Magia ao Luar
Média
3,8
293 notas

26 Críticas do usuário

5
3 críticas
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Francis M.
Francis M.

2 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de novembro de 2014
Leve, tranquilo, divertido. Para relaxar, sem compromisso. Eu gostei
Mário C Maia M.
Mário C Maia M.

27 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de setembro de 2014
Excelente. Quando o amor vence um danado de um pessimista e o torna uma pessoa mais alegre.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 30 de junho de 2016
Woody Allen é um contador de histórias mediano, pois ele consegue utilizar (ou manipular) os personagens dos seus filmes (que dirige e escreve) ao seu bel prazer. Seu objetivo não é criar uma trama muito complexa, mas apenas discutir os temas recorrentes de sua cinegrafia mais recente. Dito isto, o que pode talvez elucidar porque há muitas pessoas que não gostam dos seus filmes, por outro lado essa ambição de sempre explorar ao máximo as premissas de seu raciocínio sobre questões além-vida (e a própria vida) são fascinantes _per se_, e na maioria das vezes não precisaria mais trama do que aparece em seus filmes para gerar uma boa discussão. Seus diálogos, pode-se dizer, são um monólogo constante sobre filosofia. Só isso já torna não apenas seus trabalhos altamente assistíveis, mas, em geral, muito acima da média de Hollywood (que busca justamente o oposto: quanto menos o espectador precisar pensar, melhor).
Igal F.
Igal F.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de setembro de 2014
tem gente que vai aos filmes de Woody Allen para se divertir. Só que Woody, aos 78 anos de idade não quer mais fazer divertimento e sim fazer as pessoas pensar!!!!!!!!!!!!!!!. para essas que vão em busca do divertimento...fiquem em suas casinhas
H31TOR
H31TOR

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4,5
Enviada em 10 de setembro de 2016
Me surpreendeu negativamente a crítica do adoro cinema(que por praxe é incrogruente), mas mais ainda dos usuários que se acham cinéfilos...Esse filme retrata bem o niilismo e a misantropia como poucos filmes, diálogos interessantes e o filme retratou com precisão o paradoxo de um personagem vestido pela lógica e pela razão se conflitando pra não aceitar uma irracionalidade... ótimo filme, talvez tantas críticas negativas não reflitam à realidade por simplesmente não entenderem a proposta do filme.
Fazer uma crítica baseada em comparações com outros trabalhos do diretor explica a limitação desses "cinéfilos".
Lucas Augusto Campos
Lucas Augusto Campos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de abril de 2015
Woody Allen é um dos cineastas mais ativos do cinema. Dirige e escreve um filme a cada ano, sem exceções. Ano passado, fui presenteado com a magnânima obra-prima Blue Jasmine, que deu o Oscar a Cate Blanchett. Este ano, Woody lança Magia ao Luar. Não é a primeira vez que Woody aborda o mesmo assunto. A magia já foi tema deste gracioso cético. Em 2001, a comédia O Escorpião de Jade, estrelada por Helen Hunt, e também por Woody Allen - em uma de suas últimas performances no cinema - não me surpreendeu tanto. Em 2006, em sua segunda parceria com Scarlett Johansson, antecedida pelo genial Match Point, Woody Allen filmou Scoop, que também contou com Hugh Jackman. Filmado em Londres, assim como o anterior, foi outra comédia do diretor que podia ter sido melhor. E mais atualmente, em 2011, Woody Allen dirigiu e escreveu uma de suas melhores obras: Meia-Noite em Paris me deixou completamente extasiado. Me apaixonei pela direção, pelo roteiro, e pelo elenco fumegante, comandado pelo protagonista Owen Wilson. E este ano, o diretor voltou a encenar o assunto do qual ele tanto teme: a magia. Não é preciso ser um grande admirador de sua obra para saber o seu ateísmo. Com o significativo avanço do tempo, Woody passou a investigar o assunto regularmente em suas tramas. Aqui, confesso: vi um Woody Allen espirituoso que nunca tinha visto. Ele trata do assunto de uma maneira tão complexa, e em algumas partes, isso me assustou. Em Magia ao Luar, é impossível não ser fisgado pelo romantismo de Woody Allen.

Não me surpreendi por me lembrar tão intensamente de um de seus melhores filmes: Balas sobre a Broadway. Narrado nos anos 20, o filme conta a história de Stanley, um mágico que se apresenta nos mais diversos teatros ao longo do mundo, de fama maior. Porém, apesar de sua genialidade, Stanley é um homem frio, calculista, omisso, orgulhoso e perfeccionista. Quando é convidado para desmascarar uma jovem, Stanley se vê numa situação da qual nunca havia imaginado: a tal "farsante" se revela nem tão "farsante". Quanto mais as tentativas de Stanley para desmascarar a jovem aumentam, mais ele cria uma conexão com ela. É mais um dos filmes rítmicos de Woody Allen, nos estilos de comédia-romântica-de-uma-hora-e-meia que tanto me fazem admirar seu trabalho. E aqui não foi diferente. Confesso: o roteiro não é um dos melhores. Podia ter sido algo bem melhor, porém, não deixa de ser um filme simbólico.

Protagonizado por Colin Firth e Emma Stone, Magia ao Luar tenta repetir a mesma fórmula de Meia-Noite em Paris, mas falha, infelizmente. Ambientado na França, década de 20, o roteiro não é idêntico á Meia-Noite em Paris por tratar de uma história diferente, mas há semelhanças próprias entre a grande obra-prima do diretor e seu mais novo filme. Apesar de tudo, é um filme maravilhoso, cujo fiquei encantado e em seus poucos 94 minutos, me consolei ardosamente em sua trama. O roteiro de Woody é inteligente, usa elementos característicos e formais. Porém, é consideravelmente clichê. O que foi visto em sua última grande película também é visto aqui, mas de uma forma mais rápida e insatisfatória. O elenco, sublime. A trilha sonora, enfeitada pelo jazz clássico do qual eu tanto admiro. O figurino, peças elegantíssimas e artísticas, feitas pela grande figurinista espanhola Sonia Grande, que conheci em Volver, de Almodóvar, e que também participou de Meia-Noite em Paris. Apesar das críticas que veio recebendo, e de uma recepção pouco estável, eu gostei de Magia ao Luar. Gostei da filosofia que acompanha o filme. "A filosofia de Woody Allen", gostaria de chamar. A filosofia que acredita que é preciso sobreviver no mundo através da ilusão, fugir da inevitável realidade da vida, aceitar tudo como é, e viver o tempo que resta.

Nos últimos tempos, vi um Woody Allen mais vivaz, do que o Woody Allen que vi nos anos 80. Vi um Woody Allen mais humano, mais simpático. E desse mestre do cinema, eu nunca me canso. Magia ao Luar trata desta questão. Trata da vida, da morte, da alma, da ilusão e do amor. E isso é o que mais me comoveu aqui. Ver esse Woody Allen mais otimista, fazendo finais felizes que não pude ver em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, mas aparece aqui suntuosamente. Esse Woody, apesar de não ser o clássico Woody, é o Woody que eu quero ver em mais filmes. E é isso que o torna imortal e único, e o faz um mestre incomparável. Magia ao Luar é recheada de momentos bons, apesar de não conseguir se consagrar como uma obra-prima, é constantemente uma doce comédia romântica irreverente e plausível.
Johnatan D.
Johnatan D.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de janeiro de 2015
Repleto de um lirismo a la Meia Noite em Paris e um deboche a la Vick Cristina Barcelona, Woody Allen prova mais uma vez à sincronia com o tempo em que vive, sem com isso perder a temática que mais custa-lhe debater e rebater: a existência do mundo invisível, leia-se sagrado.

Com isso, temos uma linda história de.... cheia de conflitos... enlances e desenlances. Uma obra prima, que só não é de primeira por não explorar e não querer ser tido como sério. Um doce de filme para o que se propõe ser: Um doce!
João Pedro S.
João Pedro S.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de setembro de 2014
Bom dia amigos,
Ontem foi dia de dose dupla de cinema e um dos filmes escolhidos foi Magia ao Luar!! E o que esperar de um filme dirigido por Woody Allen? Mais um filme delicioso que nos prende do início ao fim e apesar de ser o terceiro filme com temáticas parecidas, não foi uma obra maçante e repetitiva.
O filme não é o melhor de Allen, uma filme leve, agradável ao olhos e ouvidos e perfeito para uma quem busca um romance com certo sarcasmo que é típico do diretor.
Woody abusou nos seus próprios clichês, utilizando da ninfeta languida, uma paixão envolvendo um homem mais velho, um jovem idiota (cada vez mais presente nas obras do diretor) e um trama ao avesso fazendo surpresas o tempo inteiro.
Um ótimo filme sem nenhuma grande pretensão, diria que a palavra que melhor o descreve seria "Agradável".
Stephanie M.
Stephanie M.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de dezembro de 2014
Woody Allen sempre inteligente com seu humor e suas críticas nem sempre escancaradas. Ótimo filme!
Juliano F
Juliano F

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de março de 2016
Curto muito Woody Allen e a forma que transfere pra seus filmes temáticas provocativas sobre a vida. E ao mesmo tempo consegue linkar com uma história de amor que se inicia turva e cheia de depreciações para um final que geralmente nos abençoa com a alma mais romântica.
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