Um dos filmes de terror mais falado em 1999! Elenco muito bom, apesar de atuações mais ou menos e um roteiro muito bem feito, mas com decisões de direção muito questionável, mesmo assim temos um bom filme de terror.
A direção norte americana, está pouco se lixando se o Brasil fala português ou espanhol americano. Eles não tiveram cuidado com isso, porque não se importam. Tema muito repetitivo, esse negócio de as trevas corpo de uma pessoa, e um padre querer ajudar, já basta o exorcista!
Stigmata é um filme de terror que contou com a direção de Rupert Wainwright e roteiro de Tom Lazarus e Rick Ramage. Na trama, acompanhamos Frankie Paige (Patricia Arquette), um jovem cabeleireira, que nao possui nenhuma crença religiosa, que começa a ter estranhas experiências, mostrando os sinais das feridas que Jesus sofreu ao ser crucificado. Para desvendar o caso, o Vaticano convoca o experiente Reverendo Andrew (Gabriel Byrne). Porém, o Reverendo vai percebendo que forças sobrenaturais acompanham a jovem moça. O filme fez um relativo sucesso na época pois caiu como um luva diante da virada do milênio, e muita crença popular voltada ao novo tempo, novos dias e novas revelações poderiam surgir. É fato que o filme tem uma ótima atmosfera e uma equipe de maquiagem muito competente. Porém, o roteiro peca em detalhes que nao chegam a comprometer todo o filme: brasileiro falam português e nao espanhol, além do estereótipo de existir um garoto brasileiro que furta o terço de um padre brasileiro morto ( e isso desencadeia toda a situacao da nossa protagonista). Por outro lado, o roteiro coloca uma questão interessante, de quanto a igreja silencia e modifica seus textos sagrados para manter seus domínios (apesar disso nao ter sido muito aprofundado, mas foi a causa de todo a problemática do filme). Faltou o roteiro ser mais ousado em explorar melhor a criatura e se a possessão realmente era do "bem" ou não. Contra quem de fato o espírito possessor lutava? Apenas contra a igreja? Algumas pontas soltas comprometeram o desfecho que foi super simples e óbvio demais.
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