Magia ao Luar
Média
3,8
293 notas

26 Críticas do usuário

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3 críticas
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Vasco L.
Vasco L.

7 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de setembro de 2014
Woddy Allen já teve momentos brilhantes. Agora parece que estacionou nesses filminhos medianos.
Deu para divertir, nada além disso.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de janeiro de 2015
O típico Woody Allen, sofisticado e caprichado, ainda cético quanto a um sentido sobrenatural para a vida, mas que, mesmo assim, acredita no poder de libertação do amor.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de dezembro de 2015
Woody Allen como sempre cuidadoso no tratamento dos personagens, a principio, Stanley Crawford poderia soar como um personagem antipático por parte do público, arrogante, grosseiro, excessivamente cético em relação a vida e melancólico nas relações interpessoais. Mas graças ao talento sem igual de Colin Firth e a habilidade de Allen com um elenco estrelado, ao longo da trama sentimos uma incrível empatia pelo personagem, nos preocupamos com o rumo que sua vida irá tomar a partir do momento que conhecemos a divertidíssima Sophie, interpretada com absoluta dedicação e cuidado por Emma Stone, que assim como Firth, nos faz sentir profunda empatia por sua personagem, nos fazendo acreditar até que sua visões são realmente verdadeiras. O longa também é auxiliado por uma competente(que não chega a ser brilhante) direção de Allen, sempre adotando planos bem fechados valorizando assim as atuações, e claro, explorando ao máximo as belíssimas locações europeias, sem precisar empregar os sempre irritantes planos de teor turístico a elas. Enfim, uma delícia de filme, só não leva cinco estrelas por causa do final piegas. Uma prova de que bons cineastas não precisão de Histórias tiradas da cartola.
nelia B.
nelia B.

17 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de setembro de 2014
Um dos meus diretores favoritos, sempre sarcástico intelectual e fascinante, porém, em Magic in the moolight assisti a um filminho bem fraco. Se não fosse Colin Firth e Emma Stone, haveria pessoas a sair da sala.
dei umas boas risadas com Firth, mas o roteiro me decepcionou muiiitoooo. estava muito ansiosa p assistir esse filme, pois amo os dois.
Nem parece o mesmo diretor de Blue Jasmine. ⭐⭐⭐
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de setembro de 2014
É um Woody Allen, autêntico, um bom filme, apenas. Uma comédia romântica com pouco cenário, muito diálogo e dificuldades para o Diretor dar o recado. Colin Firth, como Stanley, e Emma Stone, como Sophie, casal romântico do filme, se perderam um pouco com os personagens, embora sejam astros de primeira grandeza. O enredo tem alguns clichês de filmes de golpistas. Vale a pena.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de junho de 2016
Entra ano e sai ano, quase religiosamente, o diretor Woody Allen lança seu filme anual. Alguns são inesquecíveis, outros nem tanto, mas rara as vezes são ruins, na verdade não lembro de nenhum.
Mesmo quando não atinge seu auge, seus filmes medianos são acima da média. É o caso desta comédia romântica com Colin Firth e Emma Stone como protagonistas. Ele um gênio da mágica, ela uma médium que se pretende descobrir charlatã.
Da reconstituição da época de 1920, das atuações, direção e em especial pelo roteiro farsesco, Allen tira humor da situação nos diálogos entre os personagens e na farsa que ele criou para esta história.
É uma obra mais água com açúcar, perfeito para dias que se pede algo leve.
Curiosidade. Primeiro trabalho da atriz Emma Stone com Woody Allen.
Nota do público: 6.6 (IMDB)
Nota dos críticos: 52%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $10 milhões
Mundo - $51 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Francis M.
Francis M.

2 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de novembro de 2014
Leve, tranquilo, divertido. Para relaxar, sem compromisso. Eu gostei
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 30 de junho de 2016
Woody Allen é um contador de histórias mediano, pois ele consegue utilizar (ou manipular) os personagens dos seus filmes (que dirige e escreve) ao seu bel prazer. Seu objetivo não é criar uma trama muito complexa, mas apenas discutir os temas recorrentes de sua cinegrafia mais recente. Dito isto, o que pode talvez elucidar porque há muitas pessoas que não gostam dos seus filmes, por outro lado essa ambição de sempre explorar ao máximo as premissas de seu raciocínio sobre questões além-vida (e a própria vida) são fascinantes _per se_, e na maioria das vezes não precisaria mais trama do que aparece em seus filmes para gerar uma boa discussão. Seus diálogos, pode-se dizer, são um monólogo constante sobre filosofia. Só isso já torna não apenas seus trabalhos altamente assistíveis, mas, em geral, muito acima da média de Hollywood (que busca justamente o oposto: quanto menos o espectador precisar pensar, melhor).
Lucas Augusto Campos
Lucas Augusto Campos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de abril de 2015
Woody Allen é um dos cineastas mais ativos do cinema. Dirige e escreve um filme a cada ano, sem exceções. Ano passado, fui presenteado com a magnânima obra-prima Blue Jasmine, que deu o Oscar a Cate Blanchett. Este ano, Woody lança Magia ao Luar. Não é a primeira vez que Woody aborda o mesmo assunto. A magia já foi tema deste gracioso cético. Em 2001, a comédia O Escorpião de Jade, estrelada por Helen Hunt, e também por Woody Allen - em uma de suas últimas performances no cinema - não me surpreendeu tanto. Em 2006, em sua segunda parceria com Scarlett Johansson, antecedida pelo genial Match Point, Woody Allen filmou Scoop, que também contou com Hugh Jackman. Filmado em Londres, assim como o anterior, foi outra comédia do diretor que podia ter sido melhor. E mais atualmente, em 2011, Woody Allen dirigiu e escreveu uma de suas melhores obras: Meia-Noite em Paris me deixou completamente extasiado. Me apaixonei pela direção, pelo roteiro, e pelo elenco fumegante, comandado pelo protagonista Owen Wilson. E este ano, o diretor voltou a encenar o assunto do qual ele tanto teme: a magia. Não é preciso ser um grande admirador de sua obra para saber o seu ateísmo. Com o significativo avanço do tempo, Woody passou a investigar o assunto regularmente em suas tramas. Aqui, confesso: vi um Woody Allen espirituoso que nunca tinha visto. Ele trata do assunto de uma maneira tão complexa, e em algumas partes, isso me assustou. Em Magia ao Luar, é impossível não ser fisgado pelo romantismo de Woody Allen.

Não me surpreendi por me lembrar tão intensamente de um de seus melhores filmes: Balas sobre a Broadway. Narrado nos anos 20, o filme conta a história de Stanley, um mágico que se apresenta nos mais diversos teatros ao longo do mundo, de fama maior. Porém, apesar de sua genialidade, Stanley é um homem frio, calculista, omisso, orgulhoso e perfeccionista. Quando é convidado para desmascarar uma jovem, Stanley se vê numa situação da qual nunca havia imaginado: a tal "farsante" se revela nem tão "farsante". Quanto mais as tentativas de Stanley para desmascarar a jovem aumentam, mais ele cria uma conexão com ela. É mais um dos filmes rítmicos de Woody Allen, nos estilos de comédia-romântica-de-uma-hora-e-meia que tanto me fazem admirar seu trabalho. E aqui não foi diferente. Confesso: o roteiro não é um dos melhores. Podia ter sido algo bem melhor, porém, não deixa de ser um filme simbólico.

Protagonizado por Colin Firth e Emma Stone, Magia ao Luar tenta repetir a mesma fórmula de Meia-Noite em Paris, mas falha, infelizmente. Ambientado na França, década de 20, o roteiro não é idêntico á Meia-Noite em Paris por tratar de uma história diferente, mas há semelhanças próprias entre a grande obra-prima do diretor e seu mais novo filme. Apesar de tudo, é um filme maravilhoso, cujo fiquei encantado e em seus poucos 94 minutos, me consolei ardosamente em sua trama. O roteiro de Woody é inteligente, usa elementos característicos e formais. Porém, é consideravelmente clichê. O que foi visto em sua última grande película também é visto aqui, mas de uma forma mais rápida e insatisfatória. O elenco, sublime. A trilha sonora, enfeitada pelo jazz clássico do qual eu tanto admiro. O figurino, peças elegantíssimas e artísticas, feitas pela grande figurinista espanhola Sonia Grande, que conheci em Volver, de Almodóvar, e que também participou de Meia-Noite em Paris. Apesar das críticas que veio recebendo, e de uma recepção pouco estável, eu gostei de Magia ao Luar. Gostei da filosofia que acompanha o filme. "A filosofia de Woody Allen", gostaria de chamar. A filosofia que acredita que é preciso sobreviver no mundo através da ilusão, fugir da inevitável realidade da vida, aceitar tudo como é, e viver o tempo que resta.

Nos últimos tempos, vi um Woody Allen mais vivaz, do que o Woody Allen que vi nos anos 80. Vi um Woody Allen mais humano, mais simpático. E desse mestre do cinema, eu nunca me canso. Magia ao Luar trata desta questão. Trata da vida, da morte, da alma, da ilusão e do amor. E isso é o que mais me comoveu aqui. Ver esse Woody Allen mais otimista, fazendo finais felizes que não pude ver em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, mas aparece aqui suntuosamente. Esse Woody, apesar de não ser o clássico Woody, é o Woody que eu quero ver em mais filmes. E é isso que o torna imortal e único, e o faz um mestre incomparável. Magia ao Luar é recheada de momentos bons, apesar de não conseguir se consagrar como uma obra-prima, é constantemente uma doce comédia romântica irreverente e plausível.
karin101
karin101

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de setembro de 2014
É um filme leve, bonitinho, previsível, bem sessão da tarde. Os diálogos são bons e o Colin Firth tá afinado, mas para ser um filme do Woody Allen, decepciona.
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