O Universo no Olhar
Média
4,3
322 notas

46 Críticas do usuário

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Luiz A
Luiz A

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de maio de 2015
Um filme simples com uma boa história, um ótimo Drama. Tem apenas uma sena de morte, que foi a sena de morte mais chocante e dramática que eu já vi ! Vale assistir em casa!
Micaelle L.
Micaelle L.

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5,0
Enviada em 9 de março de 2015
O filme conta basicamente a história do Dr. Ian Gray um cientista que estuda a íris ocular e dedica seus trabalhos a descobrir a origem da visão com a ajuda de seu assistente Kenny e sua estagiária Karen para, sobretudo, provar que o olho humano e seu desenvolvimento fazem parte da evolução natural das espécies e não precisaria de um "designer inteligente" -que, no caso, seria Deus.
Ian é um colecionador de fotos de olhos por hobbie, e a história só começa a se desenrolar de fato quando Sofi, uma jovem misteriosa, aparece na vida desse cientista, o instigando com seus olhos tão peculiares e suas crenças tão adversas às dele.
Para quem, assim como eu, leu essa sinopse e acha que o filme vai ser várias horas de termos científicos indecifráveis, simplesmente se surpreenderá com uma história tão arrebatadora. I Origins traz, sem dúvidas, um embasamento científico mas é a partir dele que milhões de outros questionamentos vão se desenrolando, sobre crenças e sobre o que está além do que podemos crer, ver, ou experimentar.
Com destaque para um elenco que foge totalmente ao padrão que estamos acostumados a ver nas telinhas de cinema com todos padrões perfeitos, temos Michael Pitt, Brit Marling e Astrid Berges-Frisbey transparecendo experiência e naturalidade em suas atuações tão desataviadas mas ao mesmo tempo tão complexas.
O Ian, quase que obviamente, não crê em questões religiosas ou divinas por ser um cientista, mas tudo o que ele sempre acreditou ou "acreditou não acreditar" por toda a vida é posto a prova quando conhece a Sofi, uma personagem totalmente religiosa que tem uma atmosfera totalmente misteriosa e também singela (o que a faz totalmente atraente). Em quase duas horas, o filme parte de um pressuposto científico mas tange muitos outros temas, e o que precisa ser esclarecido é que a trama vai além de religiões, por exemplo, vemos também questionamentos sobre as barreiras na vida, sobre abrir a mente com a ciência de que sempre haverão coisas a se conhecer, mas sobretudo sobre amor. Porque como já dizia São Tomás de Aquino, "O amor é o desejo de eternidade do ser amado".
I Origins é um filme que as pessoas costumam chamar de "cabeça", pra quem está disposto a abrir a mente para ser questionado, trazendo mil dúvidas independente da crença e religião das pessoas, pois como já dizia Leonardo Boff, "Todo ponto de vista é a vista de um ponto". Se trata de uma ficção muito bem construída, finalizada, sem pontas soltas e com diálogos sensacionais.
O filme ainda tem direção de Mike Cahill, que traz cenas realmente impactantes e por vezes chocantes com a intenção de, na minha opinião, impressionar para expressar, chamar atenção para o que está sendo colocado em questão. Sem contar da trilha sonora maravilhosa, esse é um filme intenso, completamente envolvente e até mesmo tocante que sem dúvidas merece uma chance.

P.S: Para quem vai assistir, há uma cena pós créditos então, não a percam!
Ruan Fernandes
Ruan Fernandes

6 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de setembro de 2016
Um filme que conta praticamente duas estórias diferentes. A primeira parte representa uma busca, onde sinais são interpretados afim de se obter o sucesso. Nessa parte o improvável e o duvidoso são testados. A segunda parte é a mais científica, pode-se assim dizer. Fatos e métodos são analisados afim de se provar algo. Com um final que tenta unir esses dois mundos. Um filme muito interessante.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de março de 2015
Existe um ditado popular que afirma que os olhos são a janela para a alma. Se o Dr. Ian Gray (Michael Pitt), personagem principal do filme “O Universo no Olhar”, dirigido e escrito por Mike Cahill, pudesse acrescentar algo a esse ditado, ele diria que existe um universo diferente dentro de cada olhar. E ele falaria isso com a propriedade de quem é um especialista em biometria por íris ocular que devotou a sua vida acadêmica a provar cientificamente que o olho humano chegou ao seu grau de evolução máximo, sem qualquer ajuda tecnológica, digamos assim.

Como todo bom cientista, Ian só acredita naquilo que pode ser provado após a realização de pesquisas científicas. Ou seja, neste sentido, o que “O Universo no Olhar” acaba sendo é mais um filme de ficção científica que coloca em xeque a ciência e a religião. O roteiro de Mike Cahill acaba retratando a jornada que Ian vive após ele ser confrontado com a possibilidade de que a íris do olho de cada ser humano é única e, na medida em que esse ser reencarna, essa íris permanece com ele, como se fosse algo inerente à nossa mais pura essência.

Desta maneira, podemos perceber que “O Universo no Olhar” introduz, especialmente em seu último ato, uma discussão muito interessante acerca da reencarnação e da possibilidade que todos nós teríamos de reencontrar aquele determinado par de olhos que modificou o nosso mundo. O problema é que, por apostar na tensão entre a visão científica que Ian segue fielmente e a visão religiosa que é utilizada como princípio para uma outra pesquisa científica, Cahill acaba falhando, especialmente no quarto final do filme, deixando mais perguntas do que respostas na mente de sua plateia.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de janeiro de 2015
Assistir, I Origins requer paciência, uma mente aberta, livre e limpa. O Filme contem elementos simples é lindos, além de uma trilha sonora magnifica e encantadora, tão leve que amolece os sentimentos. Mas o filme não é uma maravilha toda, ele erra em seu decorrer do desenvolvimento da trama. O Inicio mostra o que o final significa. Uma reencarnação, uma vida em outro ser. I Origins é um filme sem barreras, apesar de não existir muitos obstáculos nele, mas é um filme forte é libertador que nos deixar com duvidas e pensamentos futuros. Aqueles pensamentos que ficamos horas e horas tentando entender. Mas é um filme belo, simples e maravilhoso.
Leonardo O.
Leonardo O.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2015
filme fantástico, como tiveram essa idéia? !
tem de tudo nesse filme até um pequeno suspense!
André Luiz C.
André Luiz C.

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2015
Amei os conceitos abordados pelos cientistas do filme! Já no que se refere aos conceitos namorada do Ian Gray nem vale a pena gastar meu teclado com eles! rsrsrsrs
Bruna M.
Bruna M.

31 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de janeiro de 2015
Apesar do carácter religioso, o enredo prende a atenção do começo ao fim e a emocao é grande.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de janeiro de 2015
O filme sutilmente tenta te passar uma mensagem sobre reencarnação , até então tudo bem , o desenrolar do filme é chatinho demais.....Mas os Fãs de Chico Xavier vão adorar esse filme...
Hugo N.
Hugo N.

7 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de janeiro de 2015
O filme pode pecar de alguma forma na base teórica em que foi construído, porém conduz muito bem o expectador em seu objetivo principal. Os personagens são bem encaixados na trama e não pecam na atuação.
Um dos melhores filmes de 2014.
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