Stigmata
Média
3,9
567 notas

21 Críticas do usuário

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diegobritow
diegobritow

16 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de novembro de 2014
Eh um tema dificil, mostrado de forma direta, sem floreios.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.295 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de julho de 2025
Um dos filmes de terror mais falado em 1999! Elenco muito bom, apesar de atuações mais ou menos e um roteiro muito bem feito, mas com decisões de direção muito questionável, mesmo assim temos um bom filme de terror.
Magnólia
Magnólia

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de agosto de 2025
A direção norte americana, está pouco se lixando se o Brasil fala português ou espanhol americano. Eles não tiveram cuidado com isso, porque não se importam. Tema muito repetitivo, esse negócio de as trevas corpo de uma pessoa, e um padre querer ajudar, já basta o exorcista!
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de janeiro de 2026
Stigmata é um filme de terror que contou com a direção de Rupert Wainwright e roteiro de Tom Lazarus e Rick Ramage. Na trama, acompanhamos Frankie Paige (Patricia Arquette), um jovem cabeleireira, que nao possui nenhuma crença religiosa, que começa a ter estranhas experiências, mostrando os sinais das feridas que Jesus sofreu ao ser crucificado. Para desvendar o caso, o Vaticano convoca o experiente Reverendo Andrew (Gabriel Byrne). Porém, o Reverendo vai percebendo que forças sobrenaturais acompanham a jovem moça. O filme fez um relativo sucesso na época pois caiu como um luva diante da virada do milênio, e muita crença popular voltada ao novo tempo, novos dias e novas revelações poderiam surgir. É fato que o filme tem uma ótima atmosfera e uma equipe de maquiagem muito competente. Porém, o roteiro peca em detalhes que nao chegam a comprometer todo o filme: brasileiro falam português e nao espanhol, além do estereótipo de existir um garoto brasileiro que furta o terço de um padre brasileiro morto ( e isso desencadeia toda a situacao da nossa protagonista). Por outro lado, o roteiro coloca uma questão interessante, de quanto a igreja silencia e modifica seus textos sagrados para manter seus domínios (apesar disso nao ter sido muito aprofundado, mas foi a causa de todo a problemática do filme). Faltou o roteiro ser mais ousado em explorar melhor a criatura e se a possessão realmente era do "bem" ou não. Contra quem de fato o espírito possessor lutava? Apenas contra a igreja? Algumas pontas soltas comprometeram o desfecho que foi super simples e óbvio demais.
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