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andre.amorim
2 críticas
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5,0
Enviada em 22 de setembro de 2014
Excelente Filme! Encontro entre NIILISMO e METAFÍSICA, o plano de fundo filosófico do filme simplesmente nos captura. Woody Allen encena a metáfora da questão última da vida. Como uma espécie de crítica ao esvaziamento do sentido da vida que toma parte da consciência crítica contemporânea, o diretor elege Stanley como encarnação do próprio niilismo em si. Na trama ele é confrontado com as tentações da metafisica que assombram toda forma de niilismo. Figurada em Sophie a metafisica é a representação da suficiência, ela reúne um saber sobre o outro que impressiona a todos, tal fato aliado a beleza da personagem a tornam a imagem da sedução ao qual sucumbe o neurastênico e sarcástico Stanley. Woody Allen demonstra assim como o Niilismo posto de frente as produções de sentido da vida (METAFÍSICA) perde substância e tende a render-se ao seu poder. Quando fica claro que Sophie não encerra a verdade e a suficiência sobre a vida Stanley recupera o ceticismo para com a vida, mas dessa vez sobre outra perspectiva. Agora ele percebe que a vida não será uma experiência unicamente de esvaziamento dos sentidos, mas da produção dos mesmos por si mesmo. No filme há diálogos incríveis, cenas de humor com a marca tradicional do diretor... RECOMENDADÍSSIMO!!!
Bom dia amigos, Ontem foi dia de dose dupla de cinema e um dos filmes escolhidos foi Magia ao Luar!! E o que esperar de um filme dirigido por Woody Allen? Mais um filme delicioso que nos prende do início ao fim e apesar de ser o terceiro filme com temáticas parecidas, não foi uma obra maçante e repetitiva. O filme não é o melhor de Allen, uma filme leve, agradável ao olhos e ouvidos e perfeito para uma quem busca um romance com certo sarcasmo que é típico do diretor. Woody abusou nos seus próprios clichês, utilizando da ninfeta languida, uma paixão envolvendo um homem mais velho, um jovem idiota (cada vez mais presente nas obras do diretor) e um trama ao avesso fazendo surpresas o tempo inteiro. Um ótimo filme sem nenhuma grande pretensão, diria que a palavra que melhor o descreve seria "Agradável".
Desta vez, Woody Allen quase me enganou, fazendo pensar que a idade o tivesse feito jogar fora tudo o que já havia feito. Leve, divertido, sarcástico... Vale a pena ver!
É um filme leve, bonitinho, previsível, bem sessão da tarde. Os diálogos são bons e o Colin Firth tá afinado, mas para ser um filme do Woody Allen, decepciona.
É um Woody Allen, autêntico, um bom filme, apenas. Uma comédia romântica com pouco cenário, muito diálogo e dificuldades para o Diretor dar o recado. Colin Firth, como Stanley, e Emma Stone, como Sophie, casal romântico do filme, se perderam um pouco com os personagens, embora sejam astros de primeira grandeza. O enredo tem alguns clichês de filmes de golpistas. Vale a pena.
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