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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cineweb
Tonie Marshall constrói uma narrativa irreverente, contra qualquer tipo de análise ao comportamento de seus personagens. Numa lógica libertária, evita discussão sobre sexismo e tenta, de forma direta, trabalhar a sexualidade como algo nato e natural de homens e mulheres.
Almanaque Virtual
[O filme] não consegue fugir dos clichês. É uma sucessão de situações que todos já viram em diversos outros longas do tipo num roteiro mal estruturado e sem criatividade.
Folha de São Paulo
A veterna diretora Tonie Marshall explora esse material de maneira irônica, joga com o avesso dos estereótipos [...] "Sexo, Amor, e Terapia" oferece um produto que não tem nada de memorável, apenas se consome como um filme agradável.
O Globo
Mesmo com algumas pegadinhas contemporâneas, “Sexo, amor e terapia” se apoia em roteiro bastante tradicional e bate na desprezada tecla de que nada como sexo com amor. O desfecho para o casal é previsível desde o primeiro encontro...
Papo de Cinema
A graça [...] vem do escracho e do exagero, acumulando em série situações sem sentido que visam apenas reações extremas da plateia, sem, no entanto, ajudar na construção da história entre os dois protagonistas.
Critikat.com
"Sexo, Amor e Terapia" utiliza mais uma vez a velha receita do conto de fadas onde a pobre donzela só pode ser salva com a aparição de um homem providencial. Aliás, o filme transpira um perfume repulsivo no qual o desejo feminino só deve ser praticado dentro de uma relação...
Rubens Ewald
[...] comedinha sem graça, moralista, mal roteirizada e muito curta. [...] a verdade é que o assunto está maltratado e a dupla desperdiçada.
The Hollywood Reporter
Raramente engraçado, apesar de algumas tiradas decentes no inicio, raramente sexy, apesar de uma eternamente jovem Sophie Marceau (LOL) como protagonista, essa última incursão do incansável diretor e roteirista Tonie Marshall soa tão nova quanto uma camisinha que venceu lá nos anos 90.
Télérama
Infelizmente, por grosseria, por falta de ritmo ou pelos dois, o charme quase nunca funciona. Tonie Marshall filma cenas estáticas nas quais os diálogos não decolam, enquanto outros momentos são excessivamente estilizados e francamente equivocados.