Sinopse: Alice retorna após uma longa viagem pelo mundo, e reencontra a mãe. No casarão de uma grande festa, percebe a presença de um espelho mágico. A jovem atravessa o objeto e retorna ao País das Maravilhas, onde descobre que o Chapeleiro Maluco e sua família correm risco de morte. Para salvar o amigo, Alice deve conversar com o Tempo para voltar às vésperas de um evento traumático e mudar seus destinos cruéis.
Crítica: "Alice Através do Espelho" nos leva de volta ao mundo encantado de Lewis Carroll com uma estética vibrante e muitas vezes deslumbrante, o que é um dos seus principais atrativos. Os visuais, repletos de cores e imaginação, conseguem capturar a essência do absurdismo que caracteriza a obra original. A direção de James Bobin aproveita ao máximo os efeitos visuais e a criatividade, criando cenários que realmente transportam o espectador para um universo de sonhos e fantasia.
Contudo, essa liberdade visual não é suficiente para salvar o filme de sua narrativa confusa e, por vezes, insatisfatória. A trama gira em torno da busca de Alice para resgatar o Chapeleiro Louco, interpretado por Johnny Depp, em um enredo que parece apressado e pouco cuidadosamente estruturado. O filme se utiliza de temas como a viagem no tempo e a luta contra as adversidades, mas esses conceitos não são bem desenvolvidos, resultando em um folhetim que carece de profundidade emocional.
Os personagens, que já tinham sido melhor explorados no filme anterior, perdem um pouco de sua essência neste novo capítulo. Mia Wasikowska, como Alice, e Helena Bonham Carter, como a Rainha Vermelha, oferecem desempenhos sólidos, mas a falta de um roteiro coerente limita suas performances, onde muitas vezes parecem estar perdidas em meio a um enredo inconsistente. O mesmo se aplica a Anne Hathaway, cuja Rainha Branca é mais enigmática do que realmente impactante.
A introdução de novos personagens, como o Senhor do Tempo, interpretado por Sacha Baron Cohen, oferece uma camada adicional à história. Entretanto, sua real importância acaba se diluindo em um enredo que não dá a devida atenção para o desenvolvimento das motivações e complexidades que poderiam torná-los memoráveis. Apesar da presença de vozes icônicas como Stephen Fry, Michael Sheen e Alan Rickman, a falta de profundidade nas interações deixa a desejar.
Em suma, "Alice Através do Espelho" é uma experiência cinematográfica que encanta visualmente, mas não consegue atingir o coração do público da mesma forma que sua antecessora. O filme propõe uma fantasticalidade que, ao final, se sente superficial e desarticulada. A tentativa de oferecer uma nova perspectiva sobre a jornada de Alice se vê comprometida por um roteiro fraco, que poderia ter explorado melhor a riqueza dos personagens e a complexidade do mundo de Carroll. Portanto, embora seja uma festa para os olhos, a falta de uma narrativa eficaz torna a experiência mais efêmera do que duradoura.
Só pessoas loucamente inteligentes entenderiam esse filme, é muito lindo saber q esse filme e tão diferente do primeiro mas ainda sim consegue ensinar algo muito maravilhoso, sem nunca perder a sua muitesa
Alice através do espelho é uma obra-prima. Justamente por se passar num ambiente completamente (ou quase) fantasioso, o filme torna-se uma excepcionalidade. Para assisti-la é necessário que tenha visto o longa anterior, pois é uma continuação daquele. Em primeira análise, a trama se estabelece numa aventura através do tempo em busca de respostas acerca da família do Chapeleiro Maluco. Nessa aventura, a Alice não só encontra respostas sobre o passado dele, mas também sobre o passado da Rainha Vermelha, que confere em um plot twist. A reconciliação entre as duas rainhas é algo totalmente inesperado e torna esse filme ainda mais interessante. Além disso, algo que me chamou atenção e que me agradou bastante foi o fato do filme iniciar-se com a Alice sendo capitã de um navio de expedições, algo que é totalmente contra os padrões da "realidade" da época, mostrando que toda e qualquer mulher é capaz de ser protagonista de seu próprio caminho. Assim, fica clara a grandeza e importância da trama emocionante que esse longa carrega consigo. Recomendo muito que aqueles que não têm medo de imaginar e de se aventurar, com a mente aberta e o coração verdadeiro, assistam o filme.
A história certamente parece meio boba para muita gente. Mas o filme conseguiu me agradar no geral com os efeitos que são bons levando em consideração que esse filme não deve ter recebido tanto dinheiro e já tem um tempinho , com a história que conseguiu me prender pelo menos do meio para o fim e as atuações são ok, a mensagem no final é boba, mas não deixa de ser importante. Acho que Alice Através no Espelho deve ter conseguido agradar o seu público alvo e entretido parte do público não muito exigente.
Filme maravilhoso, vale muito a pena assistir com a família, porém fiquei extremamente decepcionada ao notar um grande erro de câmera , no final do filme, onde mostra Alice e tudo voltando ao normal ( oque parece uma ferrugem saindo de tudo) a câmera filma de cima e é super notável que o Tempo não está no mesmo local aonde caiu , aparece apenas Alice sozinha olhando ao redor e aparece o chapeleiro, quando a câmera volta o tempo desperta falando: oque eu perdi, estando do lado esquerdo da tela, totalmente contrário de como estava deitado antes da "ferrugem" cobrir tudo.
Gostei da maquiagem e o efeito visuais de cada personagem. Primeiramente vamos ao enunciado da película que Alicia atravessa o espelho para poder entrar em outra dimensão que é a terra do Chapeleiro Maluco e da sua trupe. O roteiro foi construído em cima da ideia que ela poderia viajar no tempo para poder desfazer do incomodo que originou a personalidade de cada personagem usando uma máquina do tempo que ela rouba do vilão. Alice é o nome da personagem principal e também o nome que vai na capa do livro escrito por Lewis Carrol. Palavra através significa que Alice estaria em dois lado da moeda, neste caso refere aos dois mundo no que ela vive: na Inglaterra ela é uma capitã de navio e no mundo imaginado por Lewis Carrol é uma heroína e aclamada pelo seus fãs.
Gostei muito da sequência do filme ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS de Tim Bourton, pois ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO não tem um roteiro tão complicado como o primeiro, mas a história é fraquinha, porém a tela enche os olhos com efeitos visuais e cores excêntricas. GOSTEI DO FILME, principalmente das reflexões sobre o TEMPOS, muito bem interpretado por Sacha Baron Cohen. PURO E ÓTIMO ENTRETENIMENTO...
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