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Vivian 🌷
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70 críticas
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3,5
Enviada em 21 de dezembro de 2024
Lar Doce Inferno apresenta-se como uma comédia de humor negro que desafia convenções ao transformar a vida suburbana em um palco de absurdos e transgressões morais. No entanto, sob a superfície cômica e exagerada, encontra-se uma narrativa marcada por uma profunda injustiça em relação à sua protagonista, Mona Champagne (Katherine Heigl).
Mona é retratada como uma mulher determinada, meticulosa e, sobretudo, resiliente. Mesmo diante da traição do marido, Don (Patrick Wilson), ela opta por preservar a família, colocando os interesses do lar acima de seus próprios sentimentos. Sua força é evidente ao assumir um papel ativo nas ações que sustentam a fachada de perfeição da vida familiar, indo até o extremo de cometer crimes para proteger o que acredita ser a base de sua existência.
Ainda assim, o filme falha ao reconhecer verdadeiramente a complexidade de Mona, punindo-a com um desfecho trágico que reforça estereótipos de gênero. A decisão de Don em assassiná-la ao final reforça a ideia de que sua independência e força a tornavam dispensável ou mesmo ameaçadora. Essa resolução anula qualquer possibilidade de Mona ser vista como uma anti-heroína admirável e deixa a sensação de que sua história foi injustamente encerrada para benefício narrativo de um personagem masculino moralmente inferior.
Embora o filme consiga entreter e explorar com eficiência o humor ácido, sua conclusão contradiz a construção de Mona como uma mulher forte e multifacetada, transformando-a em mais uma vítima da fragilidade alheia. É impossível não sentir uma pontada de frustração por uma personagem que, apesar de seus defeitos e excessos, merecia um destino que refletisse sua força e complexidade.
Com um roteiro ousado, boas atuações e uma estética que equilibra o grotesco e o banal, Lar Doce Inferno se destaca como uma sátira social interessante, mas seu desfecho problemático impede que a obra atinja todo o seu potencial.
Drama de humor negro que retrata a decadencia da familia americana sob a otica do perfeccionismo. Bom filme. Destaque para a boa interpretacao de Patrick Wilson.
Divertidíssima comédia de humor negro e muita violência. Mulher com TOC, filha de pessoas ricas, exige do marido cumprir rigorosamente o roteiro do sucesso com total dedicação, mas ao saber que uma oportunista está grávida dele, libera seus piores instintos e muitas mortes e risadas acontecerão.
Quando assisti esse filme, juro que foi melhor do que esperava. Foge do estereótipo de comédias que vemos por aí, com cenas cômicas de sexo, mortes sangrentas, que pode parecer pesado, mas são construções feitas com humor. Ri demais da personagem bipolar de Katherine Heigl, a tranquilidade dela nas cenas é impagável. Don Champagne (Patrick Wilson) também está todo caricato, engraçadissímo vivendo um marido pastelão que tenta fazer tudo que a esposa manda. Para se divertir, vale a pena!
Típica comédia pastelão. A questão é aonde Patrick Wilson quer chegar com esses papéis? Um ator promissor que tá errando a mão em escolhas como esse filme.
Logo no começo de Home Sweet Hell percebemos é que Mona a personagem da lindinha Katherine Heigl, é obsessiva e controladora, logo no começo em que ela fica louca quando vê duas facas que não estão como as outras e depois ela vê os filhos brigando, ela diz que vai queimar seus brinquedos, assim como fez com os pobres outros brinquedos que foram queimados e em seguida ela da uma ensolhada em seu ``livro de recortes´´ mas que na verdade são as suas metas, e em fez disse é os créditos do começo, nome do filme e dos personagens, em seguida depois de umas duas cenas já é hora de dormir e ela revê o livro de metas, mas uma vez e claro que seu marido como sendo homem Don Champagne (Patrick Wilson) pede para que os dois façam sexo, e o que ela diz ``no dia 09, como está no programa´´e ainda diz que se ele quiser é só usar as mãos ou seja masturbação!É tipo fala serio? Mas logo percebemos que ela é bipolar e por isso é supercontroladora. E logo ficamos bem interessados no filme, e pé na tabua! Ah... E também percebemos que ela tem um grande preconceito contra Mexicanos (o que é meio estranho, mas não podemos culpa – lá, foi seu pai). A cada minuto que se passa do filme, ela vai ficando cada vez mais e mais controladora e malvada e nós mais curiosos. O roteiro é fiel ao filme, não é um dois melhores, mas a trama também ajuda e ele fica até que melhor (não que o roteiro seja ruim, ele não é!). A trama conta a história de Don Champagne (Patrick Wilson) é um homem de negócios muito bem-sucedido que tem uma esposa que é bipolar Mona (Katherine Heigl) ela é muito controladora, mas ela a ama e ela também o ama, mas tudo muda quando uma nova mulher jovem chamada Dusty (Jordana Brewster) vai trabalhar com Don e ela acaba o atraindo e os dois começam a transar e ela virá sua amante secreta e Don tenta esconder o segredo da esposa, mas quando a ``amante´´ começa a ficar estranha e Mona descobre, e decide mata – la e Don é forçado pela a esposa a ajudar e agora ele terá que guardar o segredo terrível. O final do filme é legal, mas eu não gostei muito, e também tem uma coisa... Quero dizer uma frase, não sei; quando você mata, não consegui parar e é isso que acontece com a personagem Dona, o filme tem um bom enredo, ele não é para crianças, é um tanto forte de mais com cenas de morte e sexo forte. Muito bom para assistir anoite, serve para preencher o tempo com uma boa trama de suspense/comédia, esperava menos e encontrei mais, até porque não achei más atuações e nem error de continuidade. O diretor e roteirista Anthony Burns (em seu primeiro filme) de primeira viagem fez um bom trabalho. Nesse longa ele mostra que e um bom ou um ``regular´´ diretor. Vamos vez daqui pra frente!. Certamente Home Sweet Hell não é um filme de se jogar fora!. Lar doce inferno (na tradução aqui Brasil) é uma boa comédia, mas acho que só faltou uma coisa: Menos violência e mais humor, mas mesmo assim o filme ficou bom com mas violência e menos humor, Anthony Burns (Diretor de Skateland) consegui deixar os gêneros equilibrados.
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