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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Ccine10
A dupla [Cotillard e Garrel], definitivamente, é o maior atrativo de Um Instante de Amor – um filme eficiente, sim; bonito e bem feito, é verdade; mas que, devido à fraca direção, reduz-se apenas a um drama que não sai de seu “quadrado” mesmo com todo o universo ao redor a ser explorado.
Observatório do Cinema
O que deve ser ressaltado, ainda que o longa possua suas irregularidades, é essa sua consciência em relação aos temas que aborda. E não de forma que deixe apenas sua mensagem em evidência, o filme de Nicole Garcia não desperdiça sua força cinematográfica...
Papo de Cinema
Quando fechado o círculo narrativo que, então, devolve o expectador ao ponto inicial, Nicole Garcia lança mão de um engenhoso plot twist, jogada que enriquece o filme por lhe oferecer outras nuances, reforçando a inclinação ao drama.
Cinema em Cena
Arrematado com uma reviravolta que talvez afaste alguns espectadores (confesso que mesmo julgando-a absurda e pouco original achei que amarra bem a trama), este drama alcança uma qualidade que no papel provavelmente soava difícil, mas que na tela é envolvente e tocante.
O Globo
A dor do amor parece ser o fim em si, e não um caminho para se contar uma história mais elaborada. Sofre-se, sofre-se e sofre-se muito durante todo o filme, em tormentos intermináveis que não chegam a lugar algum. E, de sadismo, nossa realidade já está cheia.
Screen International
Os ingredientes de um melodrama romântico clássico são trabalhados de maneira hábill e convicta pela diretora Nicole Garcia, cuja elegância ajuda a fundamentar alguns dos elementos menos verossímeis do roteiro.
The Hollywood Reporter
Apesar do fato de a personagem ser muito auto-centrada e muito incomum para conquistar o público, a vibrante e envolvente performance de Marion Cotillard salva o dia para a diretora Nicole Garcia...
Folha de São Paulo
"Um Instante de Amor" é um exemplo de como a indústria, no caso o cinema francês, especializou-se num tipo de produto, o chamado de filme de arte, e os exporta sabendo que muita gente os consumirá por status, como queijos e vinhos.
The Guardian
A trama da doença cansa o espectador. Transforma a história de liberdade do filme em outra história sobre prisão. Às vezes, parece que não há escapatória.
Variety
Claramente, se você quer uma atriz que sofra de maneira elegante, você convida Marion Cotillard, mas o problema com sua performance é a sua personagem Gabrielle...
Cinepop
Talvez seja um dos piores filmes de Marion nos últimos anos. Por mais dedicação e doação que há para sua personagem, que esbanja sensualidade em cena, não consegue sustentar um tempo tão longo de um recorte de loucura e amor com personagens apáticos em cena.
The Playlist
Apesar das boas intenções de Nicole Garcia em nos fazer entender e criar uma conexão com uma alma frágil, a diretora acaba pavimentando a estrada para um filme terrivelmente insuportável.