Spotlight - Segredos Revelados
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4,4
1761 notas

200 Críticas do usuário

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Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de julho de 2016
Embora a questão e a critica que o filme traz consigo seja muito importante, o modo como a historia é contada, é muito comum, se o roteiro não fosse bom, a maioria do publico dormiria na metade do filme, não tem trilha sonora, não tem fotografia, ou qualquer toque diferente do diretor, é um filme comum, com atuações medianas para boas, e um roteiro bom e bem interessante, tal como a grande aposta traz o universo do mercado financeiro, Spotlight traz o universo do mercado do jornalismo investigativo, e é um filme intrigante.

Melhor filme de 20I6?Oscar, está de sacanagem.
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de janeiro de 2016
Após exaustivas pesquisas uma equipe de jornalistas concluiu seu levantamento sobre a questão da pedofilia na arquidiocese de Boston, tendo a reportagem desencadeado a acusação de 249 padres e a descoberta de mais de 1500 vítimas na região de Boston, além da renúncia de um cardeal, que acabou sendo transferido para Roma.
Com a imposição do celibato aos seus preceptores, a Igreja impôs uma ruptura na observância do funcionamento das leis naturais da Criação, gerando um desastroso desvio de conduta, o que acabou afastando muitos fieis da religiosidade nesta fase de muita aspereza e ausência de Amor no planeta Terra. Acomodadas e desalentadas, muitas pessoas deixaram de procurar, e nada poderão encontrar, pois como disse o Mestre Jesus: só quem procurar, achará a verdade e o significado da vida.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de março de 2019
Um filme que retrata a triste realidade, ocultação e impunidade de crimes cometidos pela cúpula da igreja. Show de atores com seus respectivos papéis. Só achei que o filme foi mal conduzido, poderia ser mais dinâmico e envolvente. Nada que tire a credibilidade da obra, mas há um excesso de cenas cansativas.
Katia G.
Katia G.

10 seguidores 22 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Aqui a estrela que brilha não é a atuação dos atores, apesar da boa performance de alguns deles; o forte deste filme na realidade é mesmo o enredo!...a estória em si. Ao meu ver, podemos ler este filme de três ângulos possíveis
1) é um filme denuncia, já que revive a divulgações de noticias por um time de jornalistas do Boston Globe ( conhecidos pelo nome de Spotlight ), sobre mais de 600 abusos de menores, em Boston, cometidos por mais de 87 padres católicos em 2012. Realidade triste no seio da Igreja Católica, e que pelo que extrai do filme, é de certa forma incentivada por uma parte do alto clero, que faz vista grossa para com essas atrocidades, e pior ainda, atrapalha o bom andamento da Justiça com chantagens psicológicas, materiais e ate físicas.
2) podemos fazer uma leitura, digamos jornalística, e ver nele um modo de fazer e construir uma noticia, que valha a pena de ser divulgada. E não somente um modo de se construir a noticia, mas o modo profissional, o modo correto e o modo justo de buscar, pesquisar e divulgar a verdade dos fatos, doa a quem doer
3) e finalmente podemos fazer uma leitura ética do filme. De fato os personagens ( jornalistas )se envolvem em um dilema ético, ao tratar do problema dos padres pedófilos; na busca por fatos concretos ( provas ) dos abusos eles se envolvem com pessoas de poder das mais variadas instancias ( bispo, advogados, juízes, diretores de centros comunitários, etc) que não somente sabem dos fatos e escondem, mas também os ameaça se por acaso a verdade venha a tona. Assim o dilema é: publico e assumo as consequências, ou sou condescendente com tudo isso em nome da tranqüilidade e segurança?...o interessante é ver no mundo jornalístico a dificuldade da busca da verdade ( me refiro ao jornalismo sério e com o compromisso com a verdade, evidentemente ). A verdade deve ser absolutamente buscada, quase extraída a força dos cantos mais recônditos onde ela se esconde!!! o filme é a luta desses personagens para investigar e resgatar as verdades escondidas, subjugadas e desprezadas no meio da hipocrisia, das mentiras, da falsidade e impunidade que reina, não somente dentro da Igreja Católica, mas também no mundo que gira em torno dela. Felizes eram os Gregos que acreditavam que a verdade se impunha a nós, reta, cristalina e sem intermédios!!!!
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2017
Um história real, muito interessante, porém o filme deixa a desejar, um pouco confuso e não acho que foi merecedor de ganhar o Oscar de melhor filme.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de outubro de 2016
O filme mesmo sendo lento te mantém interessado e te faz querer ir atrás dos culpados como os jornalistas,é um fato chocante mas que realmente teria que ser levado a tona e que merece sempre nossa atenção.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de março de 2016
Padres. Jornalistas. Pedófilos. Importante. Safados. Interessante. Difícil. Parado. Envolvente. Sonolento. Atuações boas.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2016
-Filme assistido em 05 de Fevereiro de 2016
-Nota 7/10

Nos primeiros minutos de "Spotlight" já revela traços dramáticos daquilo que iremos encontrar no restante do filme.Um caso de pedofilia é registrado numa delegacia de Boston.A grande surpresa da história, é que o acusado é nada mais,nada menos que o padre da igreja local.
Daí começam então as investigações mais apuradas de alguns jornalistas focados no assunto. A jornalista Sacha (Rachel McAdams) parece ser a mais preocupada e interessada com a situação atual de seu trabalho.Seguida de perto por Michael (Mark Ruffalo),que passa seus dias correndo atrás de informações valiosas sobre o caso,junto com as principais vítimas do molestador.Não é a toa que a dupla de atores foram indicados ao Oscar.São as melhores coisas desse filme.O roteiro adaptado é preguiçoso. São poucos momentos interessantes nessa história.Muitos diálogos e pouca dinâmica entre os fatos reais.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
Em Boston, um grupo de jornalistas passa a investigar denúncias de pedofilia cometidas por padres, e a partir daí, conforme eles se aprofundam no assunto, percebem o quão entranhado no sistema esse crime hediondo está enraizado, sendo tratado com normalidade e acobertado pela Igreja de maneira criminosa. O tema em si já é bastante polêmico e pertinente. O filme mostra a hipocrisia de uma sociedade que aceita esse tipo de atrocidade por um dito “bem maior”, como se fosse algo aceitável, se for cometido por clérigos, que por fazerem “bem” a comunidade, podem fazer o que quiserem nos “bastidores”. Em um país cuja maioria de sua população é católica, esse consentimento torna-se algo estarrecedor. E disso o filme trata com bastante efeito. O elenco inclui nomes importantes como Michael Keaton, Rachel McAdams, Liev Schreiber, Stanley Tucci e Mark Ruffalo (todos ótimos). O filme foi indicado a alguns prêmios como o Globo de Ouro (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Diretor), e não nego que tais indicações me parecem exageradas. O filme demora um pouco a engrenar. Seu ritmo inicial é arrastado e desinteressante. Começa a prender o interesse a partir do momento em que as vítimas começam a dar seus depoimentos, e depois há certo clima de suspense no ar. Há aquela expectativa pela busca da justiça. Pena que o filme é tão comedido. Apesar de alguns lampejos de histeria, o filme não chega a causar o impacto que poderia. Acho que se tratasse de um documentário (por ser baseado numa história real), seria muito mais interessante e intenso. Aqui tudo parece muito pasteurizado. Acho que é um filme que tinha tudo pra ser marcante e relevante, mas parece ficar no meio do caminho entre um filme denúncia e um drama açucarado sobre arrependimentos devido a “olhos fechados”. Tem mais boas ideias e intenções do que valor cinematográfico em si. Não há nada de realmente novo, contundente ou especial. Trata-se de um filme que não causa grande alarde. Vale a conferida mais pelo conteúdo de que trata, do que por sua realização em si.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de julho de 2017
Spotlight – Segredos Revelados, o vencedor das estatuetas de Melhor Filme e de Melhor Roteiro Original no Oscar 2016, ganha uma dramaticidade maior por sabermos se tratar de um caso que realmente ocorreu e que abalou as estruturas da Igreja nos EUA pós 11 de Setembro. Os jornalistas que realmente participaram da investigação iniciada em 2001, e que tiveram o fruto desse exaustivo trabalho finalmente publicado um ano depois, puderam sentir a sensação de dever cumprido com toda a repercussão e as consequências geradas pela divulgação de um assunto tão delicado: padres pedófilos.
A trama do filme nos apresenta ao mais novo editor do prestigiado jornal The Boston Globe, Marty Baron (Liev Schreiber). Ele se mostra interessado em desvendar possíveis desdobramentos de um caso envolvendo denúncia de pedofilia supostamente praticada por um padre da cidade. Para isso, Baron destaca o time de jornalistas investigativos da redação que se auto-intitula Spotlight (“holofote”), sob o comando de Walter Robinson (Michael Keaton). Assim a equipe, formada ainda por Michael Rezendes (Mark Ruffalo), Sacha Pfeiffer (Rachel McAdams) e Matt Carroll (Brian d'Arcy James) se empenha nas investigações que se estendem por meses, durante os quais dois advogados são integrados à história. Um deles é o acobertador Phil Saviano (Billy Crudup), e o outro é Mitchell Garabedian (Stanley Tucci). Este último possui muitos clientes que já foram molestados, e por isso mesmo está interessado que a verdade venha à tona. A apuração dos fatos irá culminar em uma lista composta por nada menos do que 87 nomes de padres que teriam abusado sexualmente de menores, apenas na cidade de Boston, o que leva a crer que esse número só se multiplicaria, se a investigação se estendesse pela América e ainda por todo o mundo.
Do ponto de vista jornalístico, Spotlight – Segredos Revelados revela muito mais do que a investigação em si. A rotina de trabalho na redação – cujo desenho de produção reconstituiu com exatidão – é detalhadamente ilustrada, por meio das diferentes atitudes tomadas pelos jornalistas (e as grandes atuações de seus intérpretes) nas diversas “frentes de batalha”. A começar pelo impacto causado pelo maior atentado terrorista já sofrido pelos EUA, que acontece no meio da trama, e obviamente reverbera em todos na redação do jornal. Mas a vida tem que continuar e os trabalhos do grupo Spotlight seguem adiante. O Rezendes de Mark Ruffalo se mostra o mais determinado em querer divulgar os resultados o quanto antes, o que fica evidente não só pela sua correria na tela, mas também pela gravidade das denúncias. Tanto ele quanto a Sacha de McAdams ouvem atentamente os relatos contendo os mais sórdidos e repugnantes detalhes, de maneira que ela não consegue ficar indiferente ao fato de que sua avó é uma frequentadora assídua das missas de sua paróquia. Enquanto isso o Carrol de d'Arcy James deixa evidente sua preocupação com seus filhos pequenos, ainda mais por haver uma casa paroquial ali próximo de onde mora. Já o Robinson de Keaton (que fez outro papel semelhante em O Jornal, filme de 1994) precisa lidar com uma triste decisão que tomou anos atrás, e que poderia ter mudado completamente o curso dos acontecimentos, e certamente evitado muitos abusos que se deram depois de sua displicente atitude. Há ainda uma curiosa cena, na qual Rezendes, cansado do “chá de cadeira” que estava tomando, levanta-se e corre para dentro da sala do advogado Garabedian, antes que sua secretária o impeça. Este momento inevitavelmente nos remete a um certo filme que é citado no próximo parágrafo, além de ser uma atitude ousada que permitiu ao jornalista ter acesso a um mar de descobertas, que foi se abrindo à medida que o advogado foi percebendo que as intenções do The Boston Globe eram mesmo as de levar os casos a público.
O oscarizado roteiro de Tom McArdle, mesmo sendo linear e convencional, permitiu ao diretor Tom McCarthy construir uma narrativa tão aflitiva (ou até mais) quanto a de outro filme referência do subgênero “suspense jornalístico”: Todos os Homens do Presidente (1976), ambas as histórias extraídas da realidade americana. Enquanto o clássico de Alan J. Pakula protagonizado por Dustin Hoffman e Robert Redford buscava elucidar o quebra-cabeça político do caso Watergate, que acabou vindo à tona e provocando a renúncia do então presidente Richard Nixon, Spotlight desvenda um dos maiores escândalos envolvendo a Igreja nos últimos anos, e talvez por isso seja mais dramático, pela delicadeza de seu tema, que permite ainda uma enorme gama de discussões. E as denúncias que se seguiram após os eventos relatados no longa não se restringem apenas aos EUA, pois, antes dos créditos finais, é possível visualizar uma extensa lista de casos de pedofilia envolvendo paróquias de diversas cidades do mundo, inclusive no Brasil.
A publicação real da reportagem do Spotlight em 2002, que congestionou os telefones da redação do The Boston Globe, rendeu a seus jornalistas o Prêmio Pulitzer no ano seguinte. Após a primeira publicação, mais de 600 matérias se seguiram, com novas denúncias, vindas de diversas outras cidades, que causaram o afastamento de 249 padres em todo o território norte-americano. Uma rápida busca na internet revela que os casos brasileiros citados no filme também tiveram consequências, com padres presos em várias cidades, mediante depoimentos. Se o jornalismo se empenhou para interromper práticas abusivas perpetradas vergonhosamente por pessoas que, ao contrário, deveriam prezar pelo bem de sua comunidade, o cinema dá a sua parcela de contribuição, tornando palatável um tema difícil por meio da produção e exibição de um grande longa-metragem, que revela segredos, expõe verdades e incentiva a justiça.
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