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Júnior S.
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269 críticas
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4,5
Enviada em 29 de julho de 2017
Escancara a frieza dos bancos e das pessoas envolvidas com eles; A força que o tema traz - dramas sérios sobre perda, são por vezes desperdiçados em cenas artificiais. A Grande Aposta, mesmo sendo bem mais técnico, tem mais impacto nesse aspecto. Mas a força de 99 Homes está na dramaticidade das situações retratadas, tudo reforçado pelas atuações intensas de Andrew Garfield e Michael Shannon. Principalmente de Shannon, mais assustadoramente magnético do que nunca. Ótimo!
Um filme realista e chocante dentro da realidade da quebra financeira de todos nos EUA, mostra a pressão capitalista sobre um povo que acredita no Estado.
Um bom exemplo de como algumas pessoas se deixam ir pela ilicitude depois de sofrerem injustos revezes na vida. Dramas de consciência. "Moral" duvidosa que espreme o personagem em seu senso ético.
Excelente filme que, tendo a Crise de 2008 nós EUA, acaba por abordar temas atemporais como solidariedade, cobiça, sentimento de pertencimento, sobrevivência, etc O enredo é bem amarrado apesar de algumas licenças para caber no espaço de uma sessão de cinema. As atuações são muito boas e a filmagem em formato semelhante ao das reportagens norte-americanas dá à obra uma sensação maior de realidade e imersão. O filme era algo esperado porém não desafina. Bom filme que deveria ter tido maior bilheteria.
Para entender o filme, o indivíduo deve ter uma noção sobre o mercado imobiliário americano, o filme traz a hipoteca, onde você financia uma casa com o banco e se não pagar o valor de financiamento sua casa pertencerá ao banco e isto fica bem claro na relação contratual. O filme mostra uma época do Estados unidos onde houve uma quebra do mercado imobiliário, que eram feitos financiamentos para pessoas que não teriam condições de pagar, muitas pessoas comprando sem ter dinheiro, isso trouxe a quebra do mercado. Esse filme não é sobre capitalismo malvado, mas sim de um estado que se mostrou ineficiente apoiando a ideia de compras de imóveis, em uma visão mais filosófica mostra bem a ideia do "homem sendo o lobo do homem" Michael Shannon traz uma atuação perfeita, ele não é mau, nem bom, ele faz o que deve ser feito, e tem partes onde ele mostra uma ideia um tanto quanto liberal, pois mesmo que você esteja produzindo, comprando e vendendo o estado vai tirar uma parte por que é o que ele sabe fazer, tomar posse. Uma ótima dica que o filme dá, não compre nada sem ter dinheiro em mãos sem ter a certeza que irá pagar.
Muito bom. Retrata a pior parte do capitalismo, o lucro a qualquer custo. Excelentes interpretações. Quanto ao final , que muitos reclamaram, acho que não entenderam a proposta do filme.
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