Magia ao Luar
Média
3,8
293 notas

26 Críticas do usuário

5
3 críticas
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karin101
karin101

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de setembro de 2014
É um filme leve, bonitinho, previsível, bem sessão da tarde. Os diálogos são bons e o Colin Firth tá afinado, mas para ser um filme do Woody Allen, decepciona.
Maria L.
Maria L.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de novembro de 2014
Sem o Colin Firth, esse filme seria como qualquer outro desastre do Wood allen. Mas, pq ele está no filme, as primeiras horas são até.... Possíveis de ser entretertenimento.....
lud i.
lud i.

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5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2014
O filme é muito bom, e a nota dada pelo crítico não condiz. Vale a pena assistir.
Tmprado P.
Tmprado P.

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de setembro de 2014
Desta vez, Woody Allen quase me enganou, fazendo pensar que a idade o tivesse feito jogar fora tudo o que já havia feito. Leve, divertido, sarcástico... Vale a pena ver!
andre.amorim
andre.amorim

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de setembro de 2014
Excelente Filme! Encontro entre NIILISMO e METAFÍSICA, o plano de fundo filosófico do filme simplesmente nos captura. Woody Allen encena a metáfora da questão última da vida. Como uma espécie de crítica ao esvaziamento do sentido da vida que toma parte da consciência crítica contemporânea, o diretor elege Stanley como encarnação do próprio niilismo em si. Na trama ele é confrontado com as tentações da metafisica que assombram toda forma de niilismo. Figurada em Sophie a metafisica é a representação da suficiência, ela reúne um saber sobre o outro que impressiona a todos, tal fato aliado a beleza da personagem a tornam a imagem da sedução ao qual sucumbe o neurastênico e sarcástico Stanley. Woody Allen demonstra assim como o Niilismo posto de frente as produções de sentido da vida (METAFÍSICA) perde substância e tende a render-se ao seu poder. Quando fica claro que Sophie não encerra a verdade e a suficiência sobre a vida Stanley recupera o ceticismo para com a vida, mas dessa vez sobre outra perspectiva. Agora ele percebe que a vida não será uma experiência unicamente de esvaziamento dos sentidos, mas da produção dos mesmos por si mesmo.
No filme há diálogos incríveis, cenas de humor com a marca tradicional do diretor...
RECOMENDADÍSSIMO!!!
Fabiola A.
Fabiola A.

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1,5
Enviada em 10 de dezembro de 2014
Não gostei filme muito fraco sem emoção, poucas cenas de rir fraquinho
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