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Ti Cortes
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1,5
Enviada em 5 de setembro de 2017
pense em uma minissérie ou novela das 20:00hs. Super fraco, clichê total, história fraca, ação fraca. no meio do filme quase desisto, mas persistir até o final. A única coisa de bom no filme, é o nosso lindo Nordeste.
A narrativa do filme não é muito boa. No entanto, a prerrogativa e os cenários são sensacionais. É também há muitos personagens interessantes. Vale a pena dar uma conferida, ainda mais para ajudar a termos mais filmes desse tipo nacionais.
Para um Tupiniquim ele surpreende, mas a história é meio arrastada, porém a mistura de vários elementos, o cenário a mensagem do filme e as atuações o tornam uma experiência diferente, intrigante e que causam um estranhamento. Recomendo
O filme é extremamente lento, sem grandes histórias e com cenas de sexo apenas para compensar a falta de roteiro do filme. Uma perda de tempo total. Saímos na metade do filme.
O filme retrata o Nordeste de uma forma singular, mostrando a vastidão que permeia a Caatinga e trabalha bem com as questões do imaginário popular ao criar uma lenda para nortear o roteiro. Sophie e Jesuita atuam bem, Cauã e Humberto cumprem seus papeis com segurança. As cenas de ação são bem construídas, a fotografia é muito bonita e a trilha sonora acerta quando faz releituras de ritmos nordestinos, mas peca quando tenta emplacar sons mais internacionais. No conjunto é uma obra interessante, que foge do clichê sobre o cinema nacional e navega com maturidade no meio que se propõe a desbravar. Não é um filme que exige muito do intelecto, é de fácil apreensão pelo espectador, mas não deixa de ser uma experiência interessante.
O filme em termos de fotografia e cenário , ok. Porem a historia e enredo e fraco. Esse tema crença em santo que faz chover ja esta bastante gasta. O roteiro fica somente nisso. Se fosse explorado outro tema: como exemplo polígono da exploração da Cannabis, e varias açoes mirabolante e espetaculares do novo cangaço no sertão brasileiro.
O filme Reza a Lenda de Homero Olivetto (Bruna Surfistinha) é uma espécie de versão moderna de um dos maiores filmes da história do cinema nacional, Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) de Glauber Rocha. Em razão especificamente dos elementos escolhidos para a construção e composição da trama.
Voraz seca do nordeste, a fé quase cega das populações locais, o coronelialismo, um personagem forte (Ara); mas houve uma aparente evolução nas produções domésticas e em Reza a Lenda não é diferente, de muitas boas cenas e uma fotografia diferenciada, duas merecem destaque: batalha de facões do bruxo e uma outra que entra em ação uma metralhadora no estilo Gatling (1300 balas por minuto).
Cauã(zinho) está numa boa curva de crescimento profissional, faz bem o papel de Ara no filme, um dos filhos do “Pai Nosso”, líder do grupo (gangue se fosse EUA) de motoqueiros que vivem suas próprias regras – foras da lei – em busca da Santa Sagrada que fazia chover. Ainda bem que seu personagem foi mais convincente do que aquele choro na morte do Zé Maria no capítulo de sexta (22) de A Regra do Jogo. Em resumo, assistam o filme que vale a pena! Ótima produção nacional.
O ingresso pra esse filme deveria ser grátis porque acabo de pagar pra ver uma porcaria de filme, não valeu nem a gasolina que gastei até lá. Esperava muito mais. Não tem sentido nenhum esperarem alguma orientação que faça sentido de um bruxo drogado full time. Fora tantas outras cenas porcaria que nem cabe aqui. Lixo.
O enredo pode ser meio pobre, sem profundidade e bastante simples, e a personagem principal feminina (a Loirinha), só aparece no filme pra fazer cagada e mostrar os peitos, mas a trilha sonora é tão boa, que compensa.
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