Getúlio
Média
3,8
317 notas

49 Críticas do usuário

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Fernanda S.
Fernanda S.

20 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de agosto de 2014
Tony Ramos em mais uma atuação fantástica, é trilher político e também psicológico, os momentos de perturbação e inocência de Vargas é tratado de forma excelente e até mesmo sua inocência. A cena do suicídio é perturbadora. Destaque para Drica Morais que está fantástica
Consuelo B.
Consuelo B.

16 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de julho de 2014
Me encantei com a versão dada a esse grande homem da nossa história
parabéns a produção. Parabéns ao elenco
E o cenário: Catete um bairro que mantém a história viva
Nelson Carvalho
Nelson Carvalho

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de junho de 2014
O filme buscar retratar os últimos dias de Getúlio, as conspirações, a situação política do país. Durante todo o filme o que transpira é a inocência de Getúlio. No final há aqueles letreiros dando alguma informação, que demanda avaliação e consciência política. O elenco é muito bom. A concentração de cenas, mais internas, entendo que busca centrar a figura, a mente e o coração do protagonista, sofrendo todo o tipo de pressão e titubeando a qual decisão tomar sem arranhar sua imagem pública. Creio que vale a pena ver o filme, assim como é importante ler alguma obra séria antes, caso você não conhece bem a história.
Priscila Fraga
Priscila Fraga

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de junho de 2014
FÃ CULT - Uma Blog para Fãs de Cultura. Ótima atuação de Tony Ramos e Drica Moraes, uma belíssima fotografia e caracterização de elenco primorosa, são as marcas do filme sobre os últimos dias de Getúlio Vargas. FVFRAGA – Canoas, 09/05/2014.
yurisn
yurisn

8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de maio de 2014
Excelente filme, achei exagerado os efeitos sonoros usados para gerar o clima de tensão naqueles dias. Excelente atuação do Tony Ramos.
Regina M.
Regina M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de maio de 2014
Excelente, especialmente se você gosta de história. Demonstra que até hoje o povo é influenciado pela mídia e por político da oposição, que inventa fatos para prejudicar quem está no governo. A cena mais incrível foi quando mostrou a filmagem da época do enterro do Getúlio Vargas, que saiu do Catete para o aeroporto pelas ruas do Rio de Janeiro. Foi maravilhoso, é uma pena que a maioria dos brasileiros não vão prestigiar o nosso cinema nacional.
Victor A.
Victor A.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de maio de 2014
Em agosto de 1954, o tenente Gregório Fortunato (Thiago Justino), chefe da guarda pessoal do presidente Getúlio Vargas (Tony Ramos), comete um atentado frustado contra o jornalista e radical opositor ao governo, Carlos Lacerda (Alexandre Borges). A mídia e a oposição fazem uma feroz campanha contra o governo, acusando Vargas de ser o mandante do crime. O filme mostra os bastidores do Palácio do Catete (residência do presidente) durante os dias de presão extrema para que renunciasse ao mandato.
Não tem como não associar a ferocidade da mídia da época, que tinha em Lacerda seu grande baluarte, com o que ocorre nesses últimos anos no Brasil, com o PIG tentando a todo custo desmoralizar o governo. A mídia detonando e a oposição golpista seguindo na onda, como é hoje em dia. 1954 foi uma espécie de aquecimento pro golpe militar de dez anos depois.
O final de história é sabido por todos, mas mesmo assim é impactante a cena em que Vargas comete o suicídio.
Muito bom filme. Seria interessante que escolas públicas levassem seus alunos do ensino médio pra conhecerem esse momento marcante da história brasileira.
Vinicius G.
Vinicius G.

3 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de maio de 2014
Excelente filme, ainda mas para quem não estuda a nossa história. Atuações surpreendentes a destacar Tony Ramos e Drica Moraes !
Fernando K
Fernando K

11 seguidores 13 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2014
Aprendemos que um sujeito histórico como Ele deve ser analisado por completo, sem taxá-lo como herói ou vilão. Ele foi mais vilão que herói. 15 anos no poder!!!!
As pessoas se deixam enganar só porque ele criou leis trabalhistas foi bom, sim foi, mais isso não é suficiente pois Getúlio fazia do povo um boneco de marionetes ele sabia onde e como fazer para trazer o povo para perto dele
ele a todo momento jogava o jogo do poder não é atoa que ele era pai dos pobres e mãe dos ricos e empresários.
Ele deu com uma mão e tirou com a outra. compactou com essa opinião. O filme traz o assunto em pauta novamente, para conhecimento de muitos e uma nova discussão sobre esse tem tão polêmico.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de maio de 2014
De uma certa maneira, “Getúlio”, filme dirigido por João Jardim, guarda muitas semelhanças com um longa como “A Queda! – Os Últimos Dias de Hitler”, filme dirigido por Oliver Hirschbiegel. Especialmente na forma como nos leva à intimidade de dois líderes políticos controversos nos momentos derradeiros de seus respectivos governos, fazendo com que a gente fique um pouco mais próximo dos sentimentos e das decisões que ali estavam presentes.

O roteiro de George Moura aborda os 19 últimos dias de vida de Getúlio Vargas (Tony Ramos), o “Pai dos Pobres”, considerado por muitos historiadores o maior presidente que o Brasil já teve, principalmente pelo legado que ele deixou em relação às leis trabalhistas e pela visão em criar a Petrobras, por exemplo. Apesar de ser venerado pelo povo, Getúlio também recebia a sua dose de críticas, especialmente por causa do seu período como presidente-ditador durante o Estado Novo.

O ocaso de Getúlio Vargas começa no dia 05 de agosto de 1954, quando um atentado a tiros na Rua Tonelero fere o jornalista Carlos Lacerda (adversário político mais ferrenho de Vargas, interpretado, no filme, por Alexandre Borges) e mata o Major Rubens Florentino Vaz, da Força Aérea Brasileira. As investigações posteriores do caso levam à descoberta de que a autoria e, provavelmente, o mando do crime foram de pessoas próximas do então presidente (especialmente os integrantes de sua guarda pessoal) e isso macula ainda mais a sua imagem, que já vinha sofrendo com as constantes denúncias de corrupção em torno de seu governo.

Esse atentado é o princípio de clamores liderados pela imprensa e pelos militares pela renúncia ou licença de Getúlio Vargas do cargo de presidente. Chama a atenção no retrato de João Jardim sobre Getúlio Vargas o fato de ele se manter impassível diante o tormento que passava, bem como a sua dignidade e a sua firmeza de propósito em tentar fazer o que era correto, até o fim, em 24 de agosto de 1954, quando ele cometeu suicídio. Também é importante observar a forma resignada com a qual Vargas encarava o seu futuro – sentimento notado principalmente na forma como ele se abria com a sua filha, a fiel escudeira Alzira (Drica Moraes).

Em muitos momentos, “Getúlio” é uma verdadeira aula de história. Filmado sob um ponto de vista documental, a câmera de João Jardim só se abstém de documentar um momento histórico quando joga o seu olhar sob a personagem principal. Getúlio, na maior parte das vezes, é visto em closes, talvez para tentarmos ficar o mais perto possível de sua pessoa íntima, naquele que foi, provavelmente, o momento mais delicado de sua vida. É notável o trabalho de reconstituição histórica e ajuda muito o fato de o filme ter sido rodado dentro do Palácio do Catete, sede da presidência naquela época. E, mais ainda, é admirável o trabalho desenvolvido pelo elenco, com destaque para Tony Ramos, Drica Moraes e os atores que interpretam os personagens chave do gabinete do governo. “Getúlio” é um belíssimo filme, de linguagem cinematográfica tradicionalíssima e que mostra o atual patamar técnico do cinema brasileiro.
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