mestre: O Segundo Ato é um filme notavelmente inferior ao seu antecessor, que já não era muito bom, tanto no roteiro, quanto na direção, tudo é muito inferior aqui. A história oferece apenas mais do mesmo, e sempre com aquele pretexto de que eles são mágicos e por isso podem fazer tudo que bem quiserem, e a única maneira de curtir esse filme é se você realmente engolir essa idéia, pois não há um pingo de plausibilidade no que ocorre aqui. A participação do Daniel Radcliffe é apenas legalzinha mas o personagem dele é genérico e esquecível, e há sim um leve valor de entretenimento aqui mas nada que se diga que é muito legal. O resultado no fim das contas, apesar de levemente divertido, é fraco e esquecível.
Rômulo L
Rômulo L

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2,0
Enviada em 6 de novembro de 2018
Que nota daria para filme Truque de Mestre 4.5. Dar para perceber que roteirista não flerta com a palavra homogenia que na ciência são dois líquidos que não possar ser misturados, mas o que isso tem a ver com a trama? Por que não criou uma própria identidade para história do cavaleiro ilusionista, várias subtramas desnecessárias para desviar a atenção dos cinéfilos que a metade do filme já estava completamente perdido e sem sentido e não deu um rumo coeso para fechamento da história. Caro Amigo leitor deu para perceber quem é o verdadeira ameaça do filme. Até a próxima crítica.
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de junho de 2016
Extravagante e divertido, apresentando uma dinâmica mais entrosada dos Quatro Cavaleiros, esta sequência do filme de 2013 retoma seus acertos assim como seus excessivos deslizes narrativos.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de junho de 2016
Assim como no primeiro filme dessa série, “Truque de Mestre: O Segundo Ato”, filme dirigido por Jon M. Chu, se apoia no ilusionismo durante boa parte da sua duração. Entretanto, existe uma diferença significativa entre essa continuação e “Truque de Mestre”, na medida em que o roteiro escrito por Ed Solomon se dedica mais à construção das personagens, notadamente àquele que é o vértice principal deste filme: Dylan Rhodes (Mark Ruffalo).

Ao contrário do primeiro filme, cujo roteiro se apoiava em várias dúvidas razoáveis, em “Truque de Mestre: O Segundo Ato” não existe segredos. Tudo está escancarado na cara da plateia. Todo mundo agora sabe que os Quatro Cavaleiros (Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Lizzy Caplan) usam a mágica para desmascarar empresários inescrupulosos. Por isso mesmo, quando eles ressurgem, depois de um tempo escondidos, o interessante é perceber que eles não estão agindo em prol de uma agenda própria, e sim do interesse dos outros – mais precisamente de alguém contra quem eles sabem que, se enfrentarem, o jogo será bem perigoso.

Desta maneira, para manter “Truque de Mestre: O Segundo Ato” na mesma linha do primeiro filme, o roteiro aposta em várias reviravoltas para tentar surpreender a plateia. Entretanto, na maior parte das vezes, o tiro sai pela culatra, uma vez que essa continuação acaba se revelando um filme um tanto irregular, que só se sobressai mesmo quando vemos as cenas em que os Quatro Cavaleiros aparecem fazendo aquilo que eles sabem executar melhor: mágicas. São nesses momentos em que o longa se torna ágil, interessante e capaz de prender a atenção de sua plateia.
AndréIsaque
AndréIsaque

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de novembro de 2016
Tão ruim quanto o primeiro, repete os mesmos erros. Mágicas completamente irreais com personagens caricatos e outros desprezíveis. O filme buscar impressionar, chocar a cada truque, é um longa supervalorizado. O melhor filme de mágica é O Grande Truque, que apresenta a mágica verdadeira e uma trama sensacional e surpreende nte
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de junho de 2016
TRUQUE DE MESTRE 2
Um filme de magia que apresenta, os quatro cavaleiros, que não são os do apocalipse, mas são mágicos: Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson) e Jack Wilder (Dave Franco) e Lizzy Caplan, a mágica Lula, que seguem seu mestre Dylan Rhodes (Mark Ruffalo). Eles fazem uso do ilusionismo na missão simbólica de desvelar as mazelas do mundo financeiro.
Quando vamos ao cinema é para ver uma apresentação ágil que nos encante com suas ilusões, que tenha sentido e significado, que os interpretes sejam convincentes e que não agridam a humanidade. Truque de Mestre 2 tem alguns desses ingredientes, mas não chega a agradar amplamente devido a aceleração com que as cenas foram montadas, com legendas longas em ritmo acelerado que o cérebro tem dificuldades para acompanhar, o que provoca desconforto e reduz o prazer que ver o filme deveria proporcionar. Muito barulho, muito impacto, cenas confusas que não dizem nada. Tem-se a sensação de o filme poderia ter sido produzido com menos custos e mais empolgação da plateia.
No entanto, sob a forma de fantasia mágica o filme traz o tema crucial do mundo financeiro: os hackers, o roubo de informações confidenciais, as manipulações do mercado e a ação dos especuladores nesta época de aceleração do cassino financeiro em que a economia global se transformou, girando em alta velocidade, gerando grandes incertezas quanto ao futuro com a concentração crescente de grandes montantes de capital financeiro em poucas mãos, os controladores do dinheiro, o 1% mais rico do mundo pouco preocupado com as questões humanitárias e ambientais. Em nossos dias nada mais fica oculto, tudo que se escondia nas sombras se evidencia sob a força da luz. No filme, as mágicas dos cavaleiros conseguem encontrar soluções, mas na vida real, não sabemos qual será o desfecho final dos truques dos especuladores.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de setembro de 2016
São grandes produções que circulam pelo currículo do diretor Jon M. Chu: de três filmes da franquia Ela Dança, Eu Danço, a biografias do cantor Justin Bieber, o americano já chegou a dirigir de tudo um pouco. Seu trabalho mais recente é a adaptação da série animada de nome homônimo: Jem e as Hologramas (2016), que já estreou em seu país de origem, mas por ser um flop certeiro ainda não chegou às telonas tupiniquins — e provavelmente não vai chegar, quem sabe somente em DVD. Sendo assim, o auge do diretor se encontra em G.I. Joe — Retaliação (2013). Contudo, mesmo assim, o longa não é de todo perfeito. Dito isso, só nos resta pensar: o que andou pela cabeça dos produtores de Now You See Me (no título original) ao contratar M. Chu para dirigir a sequência de um dos maiores fenômenos de 2013? A resposta mais provável é clara: o dinheiro, com o qual com M. Chu economizariam bastante. O resultado dessa empreitada é claro: ao final de tudo, o prejuízo — nas bilheterias — foi inevitável.

Os Quatro Cavaleiros, após enganarem o FBI, são foragidos federais e vivem na surdina. Mesmo assim, eles continuam sendo um sucesso mundial e têm como próximo ato desmascarar um gênio da informática. Porém, o jogo vira, e os Quatro Cavaleiros se veem enfrentando um inimigo desconhecido que fará de tudo para quebrá-los.

"Perdeu-se a mágica". Esse, no geral, é um dos maiores erros da recente sequência. Enquanto no filme de Leterrier, mesmo com sua ação frenética, cada ato do filme se abria com um ato de mágico incrivelmente engenhoso, aqui esse elemento — um dos principais da franquia — se encontra escasso, se não desvalorizado. Há apenas duas cenas em que uma mágica ou outra se faz presente, e apenas uma delas não está ali para ocupar espaço. Fora isso, O Segundo Ato perde boa parte da mágica, e sendo assim, automaticamente, perde um pouco de sua identidade — é fácil comparar a sequência a um longa do 007: o grupo de cavaleiros é enviado a determinada missão — missão esta acompanhada de cenas de luta sem emoção e tiroteios pouco massivos — na qual eles vão se ferrar bastante mal ao final tudo acabará bem.

Isla Fisher, que interpretava a personagem Henley em Truque de Mestre, não dá a cara na sequência. De todo, isso não é ruim, já que a personagem só estava ali por interesse amoroso. Mas para o fã assíduo do primeiro filme, não há um diálogo se quer explicando aonde a personagem fora parar e nem disso M. Chu e os roteiristas Ed Solomon e Boaz Yakin tiram proveito: em Truque de Mestre, embora mal desenvolvido, havia certo interesse romântico entre a personagem de Henley e Daniel Atlas (Jesse Eisenberg). Com a saída de Fisher do elenco, o roteiro poderia explorar como isso afetou Atlas, para que assim desenvolvesse mais o personagem; contudo, nem isso é feito, nos levando a outro erro: não há se quer o desenvolvimento de personagem, exceto o de Dylan Rhodes (Mark Ruffalo); mas no final tudo se torna repetitivo novamente: o personagem de Ruffalo se volta sempre para a traumatizante morte do pai e de lá nunca sai.

Mas Henley ganha enfim sua substituta: a atrapalhada Lula (Lizzy Caplan), que compensa a ausência de Fisher pelo seu carisma. Mas ao final, a personagem sofre o efeito do resto do elenco, que é o vazio quanto ao desenvolvimento. E o que falar de Li, personagem de Jay Chou, que aparece no pôster oficial e chegou até a ganhar um individual (!) e apesar de tudo mal consegue ter uma cena importante — nem se quer uma de longa duração; e também há o desperdício de talento: de alguma forma conseguiram fazer um filme com Morgan Freeman e Michael Cane ser insuportável de assistir.

E se há um erro que a saga carrega desde o seu primeiro é quanto às explicações dos truques. O filme está em seu ritmo frenético, e de repente precisa parar, quebrar todo o seu clima, para que enfim algum ator com roteiro decorado de có a salteado explique ao truque. Claro que, afinal, a explicação é necessária, mas o fato é que os roteiristas não souberam como abordar esta de uma maneira menos boba e ridícula, diga-se de passagem.

Contudo, esse não é o maior erro dos roteiristas. O roteiro em si se prova um erro, de tão repetitivo e nada criativo que é. A única solução ara uma continuação plausível a Truque de Mestre seria enfim abordar discretamente a Organização Eye, mas raramente ela é citada, e quando é não se tem clareza, provavelmente deixando o espectador bastante perdido. Fora isso, o roteiro oferece uma reciclagem do primeiro, só que bastante pior.

Mas, calma! O Segundo Ato tem seus pontos positivos, inclusive no roteiro. Se por um lado no filme de 2013 Leterrier explorava o fato de como as pessoas eram enganadas tão facilmente e como gostavam disto, o roteiro de Segundo Ato aborda diversificados pontos: como a tecnologia atual prejudica bastante a nossa privacidade — um assunto bem delicado nos Estados Unidos, devido ao caso Snodew; e usa o confronto do velho e do novo: o velho, presente no grupo de mágicos, e o novo, no antagonista de Daniel Radcliffe, Walter Mabry. E mesmo com um roteiro reciclado, o filme tenta se mascarar revertendo a situação, o que não dá certo. Talvez, o ingrediente que mais faça falta em Segundo Ato e que se fazia bastante presente em Truque de Mestre seja o dinamismo.

Das atuações há o que falar de Eisenberg e Radcliffe. Recém saído das gravações de Batman Vs Superman — A Origem da Justiça (2016), como Lex Luthor, Eisenberg não renova em seu papel, reprisando a mesma performance em que mostra em seus trabalhos, dessa vez ainda carregando algo de Luthor nas costas — os maneirismos e o olhar sádico. Mas quem se revela surpresa é Radcliffe. Se distanciando — e muito — pela primeira vez do personagem que marcou sua carreira, Harry Potter, Radcliffe, ao contrário de Eisenberg, dá uma ótima performance, compondo um vilão crível, mostrando que o ator tem bastante potencial para ir longe.

Contudo, no geral, o filme mal vale para o fã. Resumindo-o ao todo, é pura enrolação de uma hora e meia; o "negócio" fica bom nos trinta minutos finais: é lá que começa o Truque de Mestre que você veio buscar vê, mas ai as cortinas já estão se fechando, as luzes se apagando, e o espectador tem a sensação que gastou tempo — e dinheiro — aos quatro ventos.

Nota: 5.0/10
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de novembro de 2016
Eis que Harry Potter (Daniel Radcliffe), aposentado de Hogwarts, se une aos Quatro Cavaleiros do Olho para.....um roubo? Teria Harry se entregado ao poder obscuro de Lorde Voldemort? "Shame on you Potter, shame on youuuuu!". Segundo episódio nos cinemas do sucesso (não para minha pessoa) TRUQUE DE MESTRE (2013 - comentários no NP), agora sobre a direção de Jon M. Chu (Quem? Ele dirigiu G.I. JOE: RETALIAÇÃO de 2013 - comentários no NP) que nos traz mais do mesmo (famosa frase). Mesmo enredo, com mesmas reviravoltas, quase mesmo elenco e com uma coisa diferente: o roteiro é pior. Se ignorar os erros de continuidade, situações mal explicadas, diálogos clichês, acontecimentos que fogem da lógica, a trama é empolgante que nem seu antecessor, com a Trilha Sonora trabalhando para "os atos de mágica", dando até certa empolgação nas cenas. Aqui a Física é colocada em xeque e os truques revelados (que o Sindicato dos Mágicos não assista). O elenco está para lá de simpático e entrega um bom trabalho, só que devido a história, personagens que foram importantes antes, neste são mero coadjuvantes (por mais que sua figura seja significativa). Destaques para os atores Woody Harrelson (com sua dupla atuação), Daniel Radcliffe (mesmo não sendo bem aproveitado, ele dá um belo contraste com outro personagem de sucesso de sua carreira, citado acima) e Lizzy Caplan (por interpretar bem uma personagem que substitui à altura outra que saiu e por sua beleza, que olhar! Aiaiuiui). Seja qual foi sua opinião sobre o primeiro ato, será igual neste seguinte, isso se você desconsiderar o roteiro fraco. Tudo indica uma continuação e vamos torcer para que os bruxos da Casa de Grifinória ajudem aos Quatro Cavaleiros do Olho a conseguir, mesmo que "Harry" tenha tombado ao Lado Negro da Força.....(.....e um melhor roteirista, por favor.....)...
Iago B.
Iago B.

70 seguidores 127 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de janeiro de 2017
Mais uma continuação de 2016 q e inferior ao seu antecesor,a premissa e a mesma,msm perdendo o foco o filme ainda é sobre magica mais tem mts defeitos a história e fraca e arrastada e não tem tanto pesso quanto o primeiro tem,com algumas cenas legais com destaque a uma cena envolvendo uma carta que é mt boa mais o filme em si ficou a desejar.nota-5,5/10
Roger I.
Roger I.

7 seguidores 39 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de junho de 2016
Filme regular e mediano, tipo de sessão da tarde. Paguei R$ 7,00 para assistir, pelo filme ta otimo pagar este valor.
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