Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Thiago C
172 seguidores
152 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 10 de junho de 2016
Extravagante e divertido, apresentando uma dinâmica mais entrosada dos Quatro Cavaleiros, esta sequência do filme de 2013 retoma seus acertos assim como seus excessivos deslizes narrativos.
Truque de Mestre: O Segundo Ato é mais consciente que seu antecessor, tentando reparar da melhor maneira possível os deslizes cometidos pelo primeiro filme.
No entanto, nem por isso se mostra mais interessante, pelo contrário, apela ao espetáculo pensando que tem pompa o suficiente para ser um grande filme, quando, na verdade, está muito longe disso.
Se no primeiro filme o público era feito de bobo, com reviravoltas mal exploradas, aqui a preguiça do roteiro comete o mesmo erro, contudo, dessa vez quem acaba como o bobo da história é o próprio filme, que além da superfície não tem nada a oferecer.
Assim como no primeiro filme dessa série, “Truque de Mestre: O Segundo Ato”, filme dirigido por Jon M. Chu, se apoia no ilusionismo durante boa parte da sua duração. Entretanto, existe uma diferença significativa entre essa continuação e “Truque de Mestre”, na medida em que o roteiro escrito por Ed Solomon se dedica mais à construção das personagens, notadamente àquele que é o vértice principal deste filme: Dylan Rhodes (Mark Ruffalo).
Ao contrário do primeiro filme, cujo roteiro se apoiava em várias dúvidas razoáveis, em “Truque de Mestre: O Segundo Ato” não existe segredos. Tudo está escancarado na cara da plateia. Todo mundo agora sabe que os Quatro Cavaleiros (Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Lizzy Caplan) usam a mágica para desmascarar empresários inescrupulosos. Por isso mesmo, quando eles ressurgem, depois de um tempo escondidos, o interessante é perceber que eles não estão agindo em prol de uma agenda própria, e sim do interesse dos outros – mais precisamente de alguém contra quem eles sabem que, se enfrentarem, o jogo será bem perigoso.
Desta maneira, para manter “Truque de Mestre: O Segundo Ato” na mesma linha do primeiro filme, o roteiro aposta em várias reviravoltas para tentar surpreender a plateia. Entretanto, na maior parte das vezes, o tiro sai pela culatra, uma vez que essa continuação acaba se revelando um filme um tanto irregular, que só se sobressai mesmo quando vemos as cenas em que os Quatro Cavaleiros aparecem fazendo aquilo que eles sabem executar melhor: mágicas. São nesses momentos em que o longa se torna ágil, interessante e capaz de prender a atenção de sua plateia.
Ahhh...tão bom quanto o primeiro. Que filme! Os truques continuam impossivelmente surpreendentes, em um enredo equilibrado e bem desenvolvido que nem sentimos acontecer, esperando sempre a próxima ilusão. O elenco é simplesmente incrível e manda no longa, com o implemento de Lizzy Caplan temos uma elevação desse grupo, e a mesma veio pra se destacar. A mistura de cenários e músicas também vale certa atenção. Esses são os melhores. Espero ansioso uma continuação.
Tão ruim quanto o primeiro, repete os mesmos erros. Mágicas completamente irreais com personagens caricatos e outros desprezíveis. O filme buscar impressionar, chocar a cada truque, é um longa supervalorizado. O melhor filme de mágica é O Grande Truque, que apresenta a mágica verdadeira e uma trama sensacional e surpreende nte
TRUQUE DE MESTRE 2 Um filme de magia que apresenta, os quatro cavaleiros, que não são os do apocalipse, mas são mágicos: Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson) e Jack Wilder (Dave Franco) e Lizzy Caplan, a mágica Lula, que seguem seu mestre Dylan Rhodes (Mark Ruffalo). Eles fazem uso do ilusionismo na missão simbólica de desvelar as mazelas do mundo financeiro. Quando vamos ao cinema é para ver uma apresentação ágil que nos encante com suas ilusões, que tenha sentido e significado, que os interpretes sejam convincentes e que não agridam a humanidade. Truque de Mestre 2 tem alguns desses ingredientes, mas não chega a agradar amplamente devido a aceleração com que as cenas foram montadas, com legendas longas em ritmo acelerado que o cérebro tem dificuldades para acompanhar, o que provoca desconforto e reduz o prazer que ver o filme deveria proporcionar. Muito barulho, muito impacto, cenas confusas que não dizem nada. Tem-se a sensação de o filme poderia ter sido produzido com menos custos e mais empolgação da plateia. No entanto, sob a forma de fantasia mágica o filme traz o tema crucial do mundo financeiro: os hackers, o roubo de informações confidenciais, as manipulações do mercado e a ação dos especuladores nesta época de aceleração do cassino financeiro em que a economia global se transformou, girando em alta velocidade, gerando grandes incertezas quanto ao futuro com a concentração crescente de grandes montantes de capital financeiro em poucas mãos, os controladores do dinheiro, o 1% mais rico do mundo pouco preocupado com as questões humanitárias e ambientais. Em nossos dias nada mais fica oculto, tudo que se escondia nas sombras se evidencia sob a força da luz. No filme, as mágicas dos cavaleiros conseguem encontrar soluções, mas na vida real, não sabemos qual será o desfecho final dos truques dos especuladores.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade