Anomalisa
Média
3,7
206 notas

32 Críticas do usuário

5
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.038 seguidores 3.148 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2021
Muito bom filme que mostra através do live action momentos e momentos de um personagem cativante e cheio de enigmas, numa visão quase futurista, ressalvas para o ritmo que poderia ter sido mais cadenciado, assim dando mais energia para o filme.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.605 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de dezembro de 2020
Estava com uma grande expectativa para ver e acabei me decepcionando um pouco.
Animação como essa nunca tinha visto e gostei,eles parecem humanos,mas dá para ver que são bonecos.
É tudo muito louco quando vemos e escutamos todos como a mesma pessoa assim como o protagonista,é agoniante.
Bom para conhecer essa síndrome de Fregoli que nunca tinha ouvido falar.
O cara ajudava as pessoas a serem melhor,mas não conseguia fazer o bem para as pessoas próximas.
Fiquei com a dúvida se realmente o significado do título existe em japonês.
Melhor parte: o pesadelo super real.
O filme poderia ter se aprofundado mais no novo relacionamento(2 problemáticos),mas entrega um final decepcionante e pesado.
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 232 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de março de 2021
Uma animação para adultos , com um roteiro muito bom! , onde trás um homem deprimido , perdido, infeliz.., que mesmo com sucesso profissional , e familiar ,  não tem plenitude , falta algo a ele que nem mesmo ele sabe o que é, e então ele conheçe Lisa!.. os diálogos são excelentes , um filme psicológico, que me fez lembrar Wood Allen, ótima trilha sonora! A parte "Cindy Lauper" é maravilhosa!... Creio que, justamente o que não combinou com este filme , foi ele ser uma animação,... faltou as expressões faciais!. o olhar ! a interpretação .., um roteiro tão bom!  um filme tão humano , não poderia vir em forma de animação.
Cid V
Cid V

265 seguidores 614 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de março de 2021
Respeitado conferencista e autor de livros sobre atendimento a clientes, Michael Stone, viaja para mais uma conferência em Cincinnati. Ele se encontra com um amor do passado e o encontro é mal sucedido. Tem uma compreensão crescente do absurdo de sua vida e apaixona-se subitamente por uma jovem hospedada no mesmo hotel, Lisa. Porém, a vida segue.

Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2021/03/filme-do-dia-anomalisa-2015-duke.html
Gustavo G
Gustavo G

6 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de janeiro de 2019
Para ser uma obra de arte, o ideal é que não tenha a intenção de ser uma obra de arte. O preciosismo tira um pouco do brilho. Para ser mais específico, desde sempre, o filme tenta mostrar que as mensagens são subjetivas, força muito a barra para ser psicodélico, perde o gosto da sutileza. Muitos não gostaram, por não entender, eu entendi e achei bem "mais ou menos".
Gabriele M
Gabriele M

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0,5
Enviada em 2 de dezembro de 2018
O pior filme que já vi na vida! Horrível, irritante e sem sentido. Perda de tempo! Não sei como o site te e coragem de avaliar como pontuação máxima!
Leonardo C.
Leonardo C.

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5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2016
Charlie Kaufman, um dos maiores roteiristas da atualidade, está de volta com mais uma obra prima, anomalisa. Uma animação que não é para criancas, complexo, melancólico, subjetivo, uma grande concorrência a divertida mente no Oscar. Anomalisa trabalha com a mente humana, um uso excelente de seus 3 dubladores e com muitos detalhes que quando percebidos dão algo a mais para o filme, como o nome do hotel. Uma grande obra que merece ser vista, apesar de não ser para qualquer público.
paulogazel
paulogazel

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de janeiro de 2017
Apesar de sua notória capacidade de ensinar como melhorar o "relacionamento com o cliente", Michael (dublado por David Thewlis) não demonstra ser capaz de se relacionar com as pessoas sem que cada interação lhe pareça sacrificante. Figura melancólica e apática, não parece ser capaz de se interessar ou, muito menos, de se empolgar com nada ou com ninguém. A animação consegue traduzir brilhantemente tais traços de sua personalidade, fazendo com que o expectador sinta uma espécie de estranheza ao notar o quão humano pode ser uma “simples” animação em stop motion.

Quando Michael, emocionalmente vulnerável, recorre a um antigo caso amoroso para tentar dar fim à sua inquietude, eis que surge a maior das estranhezas do filme: todos os demais personagens, sejam homens ou mulheres, possuem a mesma voz (dublada por Tom Noonan), à semelhança do recurso utilizado em "Quero ser John Malcovich" (cena surreal em que todos possuem o mesmo rosto, o do próprio Malkovich). Em uma primeira percepção, desatenta, o expectador de Anomalisa pode chegar a pensar que o antigo caso de Michael se trata de um crossdresser, tamanha surrealidade do recurso utilizado por Charlie Kaufman (dessa vez, como roteirista e diretor, ao lado de Duke Johnson).

Eis que lhe surge, hospedada no mesmo hotel e no mesmo andar, Lisa (dublada por Jennifer Jason Leigh), uma completa estranha, aparentemente capaz de dar ordem ao caos interior de Michael. Daí já podemos refletir sobre a razão de ser do uso do recurso vocálico, uma vez que Lisa (Jennifer Jason Leigh) é a única com timbre vocal (que transparece ingenuidade e otimismo) diverso ao de Michael. E também a única que consegue, involuntariamente, arrefecer a visão negativa que Michael possui a respeito da vida.

Lisa, por sua vez, é um personagem cativante. Insegura, sem acreditar ser digna do amor e do sucesso, é apelidada de “Anomalisa”, por sua "singularidade". Temos aqui uma ousada cena de sexo, bastante incomum, mas certamente dispensável. Para o desalento de Michael (e dos expectadores que se identificaram com os personagens), o que poderia ser uma virada na vida de ambos não passou de fogo de palha. Os defeitos que Michael passa a perceber da moça, no dia seguinte (após a inebriante empolgação da véspera), vão fazendo com que o encanto se acabe (desencanto claramente demonstrado pelo recurso vocálico, em que a voz de Lisa vai perdendo a identidade).

A banalidade e a monotonia da narrativa faz com que o expectador fique, o tempo todo, aguardando que algo surpreendente ocorra. Apesar de toda a torcida por uma surpresa impactante ou por um desfecho arrebatador (que possa, quem sabe, justificar a inclusão do filme na lista dos indicados ao oscar de melhor animação), o expectador acaba por amargurar a chegada dos créditos finais justamente no momento em que a história poderia se desenrolar de forma mais dinâmica. A amplitude dos significados que Kaufman incorporou ao filme poderia ter sido, a partir desse ponto, melhor explorada.

Um dos grande problemas do filme é a falta de empatia que sentimos em relação a Michael. Por mais que tentemos entendê-lo, sua apatia e sua deprimente falta de vontade de viver criam uma grande barreira em frente à tela. Além disso, apesar de ser bem contada, a lovestory de Michael e Lisa não convence. E se o enredo em si não justifica a inclusão no seleto rol de concorrentes à estatueta, da qualidade gráfica da animação também se pode dizer o mesmo. A animação surreal kafkiana de Kaufman peca por descuidos gráficos.

Sem dúvida, a escolha pelo formato stop motion trouxe realismo ao filme. Porém, trata-se de animação visivelmente desleixada, em que são visíveis, por exemplo, rachaduras nos rostos dos personagens. Claro que muitos verão descuidos como intencionais genialidades de Kaufman (assim como veriam grande beleza na nova roupa do rei). Intenções à parte, o roteirista dos excelentes "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" e "Adaptação" conseguiu imprimir humanidade aos personagens e às situações, mas não conseguiu cativar o expectador mais exigente de uma arte visualmente aprimorada. Tal descuido, por si só, já deixa o filme como azarão na corrida pelo Oscar, considerando que concorrerá com o ótimo "Divertida Mente". Entretanto, não será de causar choque se a academia o agraciar, uma vez que se trata de um divisor de águas, uma animação de louvável esforço criativo, que corajosamente rompe com os padrões até então estabelecidos para o gênero.
Xanda d.
Xanda d.

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de agosto de 2020
5? É sério isso? Fora a parte artística interessante, a história de um babaca casado em busca de preencher seu vazio, q seduz e larga uma moça ingênua com a msm rapidez ñ me convenceu... a parte do discurso final é vergonha alheia pura.
Paulo Victor C.
Paulo Victor C.

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5,0
Enviada em 16 de julho de 2018
Quando Charlie Kaufman pediu a ajuda dos fãs para produzir um "filme belo e único" através do crownfunding (forma de financiamento em que qualquer pessoa pode investir na produção), ficou claro que mais uma incrível ideia do roteirista estava chegando. E foi de fato mais uma incrível ideia.
Michael Stone (dublado por David Thewis, Harry Potter e O Prisioneiro de Azkaban) é um pai de família que chega à cidade de Cincinnati para fazer uma palestra sobre atendimento ao consumidor. Ele é um escritor atormentado por um relacionamento que teve no passado quando conhece uma fã dos seus livros, Lisa (dublada por Jennifer Jason Leigh, Os Oito Odiados).
O stop motion é muito importante no filme, pois mostra bem a decadência do personagem principal e o simples fato dele não ligar para as outras pessoas. É impressionante também perceber que a voz é um instrumento muito bem utilizado na animação. A voz mais marcante é a de Jennifer Leigh, porque ela consegue demonstrar carinho, timidez e um pouquinho de sensualidade. Quem for atento lembrará logo de Scarlett Johansson no filme Ela (2013). Os outros personagens são dublados por Tom Noonan e, além de terem a mesma voz, possuem o mesmo rosto (o que prova que o personagem principal não ligava para nada).
O interessante nesse projeto é perceber algumas características marcantes dos filmes de Kaufman. A dificuldade do personagem de ter contato com os outros lembra muito Nicolas Cage em Adaptação (2002); o fato de todos os personagens, exceto Michael e Lisa, terem o mesmo rosto lembra bastante Quero Ser John Malkovich (1998).
Indicado ao Oscar de melhor filme de animação e vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza, Anomalisa apresenta um estilo diferente de animação com diálogis verdadeiros e repletos de palavrões, mas erra na hora da conclusão. O filme deixa um vazio e os personagens ficam um pouco sem sentido. Não é o melhor filme de Charlie Kaufman, mas é um ótimo trabalho e merece ser visto e reconhecido.
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