Eu Sou A Felicidade Deste Mundo: Recentes críticas
Eu Sou A Felicidade Deste Mundo
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Mario Brown
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2,0
Enviada em 2 de março de 2022
Filme chato. A primícia é até interessante mas a maneira como foi produzida deixou o filme cansativo, com excesso de cenas desnecessárias e interpretações duvidosas. O título do filme é totalmente sem sentido
Um vazio. Pretencioso, não cria empatia ou interesse pelos personagens. Esse personagem do diretor, se a intenção é se mostrar profundo e atormentado, só consegue causar cansaço. As vozes em off falam, falam e não dizem nada, uma pseudo intelectualidade artificial. Se o sexo for isso, melhor ser celibatário. 2 horas de tédio.
Filme sem enredo! Basicamente resume-se a cenas de sexo, sem diálogos estruturados! Sem nexo entre as cenas desde o início ao fim! Infelizmente tinha tudo para ser uma grande obra, mas se esvai em sentido!
As imagens desse filme são sensacionais. Na montagem entre si, nas referências que constrói e parece evocar. O drama é forte. As cenas são todas ao mesmo tempo tensas e belas, tanto no sentido da fotografia quanto da sensualidade. A narrativa não é padrão, mas não é um filme tão disperso assim. Para que gosta, há um história sendo apresentada claramente, perceptível desde o começo, só ter paciência de desfrutar.
Filme sem pé nem cabeça, tinha tudo para se desenvolver com maestria no assunto, mas deixa a desejar e se perde no meio do caminho e não finaliza o enredo. Não percam tempo...
Gosto sempre de trazer a minha opinião sobre os filmes que vejo, e desta vez escolhi um dos filmes que estão na Netflix. Sobre "Eu Sou a Felicidade Deste Mundo" eu particularmente não gostei. Isso porque eu gosto de filmes com começo, meio e fim, e de preferência com o fim tendo uma conclusão, não gosto de filmes repicados com histórias que não levam a nenhuma direção.
O filme até que começa bem, com um romance consideravelmente interessante entre o protagonista e um lindo bailarino, um menino doce e sensível, o mocinho da trama. Mas em certo momento o autor mistura uma espécie de teatro com artistas nus, dois homens e uma mulher, e depois ele volta para o enredo principal.
O filme conta a história de uma diretor de cinema gay, jovem, bonito e visivelmente oprimido e desequilibrado emocionalmente, ele não consegue manter o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, não consegue se prender em relacionamentos, é depressivo e se entope de comprimidos para dormir. Confesso que torci muito por ele, para que ele se encontrasse.
O filme tem bastante nudez, e eu até me surpreendi por estar na grade da Netflix, pois as cenas chegam a ser bem ousadas em determinados momentos. Pena que o enredo não caminhou para um conclusão, e mesmo sabendo que a premissa do filme era misturar realidade e ficção da vida sexual do diretor, o filme ficou muito confuso. Tinha tudo para ser um bom filme, mas, não deixa de ser uma obra de arte.
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