A Teoria de Tudo
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4,5
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Victor D.
Victor D.

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5,0
Enviada em 1 de março de 2015
Apesar de ser um dos que possui uma das 10 milhões de cópias do livro Uma Breve História do Tempo de Stephen Hawking, comprada nos EUA quando morei lá, eu não estava muito a fim de assistir o filme A TEORIA DE TUDO, sobre ele. Eu não estava interessado em ver os sofrimentos de um jovem ateu até ficar famoso.

Mudei de ideia aos ver os inúmeros prêmios ganhos por Eddie Redmayne e principalmente ao vê-lo em seu discurso ao aceitar o Oscar de melhor ator. Ao assistir a interpretação do ator de 33 anos passando por várias fazes da vida de um homem com uma doença tão devastadora conclui algo que achei uma brincadeira de mal gosto quando alguém o citou: ele poderia sim interpretar com perfeição um adolescente de 17 anos chamado Peter Parker. O camarada é perfeito em cada cena e em cada gesto durante a passagem do tempo do filme.

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Stephen Hawking segurando um lenço em sua vida de universítário antes de ficar doente.
E o que tem de tão bom neste filme? Afinal de contas os dois casamentos do astrofísico terminaram em divórcio e ele nunca teve uma cura, ou sequer um alívio para sua enfermidade. Vejamos alguns pontos que achei interessante:

“Eu amei você de verdade e eu fiz o meu melhor!” – Esta frase dita por Jane, primeira esposa de Stephen e autora do livro que deu origem ao filme mostra com delicadeza que todo ser humano tem seus limites. Afinal de contas ela apaixonou-se por um jovem tímido e brilhante antes de ele ser diagnosticado com uma doença que o incapacitaria para sempre. Para ela foi dito que ele viveria no máximo 2 anos, então preparou-se emocionalmente e intelectualmente para ficar viúva. Então tanto quanto admirar a luta dele durante todos estes anos é possível sim admirar a mulher que o acompanhou durante uma parte deste caminho. Em uma parte do filme em que é mostrado um outro homem ensinando o filho dele tocar piano a única coisa que me passou pela cabeça é que no lugar dele eu preferiria morrer. E é compreensível sim vê-la interessando-se por um homem com a saúde perfeita, afinal de contas ninguém pensa como ideal de vida passar anos a fio em uma cadeira de rodas quase completamente imóvel. Este filme joga na lata do lixo a teoria do amor romântico que ama porque ama. Um relacionamento a dois é uma troca de vidas que pode se tornar morbidamente dolorida caso um dos dois não esteja recebendo sua cota de realização no relacionamento.

Sheldon Cooper (Jim Parsons) e Stephen Hawking em uma cena de The Big Bang Theory

“Veja o que nós dois fizemos!” – Esta é uma outra frase do filme que achei bastante poética. Ela é dita por Stephen para sua já ex esposa nos jardins do Palácio de Buckinghan, quando ele fala para ela sobre os 3 filhos do casal. Aquelas 3 crianças já derrubaria por terra qualquer ateísmo em uma pessoa sensata. Como ele pode não perceber que um homem com a doença que ele têm, ser capaz fisicamente de engravidar uma mulher 3 vezes sem nenhum método artificial pode ser outra coisa senão a intervenção de um criador no universo cheio de leis por ele criado?

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O casamento de Stephen e Jane Hawking no filme A Teoria de Tudo e o real.
Por fim a natureza do tempo na existência do universo claramente aponta para a existência de Deus, independente do fato de Stephen Hawking não perceber isto. O argumento da maioria dos cientistas de que Deus é um personagem ilusório criado para que o homem sinta-se em paz com as forças da natureza é de um primitivismo que dá dó. Se o mundo com um criador já é um tanto quando confuso e conturbado, a inexistência dele faria a vida humana o mais completo caos e sua extinção se daria no mesmo instante em que passou a existir.

Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste. Salmos 8:3-5 S

A vida deste brilhante cientista, sua capacidade de sobrevivência e os inúmeros sucessos de sua carreira são uma mostra da capacidade de superação do ser humano e um pequeno vislumbre da generosidade de Deus. Afinal de contas ele não necessita sequer ser crido e amado para cuidar de suas crianças como cuidou de Stephen Hawking deste seu nascimento até agora.
Nathaly O.
Nathaly O.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2015
"A Teoria de Tudo" é um filme que reúne harmoniosamente a beleza, a realidade e o embate entre dramaticidade e sensibilidade. A biografia do físico Stephen Hawking retratada pelo ator Eddie Redmayne exala verossimilhança, especialmente sobre a postura, as posteriores dificuldades de se locomover e falar e até mesmo o ombro caído, traço incomparável de Stephen Hawking, foram incorporados em sua interpretação. Além do sucesso de suas teorias, o filme consegue muito bem atrelar a vida profissional e pessoal do físico e permitiu que todos os acontecimentos fossem retratados com maturidade e naturalidade, spoiler: como o triângulo amoroso que surge na vida de sua então esposa Jane.
O roteiro propicia completa fluidez dos acontecimentos e nenhum momento é passível de incompreensão ou julgamentos: spoiler: Jane se envolve com Jonathan, mas é uma relação em que é nítida a necessidade dela por um apoio e mesmo assim ela permanece incessantemente ao lado de Stephen.

Mas, além do caráter biográfico, este filme retrata uma mensagem incomensuravelmente otimista e bela sobre a vida: não é apenas sobre buracos negros e cálculos incansáveis que Stephen construiu sua vida. Retrata-se na biografia que nenhum obstáculo pôde ser maior do que a eterna vontade em superá-lo, utilizando-se sua mente impecável
Samuel E.
Samuel E.

20 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de março de 2015
Muito legal, sem contar a atuação do melhor ator de 2014. Recomendo
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de abril de 2015
FALTA ALGUMA COISA PARA DEIXAR O FILME INTERESSANTE, TALVEZ POR CONHECERMOS A SAGA DO PROTAGONISTA, TUDO SE TORNA MUITO PREVISÍVEL.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
O filme se resume a atuação surpreendente de Eddie Redmayne , mas a direção do filme é muito arrojada e inteligente consegue explicar situações que provavelmente seria chato para grande parte do publico de forma simples. Mas o filme tem que ser visto pelo ponto de vista de Jane Wide. Legalzinho
Daniel C.
Daniel C.

39 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de abril de 2015
História linda....vale a pena assistir! exemplo de vida
Igor San
Igor San

34 seguidores 95 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de outubro de 2019
Um filme muito bem dirigido, bem estruturado e repleto de momentos gloriosos. Uma belíssima homenagem ao maior cientista deste século, um dos maiores gênios da humanidade. As atuações são convicentes, o texto é brilhante, sem falar da maravilhosa trilha sonora. Recomendo!
Charles F.
Charles F.

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4,0
Enviada em 1 de abril de 2015
Muito bom, só esperava ser introduzido mais nas descobertas de Stephen Hawking.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de agosto de 2016
".....Enquanto há vida, há esperança!", frase dita na magnífica resposta dada por Stephen Hawking (responsável pela teoria sobre buracos negros) em uma da suas palestras quando questionado sobre o que o motivava, já que não acreditava em Deus. Que lindo este filme! O diretor James Marsh (ganhou o Oscar de melhor Documentário com O EQUILIBRISTA de 2008) e o roteirista Anthony McCarten pesquisaram em todas as biografias sobre Hawking e transformam a vida do físico, em uma bela história a ser apreciada por todos! A narrativa mostra dois pontos. Um é sobre Stephen e sua superação nos desafios impostos a ele pelo destino, seja em sua provação como gênio ou na luta contra a doença de Lou Gehrig (esclerose lateral amiotrófica) que quando descoberta, lhe deram dois anos de vida e tal batalha, já considerada uma derrota dolorosa. É gratificante mostrar vitória nas palavras de alguém que já o considerava morto..... Outro ponto, e o que eu achei o mais importante, o mais profundo e tocante, é sobre o amor de Jane Hawking (a primeira esposa). Para mim, descreveu o que é o verdadeiro amor! Assim como uma mãe com seu filho, onde ela dá a vida para cuidar dele e este só vive pelos cuidados dela. Creio eu que se os casais aprendessem mais em cuidar e se deixar serem cuidados, existiria mais contos de fadas, mas não passa de uma teoria minha..... Infelizmente, Jane não pôde ser "cuidada", mas não se importou em cuidar. É nela, Jane, em que a película ganha seu charme, sua beleza, sua sutileza, sua vitória, sua conquista de um dos mais belos romances que eu já assisti em minha vida! Em sua força em amar, em sua determinação em zelar pelos cuidados de sua família e em sua resistência em aguentar que temos um puro exemplo do que é o amor entre homem e mulher. Lógico que com o tempo, necessidades surgem e não cabe a ninguém julgar. E eis que o astrofísico reconhece e nos presenteia com algo pouco conhecido pela humanidade: compreensão! Merecia o Oscar 2015 de melhor Filme! Que Fotografia bonita! Que Trilha Sonora que emociona! E o que dizer do elenco? Todos bem em seus papéis, mas os que se destacam mesmo são os atores que interpretam o casal, o que não poderia ser diferente. O ator Eddie Redmayne É Stephen Hawking! Que incrível performance! Ganhou o Oscar 2015 de Melhor Ator merecidamente (ele que concorreu novamente em 2016 com A GAROTA DINAMARQUESA de 2015 - comentários aqui no NP, foi memorável em OS MISERÁVEIS de 2012 - comentários aqui no NP, irá estrelar o ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM de 2016 e fez outros 17 trabalhos). Uma pena a atriz Felicity Jones não ter recebido a estatueta por seu ótimo trabalho (ela que irá atuar em ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS de 2016, atuou em O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA 2: A AMEAÇA DE ELECTRO de 2014 - comentários aqui no NP, em HISTERIA de 2011 - comentários aqui no NP e em mais 21 trabalhos). Arrisco em dizer que é uma obra de arte romântica que quase não vi, pois temia em ver apenas cálculos e mais cálculos sobre uma matéria que eu não ia muito bem na escola e, ao invés disso, me surpreendi com emoções. E seria abusado pensar que a Teoria de Tudo não seria simplesmente o amor? O amor pelo o que se faz, o amor pela vida, o amor pelas pessoas...
Leandro C.
Leandro C.

20 seguidores 13 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Fantástico!!! Roteiro impecável que torna a história leve!!! Atuações incríveis... Fotografia perfeita!!! Meu favorito ao Oscar de melhor ator
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