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Jackson A L
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1.230 críticas
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3,5
Enviada em 23 de novembro de 2019
O filme vale como passatempo, porém é muito infantil, muito aquém daquilo que se espera do Homem-Aranha. Não gostei também do excesso de efeitos, ficaram muito psicodélicos. Atenção para os créditos finais.
Conclusão leve, jovem e divertida da fase 3, com clima de férias, aumento da responsabilidade, hologramas e Europa. Bem divertido, para relaxar. Porém é tudo mentira.
Primeira coisa a ser dita, como no trailer do filme em que o Tom Holland já avisa de cara: se você não viu Vingadores Ultimato, melhor nem ver essa nova aventura do Homem-Aranha, embora mesmo quem não viu ainda o último filme dos Vingadores (se tal pessoa existe) já deve saber o desfecho. Não darei spoilers, mas dito isso, posso dizer que Longe de Casa é um daqueles filmes de entretenimento vazio, mas que flui bem na maior parte do tempo. O filme começa morno e depois melhora consideravelmente, talvez pelas belíssimas imagens de cidades europeias, ou talvez pela previsível, mas interessante mudança de rumo que o filme toma em determinado momento devido ao vilão da história. Porém não se engane. Longe de Casa é um filme raso, de piadas dispensáveis e previsibilidade nas alturas. O roteiro é fraco, algumas cenas vexatórias, ainda mais pensando no potencial da história a ser contada. Contudo, é um filme de puro entretenimento fácil, que se prende no carisma de seu protagonista e de seu vilão para engrenar. Triste ver uma ideia tão consistente ser diluída em efeitos especiais de médio impacto e uma fragilidade narrativa gritante. A forma com que tudo se resolve é simplista demais, também. Por outro lado, é divertido ver essa aventura, pois Tom Holland é carismático e tem mesmo o perfil do aracnídeo. E apesar dos diálogos superficiais, o filme prende a atenção. Tudo bem que temos todos os estereótipos e dilemas chinfrins que já estamos acostumados, mas ainda assim o filme consegue divertir. Há 2 cenas pós-crédito: a primeira talvez seja a melhor que eu lembre de ter visto no universo Marvel, que chega a causar aquele impacto, tipo “E agora? Vou ter que esperar o próximo filme pra ver...”. Entre muitos altos e baixos, o filme consegue ser mais interessante que Ultimato, mas está longe de ser um filme memorável. É pra ser assistido e ser esquecido em seguida, como a maior parte dos filmes do gênero. Mas com pipoca e refrigerante, é diversão certa para uma tarde despretensiosa.
Filme se sustenta pelo seu lado "American pie" em comédia de adolescentes. Parker excede na sua ingenuidade e passa para o vilão todo o armamento do Staker, por achar que o vilão que se passa por herói no primeiro dia que o conheceu seria o melhor líder dos Vingadores. Muitos efeitos especiais e comédia adolescente.
Muito entediante. É difícil de explicar como sai decepcionado do cinema. Filme parado, não focaram no heroísmo do homem aranha, erraram a mão em romance forçado melodramático.
Que filme RUIM!!!! misericórdia. Feito pra adolescente, com um vilão muito meia boca, roteiro razo, cenas de ação feitas nas cochas e sem nenhuma empolgação... Até às clássicas piadinhas quebra gelo são um fiasco nesse longa. Quem fez esse filme não tava num bom momento de inspiração não.
A continuação do “Amigo da Vizinhança” tem características semelhantes ao seu antecessor (De volta ao lar), mas com uma pitada a mais de romance juvenil. “Homem-Aranha: Longe de Casa” é um filme doce e fofo que remete, diretamente, os longas de John Hughes (Clube dos Cinco, Curtindo a vida adoidado, A Garota de Rosa Shocking) e isso é muito bom! Nesse novo filme, temos muito mais de Peter Parker (Tom Holland), do que o Aracnídeo cabeça de teia. A produção foca muito mais na relação dele com A MJ (Zendaya), ótima atriz, e a química entre eles funciona e muito! Mesmo com a ameaça dos elementares e a presença da Shield e do Mistério, “Longe de Casa” é muito mais amor adolescente e amizade, tipo aquela sessão da tarde que a gente curte de montão. O diretor Jon Watts (Clown e A viatura), consegue entregar um trabalho OK, ação na medida certa - as cenas psicodélicas com o Mistério são fantásticas - e uma parcela de dramédia juvenil. Mesmo assim, fica evidente as características do maior personagem da Marvel em seu segundo filme, temos mais do brilhante sentido aranha e muito mais de um herói que age com o coração, essência do Homem-Aranha. Eu gostei demais! Mesmo que não seja uma versão para mim que cresceu lendo HQs e que foi totalmente impactado pelo melhor Aranha/Parker de todos os tempos: Tobey Maguire da trilogia do Sam Raimi.
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