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Alan David
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1,5
Enviada em 11 de janeiro de 2015
Um desperdício de 3 boas atrizes, o filme é um todo de divagações sobre a vida e sobre a meia idade de uma atriz veterana, mas dentro de um contexto lento e sem sal, fora que eles tentam uma trama paralela com Chloe toda sem sentido, mas é de sentido abstrato, no meu caso só praticamente coisa ruim nesse filme, outros podem vê uma poesia, depende do jeito que for interpretado.
Filme repleto de clichês no roteiro e na atuação de Juliette Binoche, com uma tentativa grosseira de metalinguagem. A edição do trailler supera o filme em mil vezes. Uma perda de tempo.
A atuação das atrizes é fantástica, mas o roteiro não agrada. Foge da concepção comum e do "final esperado", trocando-os por um aparente final inacabado e sem sentido. Isso causa incômodo nos telespectadores. Além do mais, a trama se desenvolve de forma muito lenta.
Clouds of Sils Maria (porque a tradução Acima das Nuvens é um pouco oca ao analisarmos o contexto do filme) é, como a crítica colocou muito bem, um filme de muitas camadas. Maria Enders, a famosa atriz interpretada por Juliette Binoche, encontra-se em meio a um caos emocional que envolve um aspecto de nossas vidas sobre o qual não temos controle: o tempo. Prestes a voltar aos palcos na peça que a fez famosa vinte anos antes, quando interpretou a jovem Sigrid, Maria luta para aceitar e entender as nuances de sua nova personagem: Helena, uma executiva da sua idade e que, por isso, reflete a realidade do envelhecimento, a qual, assim como Maria, muitas vezes temos medo de admitir. Com a ajuda de sua assistente (uma Kristen Stewart que ficou a poucos passos de apresentar uma interpretação seguramente aperfeiçoada), Maria viaja para as montanhas de Sils Maria a fim de ensaiar. É então que ficção e realidade se misturam e as camadas se apresentam, transformando um filme com tendências excessivamente homogêneas em um caleidoscópio de sentidos, em que o conflito pessoal da protagonista se torna problema e solução no desfecho. Mas antes que o filme (ou peça) termine, é preciso notar que ainda existe uma camada para apresentar o trabalho do ator tão profundamente que conseguimos perceber claramente a força que um personagem tem sobre a vida de quem o interpreta; o quão impactante é o envolvimento e a necessidade de se desvencilhar da própria pele para moldar um personagem, mas não por completo, nunca por completo, porque sempre existe uma parte do ator que é essencialmente "roubada" por esse personagem. E é essa parte que Maria teme oferecer para a figura de Helena, que a assegura da tão temida passagem do tempo. O longa transcorre lento e o excesso de planos com a paisagem dos alpes quase o desloca para um patamar contemplativo, o que não é bem o objetivo, mas gera uma bonita fotografia. Em certos momentos, é possível que se espere mais do filme, mas ele é o que é: um conflito interno, pessoal, e esse é seu foco em todas as sequências, até o fim. Por último, mas não menos importante, não poderia deixar de mencionar Juliette Binoche, razão principal de eu ter dado 4 estrelinhas para o filme. Desculpe os que não concordam, mas Binoche parece melhorar a cada papel e é sempre um prazer enorme assistir a naturalidade com que atua, a facilidade com que consegue fazer o espectador entender os sentimentos de suas personagens. É um bom filme, com um aspecto bastante intimista (visto que boa parte dele é de diálogos entre Binoche e Stewart) e, por isso, sem ser tendenciosa mas expondo um simples fato, sua força reside na imensa capacidade de sua protagonista.
O roteiro é fraco , lento , de diálogos não interessantes.., o grande destaque desse filme é a fotografia! lindíssima! um verdadeiro espetáculo! trilha sonora boa também, ..o restante , muito fraco , entedioso.
Antes mesmo de poder acompanhar o novo filme de Olivier Assayas,agente já fica um pouco desanimado com a tradução do título.Onde talvez seria um melhor título original,que iria de certa forma traduzir bem o filme,do que esse título português.Pois bem,mais uma vez o cinema insiste em atacar nas histórias em que as mulheres tomam de conta.Muitas vezes já assistimos filmes dessa maneira,com elas no protagonismo.É o primeiro filme que Olivier Assayas faz nesse modelo.Ele tenta explorar ao máximo as atuações das três atrizes em foco.Principalmente é claro da experiente Juliette Binoche.Mais não esquecendo de valorizar Kristen Stewart e Chloe Grace Moretz.Acima das Nuvens é um verdadeiro filme de drama,onde não tem espaço pra nenhum outro título.É basicamente drama.Do começo até o fim.As atrizes se mostra muito focadas no assunto,que parecem que estão congeladas as suas personagens.O filme foge do assunto principal constantemente,o que faz com a história reúna muitas outras desinteressantes.O que realmente chama bastante atenção é a dinâmica entre Stewart e Binoche,um grande ensaio,principalmente para a carreira da jovem atriz.
Maria Enders (Juliette Binoche) é uma famosa atriz que fica perturbada com o fato de que JoAnn (Chloë Moretz), jovem estrela de Hollywood, irá interpretar o papel que a fez famosa há vinte anos. Convidada a dividir o palco com a novata, uma insegura Enders viaja até os Alpes para ensaiar e conta com o apoio de sua assistente (Kristen Stewart) no confrontamento com seu passado. Tem um Elenco de Boas Atriz mais o filme e meio intediante. Nota 5.5
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