Média
3,1
publicações
-
Almanaque Virtual
-
Preview
-
Cineplayers
-
Cineweb
-
Gazeta do Povo
-
Papo de Cinema
-
Rolling Stone
-
CineClick
-
Cinema em Cena
-
Diário de Pernambuco
-
Estado de Minas
-
Omelete
-
Rubens Ewald
-
Cinema com Rapadura
-
Instituto Moreira Salles
-
Revista Interlúdio
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Almanaque Virtual
Comedido como exige o papel, Tony Ramos entrega um Getúlio Vargas interessante o bastante, psicologicamente profundo, para conduzir o espectador até o tiro que ecoou para além do Palácio do Catete [...]. "Getúlio" consegue capturar o subentendido de um homem que maquina a própria morte, o grande golpe.
Preview
Direto ao ponto: "Getúlio" é um êxito, e dos grandes. João Jardim é documentarista [...] e é com esse espírito que percorre os corredores do Palácio do Catete. Não está só atrás dos fatos, mas do silêncio, do olhar, da solidão, da ternura.
Cineplayers
Há uma quantidade considerável de cenas onde João Jardim coloca em xeque a posição da câmera, pois o que vemos são momentos de extrema intimidade daquele homem e a sensação é de invasão, de quebra e intromissão à história.
Cineweb
"Getúlio", o filme, não esgota o paradoxo de Getúlio Vargas. Mas é um passo para recordar e reavaliar essa página dramática na vida do País, de onde não cessam de brotar novas lições.
Gazeta do Povo
Com um roteiro enxuto e uma edição ágil [...], "Getúlio" funciona tanto como drama histórico quanto como thriller político [...] A ação se desenvolve com bem-vinda fluidez.
Papo de Cinema
Não há ousadia criativa em "Getúlio", porém percebe-se uma vontade de entregar o melhor filme diante das situações envolvidas. Há um certo maniqueísmo na construção dos principais tipos em cena.
Rolling Stone
O retrato do político é o de um velho assombrado pela tragédia, que, isolado no bunker, pensa em resistir a um golpe que está prestes a acontecer, mas não tem em quem confiar. "Getúlio" é um filme sobre o poder e a solidão.
CineClick
Tony Ramos tem um bom desempenho no papel do protagonista. [... Mas] "Getúlio" se perde ao ser didático demais, indicando os nomes de todos os envolvidos nos meandros do governo. Vira aula de história...
Cinema em Cena
Irregular e mesmo ocasionalmente simplista, "Getúlio" é um filme eficiente naquilo que se propõe a fazer: pintar o retrato de um homem conduzido ao suicídio. Não investiga a complexidade de seu biografado, mas nem parece interessado nisso – e, assim, funciona por ser pontual em sua abordagem.
Diário de Pernambuco
A construção do ambiente, em tons sombrios, é o melhor do filme, que parece ter sido inspirada em filmes de gângsters. [...] A escolha do ator, entretanto, atrapalha um pouco, pois Tony Ramos, com suas mãos e braços peludos, é uma figura conhecida demais para representar uma figura tão icônica para os brasileiros...
Estado de Minas
Desvinculado dos acontecimentos passados (se é que isso é possível), o espectador pode assistir a "Getúlio" como um bom thriller político (exemplo raro na cinematografia brasileira) misturado a boa dose de drama pessoal. [...] O maior acerto de João Jardim foi não dar respostas prontas. Não há didatismo no filme e o cineasta se permitiu certa liberdade.
Omelete
Embora hoje, em tempos de pragmatismo político, pareça muito teatral toda a rixa Getúlio-Lacerda e mesmo o sacrifício do presidente, é inegável que a responsabilidade da presidência da República continua a mesma, e é esse o peso que o filme consegue medir.
Rubens Ewald
O que mais eu senti falta: [Getúlio] virou um bom ainda que impaciente velhinho. Não é em momento algum um ditador destronado. Tão educado, compreensivo, correto, obedecedor das leis [...] Louvo porém o respeito com que tudo é tratado.
Cinema com Rapadura
Com uma montagem pragmática, que torna o longa arrastado a enfadonho em vários momentos, a direção de João Jardim deixa a desejar na condução da história, além de criar vários planos pouco interessantes ou necessários. Com isso, “Getúlio” tem uma boa recriação de época, mas não pode ser visto como um registro eficiente de um momento tão importante na história do Brasil.
Instituto Moreira Salles
Uma narrativa competente, mas sem substância, que acaba tendo de ser inflada por uma música bombástica, uma montagem crispada, um uso exacerbado dos ruídos. [...] À força de buscar o realismo, acentua-se a artificialidade, a impostação.
Revista Interlúdio
O cinema, arte de gestos e imagens, é suplantado pela voz, no filme de [João] Jardim. A câmera-cara mostra o detalhe, o suor, mas não mostra a grandeza do todo, a grandeza do homem. Os gestos de Vargas não lhe atribuem caráter de monumento. É pelo discurso oral que precisamos ser convencidos de que Vargas saiu do cinema para entrar à História.