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alexandre Cunha
37 seguidores
6 críticas
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2,5
Enviada em 23 de janeiro de 2016
Quase sempre concordo coma as críticas do AC, mas desta x tenho que discordar, achei o filme bem básico, monótono e sem nenhuma surpresa no enredo, minha nota fica em 2,5.
O filme entrega muito menos do que promete, se foca de forma superficial no assunto principal da reportagem e tentar mostrar como é o bastidor de uma investigação jornalística numa redação de jornal, porém deixa a desejar também. As atuações são meio travadas e não passam sentimento algum, com um pouco de esforço Mark Ruffalo se destaca na imensidão de falta de empolgação de todo o elenco.
A imprensa especializada tem feito seu burburinho pelo filme do diretor e roteirista Tom McCarthy (Trocando os pés, Ganhar ou ganhar: A vida é um jogo) conhecido como "Spotlight: Segredos Revelados". Muitos "jornalistas" tem considerado como uma obra-prima por se tratar de fatos reais ocorridos em Boston desde 1976, ano do início da trama, envolvendo padres acusados de abusos (pedofilia). O foco da trama de McCarthy está na equipe de jornalistas do The Boston Globe que retornam com as investigações em 2001 para a publicação no jornal Spotlight. A narrativa é bem lenta, em certos momentos até enfadonha e sonolenta, sem muita ação, na verdade se trata mais de um drama que suspense propriamente dito, a participação de Michael Keaton como editor chefe Walter Robinson (Robby) e Rachel McAdams (Sacha Pfeiffer) é meio que ofuscada pela interpretação frenética de Mark Ruffalo (Michael Rezendes) que chega a ser quase um investigador de polícia brigando pela pauta. A fotografia, assim como a película, repassam muito o cinza da cidade, fazendo relação direta com o caso, lembra muito a estética dos filmes de David Fincher (só lembra), a trilha com os toques de piano dão o tom de tensão controlada que o longa perpassa em meio as inevitáveis cenas de jornalismo explícito como anotações frenéticas, entre e sai da redação... em alguns momentos lembra "Mad Men" por esse ar de frenesi da comunicação. Em nenhum momento o longa perde seu foco para romantizar a vida de jornalista, como outras produções do gênero, aqui o roteiro é bem preciso em cima do jornalismo investigativo como forma de benefício para a sociedade, tanto que o ato final repassa a obrigação da veracidade e imparcialidade dos fatos como uma forma de benefício direto as vítimas do caso. Acredito que "Spotlight" está sendo supervalorizado como uma grande obra cinematográfica, sendo que na verdade é apenas um filme regular para uma tarde chuvosa (caso não pegue no sono).
O que um jornalismo responsável não é capaz de fazer, hein? O tema abordado é muito bom mas o filme é um pouco cansativo, e não merece o Oscar. Até entendo toda a história da investigação, o jornalismo em grandes jornais deve ser assim mesmo, mas a distancia entre o realismo e ser um bom filme é muito grande.spoiler: Eu respeito as pessoas religiosas, mas não dá pra entender fazer parte de um instituição complacente com a pedofilia. 249 padres numa só cidade?
É um filme cuja trama é extremamente interessante e não deixa de ser atual: a pedofilia e o abuso sexual cometido por padres da Igreja Católica. Ressalte-se que o roteiro do filme é baseado em fatos verídicos ocorridos no século passado e que foi alvo de investigação pelo núcleo investigativo do "The Boston Globe", que, inclusive, recebeu o Prêmio Pulitzer pelas matérias publicadas. No mais, acredito que o filme poderia ter sido mais dinâmico. De modo geral, embora a história seja extremamente interessante, achei as atuações razoáveis e não me impressionou muito. O ponto alto, de fato, é o subsídio crítico-histórico fornecido. O filme concorre a 6 categorias. A maior chance, na minha visão, é levar a categoria de "Roteiro Original" (levando-se em consideração que ainda não vi os outros que estão concorrendo).
Filme polêmico e investigativo, toca em um assunto delicado. A religião e seus bastidores. Um filme que você deve estar atento para entender a sequência dos fatos investigativos.
A história é interessante, o tema é atual,se passa na Nova Inglaterra parte católica dos Estados Unidos,mas a forma que a história é contada,o ritmo é muito cansativo,já vi comédias românticas,dramas,se violência ou apelação mas que tem um bom ritmo,causalidade que me prenderam,mas Spotlight é um filme que se arrasta num tema só,sem aquele algo mais que faz a história ficar interessante,é como uma engrenagem sem graxa,funciona mas a engrenagem vai se estragando aos poucos,o filme para mim é um osso duro de roer,uma história mal contada,desisti antes do final,pois estava duro de acompanhar.
Banal e sonolento demais para merecer um Oscar. Mas é óbvia a razão pela qual ganhou. Sem desmerecer a grandiosidade da denúncia de algo abominável como a pedofilia e seu encobrimento (que acontece em várias instituições,como no sistema escolar, por exemplo) o filme não empolga como arte.
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