A Cabana
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4,2
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Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de abril de 2017
“Conhecereis a Verdade e ela vos libertará”
O filme traz mensagem de autoajuda destacando as influências dos sentimentos de culpa e ódio, mostrando a importância da confiança, perdão, alegria e gratidão. As pessoas não devem permitir que a tristeza encontre passagem tome conta de seu ser, em vez disso têm se movimentar para ultrapassar os obstáculos sem ficar maldizendo a vida.
O cenário e os personagens utilizados pelo autor para adentrar na polêmica questão da Justiça e Amor do Criador encontra pouco eco na mente do homem do século 21, influenciado pela avalanche de informações e imagens a que está submetido. Os tempos são outros e diante de tantas situações trágicas que se abatem sobre os seres humanos, a atitude certa é desenvolver o máximo esforço para procurar as respostas. A grande dificuldade dos seres humanos para compreender o significado da vida é a falta de esforço para buscar a Luz da Verdade, a sabedoria real que contém lógica e naturalidade, mas que ficou soterrada sob um amontoado de interpretações erradas e alterações introduzidas por ignorância ou outros interesses.
Falta o saber sobre as reencarnações. O ser humano é o espirito guarnecido pela alma que vivifica o corpo terreno, que preexistia a milênios, e que tem através da reencarnação, a possibilidade de permanecer por um novo período no grande ponto de transição que é a Terra, de onde poderá desembaraçar-se das trevas dos erros humanos, fortalecer-se, reencontrar-se consigo mesmo e com o perdido caminho da iluminação.
O espirito de Mack foi conduzido para a matéria fina enquanto seu corpo permanecia inerte. Encontrou-se com guias espirituais que mostraram a ele o funcionamento das leis da Criação que uma vez reconhecidas e respeitadas elevam o espirito. Ele viu a planície florida onde o espirito da pequena Myssi brincava alegremente e teve noção de que a vida não acaba com a morte terrena. Reconheceu que tudo que o ser humano faz de bom ou mau recai sobre si mesmo. Que o perdão liberta. Que o saber das perfeitas leis da Criação geram confiança. Que a alegria de viver para evoluir é a melhor forma da gratidão pelo dom da vida.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 6 de maio de 2017
talvez o livro seja mais interessante. o filme ficou muito longo e cansativo, pois o roteiro e evolução estavam rasos. a história em si é bonita e a fotografia ajuda. fora isso, recomendo ver apenas se o expectador se interessa pelas histórias cristãs.
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de abril de 2017
(...)Mesmo com uma grande história em suas mãos, A Cabana, por fim, transforma seus cento e trinta e dois minutos de projeção em uma jornada que não ousa aprofundar o próprio tema que discute.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.285 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de outubro de 2017
Fraco! Potencial tinha, mas.... Sam como protagonista tenta salvar o filme em alguns momentos bons, mas não dar continuidade em momento algum, roteiro é péssimo e muito mal desenvolvido, enquadramentos ruins e perda de foco, parte técnica ruim. Spencer tem uma boa atuação, mas só... o restante do elenco é medíocre. Mensagem que passa pode até tentar passar algo bacana, mas se perde no meio do caminho, com exageros de linguagem forcados e equivocado. Cenas marcantes? Sim! A perca das filha é comovente e bem feita, mas a continuidade do ato é muito ruim ou seja um filme merecedor de Framboesa de ouro ou pelo meno ser indicado, haja vista que que tem Transformers O ultimo cavaleiro que é um pérola dos péssimos pensamentos de Michael bay.
Roger I.
Roger I.

7 seguidores 39 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de abril de 2017
Filme religioso. Quer passar a mensagem que sua vida só vai pra frente se você ficar adorando a Deus. Na visão do autor você tem que perdoar pra ser feliz e a vida seguir em frente. Se mexesse com minha filha jamais perdoaria. Não tem explicação para isso. Quero ver me convencer. Nem o passado sombrio do assassino justifica matar outro ser humano. Não porque apanhei do meu pai que vou bater na minha filha. O filme tem cenas muito bonitas, mas para uma pessoa que nem eu , que não tolera o assunto religião, o filme foi fraco. A realdade é uma só , nem o autor, nem eu, nem você que ta lendo, sabe nada sobre a nossa existência.
Felipe S.
Felipe S.

9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de maio de 2017
Filme emocionante e acolhedor. Porém, a interpretação do ator principal deixa a desejar. confesso que fiquei um pouco decepcionado com o desfecho, tudo bem que a história é sobre perdão acima de tudo, mas fiquei bem curioso para saber quem é o assassino. Por fim, a obra conseguiu me cativar e eu como um indivíduo sem religião, mas que acredita em Deus acima de tudo fiquei comovido e acreditando muito mais na força que a espiritualidade traz a vida interior das pessoas.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de outubro de 2017
(Antes de iniciar o texto, acho importante deixar bem claro que não tenho a intenção de ofender ou desrespeitar a crença religiosa de quem apreciou ou se identificou com a história contada neste filme – apenas apontarei a qualidade do filme como outro qualquer).

A definição ideal para constatar que está adaptação para os cinemas do livro escrito por William Paul Young é um filme que divide opiniões esta nas reações da plateia da sessão na qual o assisti: se metade das pessoas na sala choravam a ponto de soluçar, a outra metade bocejava durante os diálogos longos e didáticos sobre os caminhos do entendimento do tão valoroso ato de perdoar o próximo. Com mais de 18 milhões de cópias vendidas – não me encontro entre esses milhões de pessoas, já que não o li – A Cabana ganha pelas mãos do diretor Stuart Hazeldine – do risível Presságio (com Nicolas Cage!) – uma versão repleta de boas intenções – mas que fracassa por não saber expô-las com brilho ou eficiência narrativa – tornando-se uma experiência enfadonha para o expectador não tão adepto de costumes cristãos – ou seja: o filme sabota boa parte do interesse de uma grande parcela de espectadores, que dependeriam de um conhecimento antecipado sobre a bíblia, religião, teologia ou a própria fé em Deus. E, como já disse inúmeras vezes nos meus textos, quando uma obra cinematográfica não consegue fazer o público se identificar com sua história sem este ter tido acesso ao original antes, já está cometendo um grande erro – ainda mais levando em conta que a intenção do roteiro é, justamente, fazer qualquer pessoa sentir o que o poder de Deus faz na vida de seu protagonista Mack, vivido por Sam Worthington.

O problema principal de A Cabana reside em seu roteiro simplista e um tanto maniqueísta, que tenta expor repetidamente uma única mensagem durante suas duas horas e quinze minutos de projeção – fazendo o espectador notar que o filme tem realmente duas horas e quinze minutos – tornando-se absurdamente aborrecido e cansativo do segundo ato para frente – aliás, o roteiro é tão mal concebido que parece não haver nem uma linha de passagem coerente entre o segundo e terceiro ato – ainda mais com a óbvia (notem que vou usar a palavra óbvia inúmeras vezes) narração em off no inicio do personagem de Tim McGraw – que tenta traçar um manjado arco dramático no final. Tirando está introdução, mostrando a infância do personagem de Worthington, o primeiro ato, ainda sim, se mostra curioso, com ritmo fluente e uma atuação simpática da menina Amélie Eve, onde ela chega a quase emocionar com sua reação à uma historia que ouve de seu pai, ressaltando o que acontecerá com ela – com exceção de uma tentativa do diretor em utilizar um flashback de um evento que acontecerá dentro do primeiro ato ainda – totalmente desnecessário, só confundindo sem maiores intenções – o primeiro ato de A Cabana funciona, mesmo que parcialmente.

Através disso tudo, conhecemos Mack, um cristão não tão devoto, ao contrario de sua esposa Nan (Mitchell), uma religiosa assídua. Eles são os pais da garota Kate (Charpentier), do garoto Josh (Munroe) e da caçula Missy (Eve). Em um fim de semana, Mack leva seus três filhos para acampar e a filha mais nova acaba desaparecendo – sendo encontrada morta mais tarde, assassinada por um criminoso dentro de uma cabana no meio da floresta. Culpando Deus por não ter salvado sua filha, Mack começa a entrar em depressão, evitando contato com todos, inclusive seus filhos e esposa. Mas ao encontrar uma carta/convite em sua caixa de correio, o chamando para visitar a cabana onde aconteceu o crime, Mack vê uma chance de tentar eliminar a dor que sente pela falta da filha. Mas chegando lá, ele se depara com três pessoas que podem mudar sua forma de enxergar a vida e, consequentemente, formas de fortalecer sua fé em Deus e conseguir perdoar o próximo por tudo que aconteceu e seguir em frente.

Ao contrario da trama do desastroso Deus Não Está Morto, onde existiam personagens descrentes na fé divina, A Cabana é sobre um personagem que acredita em Deus, mas o responsabiliza e julga culpado pela trágica morte de sua filha. Portanto, a óbvia representação da divina trindade por parte dos personagens de Octavia Spencer, Avraham Aviv Alush e Sumire Matsubara, sendo, respectivamente, Pai, Filho e Espirito Santo, dita todo o restante do filme, com os três tentando convencer Mack através de diálogos longos e repetitivos sobre o que Deus tem reservado para nós e de como o “trabalho” Dele é difícil – embora mostrado de forma tão maçante pelo roteiro, o achado do filme (talvez o único mesmo) é a excelente escolha da ótima Octavia Spencer representando a figura de Deus – a talentosa atriz indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por sua atuação em Estrelas Além do Tempo, faz jus ao peso do papel, que o cinema já viu sob a pele de atores tão grandiosos quanto Octavia, como Morgan Freeman, por exemplo. Mais um acerto refere-se ao fato de representar Deus como mulher, insinuando que o criador do universo não teria sexo – mas, nesse ponto, o roteiro comete uma gafe machista, em certa parte, ao colocar o ator Graham Greene no lugar de Octavia, simplesmente por achar que a figura de homem (como pai) seria mais adequada para revelar uma coisa para Mack – algo totalmente desnecessário para a narrativa, sabotando ainda mais a (pouca) fluência da história.

Mas, lamentavelmente, Octavia esta rodeada de fracos atores; Avraham Aviv Alush, como Jesus, parece uma versão mais apática de Dev Patel e a oriental Sumire Matsubara, como o Espirito Santo, nos entrega diálogos infames com sua inexpressividade e tentativas de emocionar com olhares para o nada – em certa parte, o diretor deixa mais uma mensagem óbvia, logo após Matsubara dizer que os homens nunca veem direito as coisas de perto, precisando dar uma olhada mais ampla – e o que Hazeldine faz? Um plano de cima do jardim onde a moça e Mack estão, mostrando que o local, aparentemente bagunçado, exibe belas formas com suas plantas mais ao longe – Aliás, visualmente, A Cabana é bem pobre. Chega a ser risível a cena onde Mack encontra o “espirito” de seu falecido pai (Robbins), que aparece em outra tonalidade de cor, tão medonha que parece ter sido feita no Windows Movie Maker (!!!); ou Mack e Jesus correndo sobre um fundo verde... ops... as águas de um mal renderizado lago feito digitalmente, tentado mostrar que com a fé em Deus um homem pode andar sob águas. Embora faça enquadramentos decentes, o diretor tem como inimigo a direção de fotografia pouco inspirada, que não se utiliza da paleta de cores diferentes para mesclar os momentos – isso fica refletido na escura (e quase amadora) cena dentro de uma caverna, onde Mack encontra a Sabedoria – vivida por nossa conterrânea Alice Braga, que, infelizmente, é obrigada a proferir diálogos do nível de: “você terá que escolher apenas um de seus filhos, o outro será levado para o inferno”, numa tentativa do roteiro em colocar Mack no lugar de Deus, para que ele veja como não é fácil ser o Papai (apelido carinhoso que Mack deu na infância a figura de Deus) – ao menos, Octavia Spencer representa melhor a forma como Deus demonstra sentir a dor de seus filhos (especificamente Jesus, em outro momento), mostrando os mesmos ferimentos nos pulsos, devido à crucificação de Jesus.

E, ainda sobre o passado e infância de Mack, é absurdo a forma como o roteiro trata a conclusão da relação entre ele e seu pai – tentando mostrar um perdão sobre um ato extremamente grave de uma forma incrivelmente barata – por mais que o pai de Mack fosse asqueroso, em bater nele e em sua mãe, nada se resolveria de forma tão simples e superficial como mostrado na cena do espirito do pai do personagem de Worthington, que citei no paragrafo anterior. E o desmotivado e pouco criativo roteiro mostrará de forma bem genérica o que se passa na cabeça do assassino de Missy – embora, como já disse, louvável, o ato do perdão é exposto inúmeras vezes em exemplos, mas quase nenhuma vez bem demonstrado.

Toda essa gama de problemas poderia ser esquecida – ou ignorada, por algum tempo – se tivéssemos um protagonista marcante – e Sam Worthington não o é, mostrando que só consegue bons resultados trabalhando sob a batuta de grandes diretores, como James Cameron em Avatar ou Mel Gibson em Até o Último Homem. Sam acaba sendo um dos maiores responsáveis por transformar Mack em um homem que parece nem se importar mais com a morte da filha – seu choro é tão patético em algumas cenas que mais lembra gemidos ou gritos de dor – escancarando sua inexpressividade e apatia, ainda mais pelo fato de que o menino no começo do filme em nada lembra (pelas atitudes) o homem que se torna na imagem de Worthington – e ainda existe a “ajuda” de Radha Mitchell, como a esposa Nan, em interpretação tão fria (não só a personagem) que chega a ser um insulto ao público cristão, ao exemplificar sua fé na igreja e em Deus de uma forma quase fanática – aparentando pouca tristeza pela morte da filha.

A Cabana, portanto, é isso: um filme bem intencionado (aos cristãos), mas incrivelmente falho em termos técnicos, de atuações (todos no “piloto automático”, com exceção de Octavia Spencer, que ao menos tenta trazer algo bom em sua atuação) e de uma narrativa que repete inúmeras vezes a mesma mensagem por toda sua longa extensão, sendo uma experiência que pode soar decepcionante para todos os públicos, independente de sua crença religiosa, devido à superficialidade e falta de melhores argumentos de seu insosso roteiro sobre um tema tão importante quanto o perdão e as formas de superar a perda de um ente querido. Acaba sendo um medíocre livro de autoajuda em formato de filme.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de maio de 2017
Baseado no best seller escrito por William P. Young, A Cabana, filme dirigido por Stuart Hazeldine, tem como personagem principal Mackenzie Allen Phillips (interpretado por Carson Reame na infância e por Sam Worthington na sua fase adulta). Está claro, ao jogarmos o olhar em Mack, o quanto que ele, apesar de ter uma esposa amorosa (Radha Mitchell) e três filhos (Megan Charpentier, Gage Munroe e Amélie Eve) lindos, inteligentes e educados, teve toda a sua existência marcada pela sua infância e pela presença abusiva de seu pai (Derek Hamilton). Isso deixou marcas profundas no homem que ele se tornou.

A situação se agrava quando, durante um final de semana de férias com os filhos, em um acampamento, sua filha mais nova, Missy, desaparece e, após investigações policiais, chega-se à conclusão de que ela foi brutalmente assassinada. Se Mack já vivia num mundo próprio, incapaz, às vezes, de demonstrar seus sentimentos; o isolamento que ele mesmo se impõe, após a morte de uma filha tão querida, só faz piorar.

Presenciarmos tudo isso que Mack vive nos leva ao ponto principal de A Cabana, que é a relação do homem com sua própria fé ou, no caso, com o próprio Deus. Neste sentido, a verdadeira jornada do filme é a que acompanha Mack em um final de semana que ele passa numa cabana se relacionando com Papa (Octavia Spencer), Jesus (Avraham Aviv Alush), Sarayu (Sumire Matsubara) e Sophia (a atriz brasileira Alice Braga). Tentando colocar em resumo as ricas experiências vividas por Mack com estas personagens, o que ele aprende é que não estamos sozinhos, que Deus não abandona seus filhos e que, diante do mal, podemos tirar o bem – mesmo que não compreendamos, a princípio, o que está acontecendo.

A Cabana é somente o terceiro filme dirigido por Stuart Hazeldine e o primeiro de sua filmografia a ter uma certa repercussão. Por se tratar de um diretor inexperiente, estamos diante de uma obra que não tem personalidade ou uma marca. E isso prejudica muito A Cabana, um filme que se apoia principalmente na (bonita) mensagem que deseja nos passar. Além disso, a falta de expressão de Sam Worthington, inclusive durante os momentos de maior apelo emocional de A Cabana, faz com que o filme perca boa parte do impacto que deveria ter sobre nós. Uma pena, pois se trata de uma obra com temas edificantes – algo que é raro no cinema norte-americano.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 1 de maio de 2017
A Cabana tem poucos méritos e muitos problemas, principalmente quando falamos do período que dura da chegada na cabana até o encontro com Alice Braga. Estamos falando de quase 60 minutos de projeção que dão sono. Diálogos muito forçados e um ritmo de narrativa que beira o monótono. O que de certa forma salva é o início um pouco mais dinâmico (até o momento da tragedia em questão) e o final, não no mesmo nível mas superior a metade do filme.
Obviamente que o filme busca colocar lágrimas nos olhos em diversos momentos, e consegue.
Mas falta muita coisa!! Carisma no protagonista, principalmente.
Márcia M.
Márcia M.

5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de abril de 2017
Nem terminei de assistir. O ator definitivamente não convence no papel de pai em sofrimento. Atores ruins, com exceção da pequena Missy. Não recomendo mesmo. Fiquem só no livro mesmo.
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