A Série Divergente: Insurgente
Média
4,1
4786 notas

266 Críticas do usuário

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120 críticas
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Raphael S.
Raphael S.

22 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de abril de 2015
Achei melhor do que o primeiro, mas ainda não é grande coisa.
Gosto de filmes que trabalham, mesmo que de forma superficial, questões de intolerância e discriminação.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de abril de 2015
Mais legal que divergente. mais explicações e mais ação. filme bem legal
Geovanne R
Geovanne R

81 seguidores 113 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de abril de 2015
um filme normal nada primoroso. muito pouco empolgante. sem dúvida prefiro o primeiro
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de novembro de 2015
Agora sim diverge

Após o interessante capítulo inicial, a franquia protagonizada por Shailene Woodley aparentava ganhar um curioso rumo político, isso sem dúvidas daria um tom mais épico e mordaz a história de Tris e Quatro, principalmente porque já estava montado o "circo" e a dupla em questão seriam os principais artistas no palco.

Com um começo bem didático para realçar os ocorridos do filme anterior, INSURGENTE tem início exatamente após os ocorridos finais de Divergente, em que Tris e Quatro são fugitivos e caçados por serem divergentes. O casal agora precisa juntar forças para lidar com o poderio bélico de Jeanine, para isso eles percorrem as regiões mais afastadas de Chicago, encontrando rebeldes em número muito maior do que poderiam imaginar.

Para tentar fomentar o enredo, surge uma nova premissa, a de que um objeto ancestral foi moldado com informações extremamente valiosas sobre as facções, algo que seria revelador e ajudaria a dar rumo à sociedade. Tal objeto só pode
ser aberto por um ser 100% Divergente, ou seja, adepto de todas as 5 facções por natureza. Baseado nisso, o vilão Eric (Jai Courtney) ganha um pouco mais de espaço para mostrar nitidamente sua índole voraz na busca pelas cobaias.

Bom, em essência, o que se vê na produção é a corrida de gato e rato para juntar adeptos dos rebeldes e fugir dos membros da facção vilanesca. Pois bem, com mais dinheiro em caixa e enredo inicial já desenvolvido, esperava-se, no mínimo, a mesma força narrativa do primeiro, mas o que se mostra é um filme repleto de efeitos visuais em cenas bobas que refletem o ego do diretor Robert Schwentke em mostrar serviço.

Mesmo com as reviravoltas envolvendo a aparição de novos personagens e mais investimento em sequências de ação, o que
se vê é algo aquém do esperado, principalmente da vilã que ficou ainda mais apagada por seu desejo de revelar o conteúdo do objeto citado a pouco... e quando é feito, até parece piada. Os personagens pouco acrescentam em força narrativa, mesmo Tris cativa pouco por seu drama pessoal por se tornar cada vez mais ícone da revolução.

A duas partes do terceiro vem aí, mas usar o nome do primeiro como um título de série, e subtítulo como algo apenas identificador já demonstra que tem algo errado.
Felipe M.
Felipe M.

15 seguidores 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de abril de 2015
Muito bom! Adorei o filme, assim como a série Divergente!
ldzsantos
ldzsantos

360 seguidores 236 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de julho de 2017
Uma ótima serie, aqui o segundo da serie aonde segue com uma ótima historia, uma produção muito boa e mais uma vez um filme que lhe prende do inicio ao fim, trazendo ação, suspense, e fazendo querer o proximo filme o quanto antes.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de julho de 2015
Segunda filme da serie , Repletos de ações e bons efeitos especiais.
Israel O.
Israel O.

12 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2015
Um filme de classificação etária baixa que consegue explorar muito bem a questão principal não se preocupando em ser politicamente correto, é um bom passo em relação ao primeiro filme que foi bom mas nao teve tanta objetividade, se o próximo filme for melhor do que esse pode marcar positivamente esse filme na história do cinema.
Lilia Fitipaldi
Lilia Fitipaldi

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de março de 2015
O filme é bem fiel ao livro. Tem algumas mudanças mas o filme é tão bom que você nem nota 
Amei! ❤
Gabriel Sidney
Gabriel Sidney

10 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de março de 2015
"Insurgente" o segundo filme baseado na trilogia distópica criada pela autora Veronica Roth se tornou uma grande produção que estreou nos cinemas brasileiros ontem (19/03), sendo que teve as suas primeiras exibições às dez horas da noite na última quarta-feita. O filme estreou nos cinemas para abalar nossos sentimentos e corações.

Trazendo novamente a história de Tris e Tobias no meio de uma guerra revolucionária contra o governo ditatorial dividido em cinco facções: Abnegação, Audácia, Amizade, Franqueza e Erudição. Em Divergente, Tris descobre ser uma divergente, uma pessoa que apresenta aptidão para mais de uma facção, o que é errado e vai contra todas as leis do governo. Todo divergente é morto, e Tris não teria outro destino se não fugisse.

Agora em Insurgente, Tris precisa continuar fugindo das mãos do governo que faz de tudo para tê-las em suas mãos. No nosso livro, as facções estão desmoronando, a Abnegação foi completamente destruída devido ao ataque da Audácia que estava totalmente sob efeito de um soro.

Logo no início do segundo filme, Tris, Tobias, Caleb e Peter fogem para a Amizade, onde permanecem por lá até tomarem uma decisão concreta do que farão com suas vidas. É claro que não saiu como planejado, e tiveram que sair apressadamente da sede da Amizade devido as tropas da Erudição que foram buscar os Divergentes.

Então, eles se encontraram com os sem-facções, onde Tobias descobre que sua mãe que antes achava que estava morta, está viva. O planos deles é destruir a Erudição e tomar o poder do governo, trazendo a paz novamente. Mas será que isso vai dar certo? Será que isso pode significar que Tris precisa se sacrificar para salvar que ama? Será que Tris aguentará ver mais alguém morrer por sua causa?

O filme começa logo após os acontecimentos finais de Divergente, o que foi um ponto forte, já que é um bom começo que nos faz lembrar o primeiro filme. Além disso, há uma abertura onde conta rapidamente o processo de facções e, é claro, sobre os divergente, não deixando o público confuso.

Em comparação ao primeiro filme, percebemos um grande amadurecimento na personagem de Shailene Woodley, não se pode dizer o mesmo da atriz, que não acrescenta nenhum ponto em sua atuação em comparação ao primeiro filme. A melhor cena do filme que conseguiu me emocionar bastante foi a cena em que se injeta o soro da verdade nela, e ela trava uma batalha contra si mesma para não dizer a verdade.

Theo James está melhor do que o primeiro filme, consegue interpretar bem Tobias, era como se ele tivesse pulado das páginas dos livros. Esse é o Tobias que eu imaginava! Ansel Elgort no início não tem um destaque, sua atuação foi um tanto dispensável nos primeiros minutos da película, me fazendo esquecer de seu personagem em diversos os momentos durante o longa, mas depois da metade, o personagem tem uma importância maior no filme, e quem leu o livro sabe.

O personagem de Miles Tiller também tem uma importância grande no filme, o ator não decepciona no papel de Peter. Kate Winslet consegue carregar o filme em suas costas facilmente, a atriz surpreendeu, e conseguiu captar toda a essência da personagem do livro para as telas, foi uma boa escolha para interpretar a vilã da trilogia. Afinal, não tinha como decepcionar.

Os efeitos especiais conseguiram cumprir o que os primeiros teaser-trailers e trailers nos mostraram. "Insurgente" foi bem mais trabalhado nos efeitos especiais do que o seu antecessor, o que nos entregou um filme belo e com um cenário futurístico diferente do que já estamos acostumados. Além disso, sentimos uma diferença entre o primeiro e o segundo filme. O primeiro funcionou como uma apresentação da história e da trilogia, mas Insurgente tem um clima mais sombrio, com o ar de mistério. Isso não quer dizer que o filme perdeu a graça, e sim se tornou superior que o antecessor nesse quesito.

Agora falando sobre o 3D, sinceramente, eu fiquei super curioso para saber como ficaria o resultado final do filme convertido para o 3D. A produtora investiu bastante na divulgação do filme 3D, e nos entregou um dos piores filmes convertidos para esse formato. O 3D foi pouco trabalhado, e é totalmente dispensável. E para azar de todos, a maioria dos cinemas está exibindo no formato. A impressão que dá e de que o filme foi filmado em 2D e para lucrar mais, foi convertido para o 3D. Nesse quesito o filme não inovou em nada. São poucas as cenas que realmente o 3D valha a pena, e são bem rápidas.

A mudança de diretor entre Divergente e Insurgente ficou bem presente durante a exibição do filme. Neil Burger (diretor de Divergente) iniciou a série sendo mais fiel ao livro e com um tom menos sombrio que a continuação. Enquanto o diretor Robert Schwentke foi menos fiel ao livro e criou um tom sombrio para a série.

O roteiro também foi um ponto fraco do filme, a história começou a ficar acelerada, como se o roteirista estivesse com pressa de terminar o filme imediatamente. O que estragou completamente o clima complexo do livro. Quem leu o livro, sabe o quanto o livro é mais complexo que o filme. Alguns personagens foram deixados muito de lado nesse novo filme. Nem mesmo os novos personagens conseguiram um destaque grande, me refiro a Naomi Watts que interpretou a mãe de Tobias.

Os personagens coadjuvantes de Divergente são totalmente esquecíveis nesse novo filme, Tori, Christina, Malene e Lynn, tiveram maior participação no livro do que no filme, e por isso acho que o roteiro foi o ponto mais fraco do filme. Os personagens mereciam maior atenção, até porque são importantes no livro. E o Marcus, pai de Tobias? O que dizer sobre ele? Totalmente esquecível! No livro ele tem uma maior importância para o desfecho do livro.

O final foi totalmente alternado se compararmos o filme com o livro, as últimas cento e cinquenta páginas do livro tem uma reviravolta grande e no filme não tem. Não vou dizer porque estou fugindo dos spoilers, e quero escrever essa resenha sem nenhum spoiler, mas quem leu o livro sabe do que eu estou falando. Mudaram realmente o final.

Infelizmente durante toda a sessão do filme, eu pensei que estava assistindo um resumo do resumo do livro, fizeram com que o livro parecesse ter menos de duzentas páginas, mas ele não tem. Cortaram bastante cenas, e mudaram o cenário de algumas. Mas a história continua a mesma. O filme não termina da mesma maneira que o livro, mas mesmo assim o final do filme conseguiu ser chocante, agradável dando aquela "amostra grátis" para os espectadores do que está por vir nos dois últimos filmes da série.

Mas mesmo tendo essas divergências entre o filme e o livro, eu gostei bastante do filme e se tornou uma das minhas adaptações favoritas, isso é claro, esquecendo um pouco do livro. Então recomendo aos fãs para ir ao cinema de mente aberta, sabendo que o filme não é totalmente fiel ao livro, ele chega a ser, mas não é. Lembre-se! Não se deixe ser enganado pelo 3D que foi totalmente esquecível durante o filme, fazendo apenas com que gastássemos mais no ingresso. Espero que isso não aconteça com Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 2, para os desavisados, o último filme da série também foi convertido em 3D e será lançado nos cinemas com esse formato. Para finalizar, Insurgente é um bom filme, mas peca ao tentar se tornar superior ao livro, e o roteiro deixa realmente a deixar, mas tirando isso, e colocando a trilha sonora, o cenário, compensa o ingresso. E agora bate aquela vontade de assistir novamente o filme, e esperar até o ano que vem para conferir mais capítulo da história de Tris e Tobias...
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