Desemprego e depressão são problemas seríssimos que nunca devem ser tratados de maneira sentimentaloide, piegas e rasa como aqui. Nem Spielberg em seus momentos mais lacrimejantes fez uma sacarina tão apelativa quanto essa.
Dois Dias, Uma Noite é um filme muito humano, que mesmo com uma narrativa arrastada faz tudo que se propõe e cria laços com os personagens, emocionando quem assiste.
Esperava mais... É um filme honesto, comovente, sentimental e profundo. Mas a história é curta e contada de maneira arrastada, com cenas repetitivas...
Dois Dias, Uma Noite levanta questinamentos como ate quando a minha necessidade e maior do que do outro ,alem disso aborda depressao e valoriza a importancia do emprego nos dias pos-crise e um filme extremamente humano mostra uma personagem complexa nao se entende se encontra em conflito dentro de um conflito ,a atuaçao de Marion Cotillard(Sandra) e muito boa ela consegue demostrar os sofrimentos existenciais da personagem uma pessoa que sofre com depressao mas tambem ao mesmo tempo tem que lutar pelo sua sobrevivencia ,a atuaçao de Fabrizio Rongione (Manu) e boa como o marido de Sandra ele e essencial para o densenvolvimento da personagem ,outro destaque vai para a direçao dos Dardenes amararam a estoria de uma maneira eficiente ser tornar cansativo,envolve muito bem quem assiste .
Dramas envolvendo família,tende a emocionar até os mais durões.Só que aqui em "Dois Dias,Uma Noite" isso de fato não acontece.Marion Cotillard,indicada ao Oscar,carrega todo o filme e sua pesada história nas costas.Recentemente é despedida do emprego,só que conta com a ajuda dos colegas de trabalho para voltas as atividades,já que eles podem escolher entre um abono salarial ou sua permanência.Sandra (Cotillard),então,sai em busca de ajuda,de casa em casa a qual seus colegas residem para tentar fazê-los mudarem de opinião.É uma jornada tensa,já que muitas das vezes ela não recebe a resposta que precisa,alguns colegas preferem o abono.A cada visita o desespero de Sandra vai aumentando. O que pesa no drama,são as cenas repetidas,e um elenco fraco para tal assunto.Cotillard é uma das melhores coisas no filme.Ela divide cena com seu marido Manu,vivido por Fabrizio Rongeone.Está em um personagem fraco,sem expressão,que não muda em nada.O restante,parece até figurantes de quinta categoria.E temos que ressaltar o desgaste na trama.Após seus minutos iniciais,o filme mantém a mesma maneira,não muda quase que nada,e se tem poucos acontecimentos novos,abusando muitos dos diálogos.
-Filme assistido em 23 de Setembro de 2015- Nota 5
Um bonito filme francês, com um roteiro bem escrito, com um ritmo regular, com um suspense, com um antagonista que aparece apenas no final, e com um bom final, apresentando poucos clichês. Ponto positivo do filme é a brilhante atriz Marion Cottiard, que ganhou uma palma de ouro e uma indicação por seu brilhante trabalho no filme. O filme fica longe de emocionar, mas é um filme muito humano que vale a pena assistir.
Em um mundo onde o cinema Hollywoodiano se vale cada vez mais de histórias megalomaníacas cheias de reviravoltas sem sentido e nada surpreendentes, personagens rasos pelos quais ninguém na platéia se importa, é bom saber que se as pessoas olhassem só um pouco para fora da terra do tio Sam e filmes de grande circuito, achariam belas obras que mostram por que o cinema é uma arte. Neste filme dos já muito respeitados irmãos Dardenne, não temos uma história que dá voltas e voltas sem chegar à lugar algum, temos um enredo simples, uma mulher que tem um fim de semana para convencer os colegas de trabalho à não manda-la embora. Porém, diferente da maioria dos filmes por aí e não só grandes blockbusters, vemos personagens bem construídos, uma protagonista pela qual nos importamos e uma narrativa visual sutil e cheia de significados. Parabéns aos irmãos, por um dos melhores filmes do ano.
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