Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
críticas da imprensa
Almanaque Virtual
por Emmanuela Oliveira
Sem oportunidade para violências gráficas no ato de matar, o cineasta prefere uma ótica mais natural e discreta, a tensão do suspense fica muito mais por conta do horror mascarado ― o monstro que se oculta sob a aparente normalidade do homem comum.
A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual
Cineweb
por Alysson Oliveira
Anger se atém a fatos, àquilo que se sabe foi cometido pelo personagem. É um registro realista, em tons sóbrios, que jamais abandona seu protagonista. Ele está em todas as cenas, por isso, como ele, somos surpreendidos quando a ação foge de seu controle.
A crítica completa está disponível no site Cineweb
Folha de São Paulo
por Ricardo Calil
O trunfo de Anger é não oferecer ao espectador pistas fáceis. Franck é evidentemente um misógino, mas o filme não fecha na hipótese de um homossexual enrustido.
A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo
O Globo
por Ruy Gardnier
O mais impressionante do filme é como Cédric Anger transforma a frieza da condução da narrativa em tensão sempre crescente à medida que as investigações vão se aproximando do assassino.
A crítica completa está disponível no site O Globo
Télérama
por Pierre Murat
Cédric Anger fez um suspense no estilo "Zodíaco", de David Fincher. Puro, sombrio, assustador. [...] O filme só é belo - atroz, mas belo - porque os sentimentos, no rosto de Guillaume Canet, se calam, cedendo espaço à música magnífica de Grégoire Hetzel...
A crítica completa está disponível no site Télérama
Papo de Cinema
por Marcelo Müller
O que realmente importa ao diretor Cédric Anger é estar próximo do protagonista, dissecando-o, não como quem busca motivações ou algo similar, mas mostrando a imprevisibilidade do comportamento humano, a linha tênue que separa civilidade e barbárie.
A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema
The Hollywood Reporter
por Jordan Mintzer
Oferece um bom número de momentos inteligentes e cheios de suspense. Mas também se leva muito a sério às vezes e acaba se arrastando um pouco no final, resultando num envolvente Zodíaco francês, mesmo que não totalmente satisfatório.
A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter
Critikat.com
por Benoît Smith
Este relato sobre o enigma do "assassino da Oise" decepciona um pouco. O retrato do sujeito parece incompleto: existem os traços, às vezes os vizinhos, às vezes paradoxais, mas o filme seria mais interessante se examinasse as conexões entre eles, o que os une.
A crítica completa está disponível no site Critikat.com
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Sem oportunidade para violências gráficas no ato de matar, o cineasta prefere uma ótica mais natural e discreta, a tensão do suspense fica muito mais por conta do horror mascarado ― o monstro que se oculta sob a aparente normalidade do homem comum.
Cineweb
Anger se atém a fatos, àquilo que se sabe foi cometido pelo personagem. É um registro realista, em tons sóbrios, que jamais abandona seu protagonista. Ele está em todas as cenas, por isso, como ele, somos surpreendidos quando a ação foge de seu controle.
Folha de São Paulo
O trunfo de Anger é não oferecer ao espectador pistas fáceis. Franck é evidentemente um misógino, mas o filme não fecha na hipótese de um homossexual enrustido.
O Globo
O mais impressionante do filme é como Cédric Anger transforma a frieza da condução da narrativa em tensão sempre crescente à medida que as investigações vão se aproximando do assassino.
Télérama
Cédric Anger fez um suspense no estilo "Zodíaco", de David Fincher. Puro, sombrio, assustador. [...] O filme só é belo - atroz, mas belo - porque os sentimentos, no rosto de Guillaume Canet, se calam, cedendo espaço à música magnífica de Grégoire Hetzel...
Papo de Cinema
O que realmente importa ao diretor Cédric Anger é estar próximo do protagonista, dissecando-o, não como quem busca motivações ou algo similar, mas mostrando a imprevisibilidade do comportamento humano, a linha tênue que separa civilidade e barbárie.
The Hollywood Reporter
Oferece um bom número de momentos inteligentes e cheios de suspense. Mas também se leva muito a sério às vezes e acaba se arrastando um pouco no final, resultando num envolvente Zodíaco francês, mesmo que não totalmente satisfatório.
Critikat.com
Este relato sobre o enigma do "assassino da Oise" decepciona um pouco. O retrato do sujeito parece incompleto: existem os traços, às vezes os vizinhos, às vezes paradoxais, mas o filme seria mais interessante se examinasse as conexões entre eles, o que os une.