Evereste
Média
4,0
638 notas

56 Críticas do usuário

5
10 críticas
4
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Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de setembro de 2016
Chato, cansativo, sem emoção e logicamente óbvio já que a história é verdadeira. Por ser verdadeira o filme deveria ter melhores atrativos.
Melissa V
Melissa V

44 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de setembro de 2015
Elenco extraordinário, excelentes atuações, ótimo figurino. Gostei bastante, apesar de faltar um pouco de emoção no roteiro.
Rodrigo R.
Rodrigo R.

30 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de setembro de 2016
Um bom filme que conta a história de alpinistas que se reúnem com objetivo de escalar o monte Everest. Ótimo elenco e uma grande produção, mostrando até onde pode chegar o limite do ser-humano. Não chega a ser espetacular porém consegue alcançar sua proposta dentro do gênero de drama.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de maio de 2016
Um filme de ação cheio de adrenalina que se transforma num drama emocionante depois da metade. Jason Clarke, em grande atuação, da vida ao instrutor Rob Hall que é a peça chave do filme. As interpretações são muito realistas e boa parte do elenco se destaca transmitindo veracidade aos fatos, com maior emoção Jake Gyllenhaal e Josh Brolin. Lembrando que a história é real e baseada no livro de um jornalista que viveu cada momento.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de setembro de 2015
O filme vale mesmo pela bela experiência em 3D. Mesmo com ótimos atores não consegue grandiosidade.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de janeiro de 2016
Everest ( sim. O correto é sem o "E" mesmo, é desperdiçado. Com imagens belíssimas, direção interessante, mas com um roteiro péssimo que não consegue emocionar e nem empolgar. Não via a hora de terminar a película. Deveras entediante...
Julio C.
Julio C.

15 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2017
É um grande filme, com drama, aventura, é interessante, é legal, eu me surpreendi muito com esse filme!! 
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de outubro de 2015
Esperava mais do filme EVERESTE. Assistindo-o, a impressão é de que a fúria da Mãe Natureza irá inundar a tela completamente a qualquer instante, sem que consigamos esperar qualquer esboço de final feliz. Mas, isso faz parte do 'baseado em fatos reais'. A parte técnica, mesmo para um leigo como eu, é admirável - fotografia, som, trilha sonora, muito bons. Os atores fazem o que podem num roteiro meio frouxo - e olha que o elenco é sensacional - destaque para os sempre excelentes Emily Watson, Josh Brolin e Keira Knightley. Há atores desperdiçados em papéis sem maiores desenvolvimentos (caso de Jake Gyllenhaal), e, culpa do roteirista ou do diretor, não conseguimos nos apiedar de nenhum dos personagens. É o tipo de filme que insistimos em ver, mesmo sabendo do final infeliz para a maioria dos retratados ali. É a catarse instantânea que o cinema provoca.
Poderia ser um excelente filme, é apenas correto. Certamente terá uma boa bilheteria, o que, para os produtores, pagará os excelentes efeitos especiais utilizados.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de dezembro de 2015
Gelaaaado.

Não seria infeliz afirmar que existem produções cujas locações funcionam como parte do elenco, isso geralmente acontece porque a narrativa funciona em decorrência do lugar onde se passa a história. Nesse quesito, o filme Evereste tem muito a oferecer.

Situado no ano de 1996, o filme acompanha a história real de dois alpinistas experientes que lideram grupos de pessoas com o propósito de escalar a montanha mais alta do planeta, o monte Evereste. Trata-se de Rob Hall (Jason Clarke) e Scott Fischer (Jake Gyllenhaal), amigos e profissionais que compartilham da alegria de experimentar uma das mais difíceis e ousadas escaladas do mundo com outras pessoas. Embora trabalhem juntos, Rob e Scott possuem estilos diferentes, sendo o primeiro mais ligado a seus clientes do ponto de vista pessoal, pois preocupa-se com todos como se fosse membros da família; já Scott é mais aventureiro, gosta de curtir e aproveitar o ambiente da maneira mais saudável possível.

Como se não bastassem todas as dificuldades oriundas de uma escaladas tão trabalhosa, a descida mostra-se o verdadeiro desafio. Isso ocorre porque durante o retorno dos grupos, uma forte nevasca toma conta do Evereste. O vento forte aliado à topografia inconstante e que se altera em diversas circunstâncias, cria um obstáculo extremamente complicado de ser ultrapassado.

Alguns personagens ganham mais destaque na obra, mesmo sendo coadjuvantes, como é o caso de Beck (Josh Brolin) e Doug (John Hawkes), dois indivíduos comuns cujo objetivo máximo é provar que são capazes de chegar ao extremo para alcançar seus maiores objetivos pessoais. Isso é funcional e ilustra, de forma peculiar, o drama desses indivíduos e como Rob mostra-se humano ao auxiliá-los. Ainda há uma boa gama de astros como Robin Wright, Emily Watson, Michael Kelly, Keira Knightley, Sam Worthington e Martin Henderson no elenco.

Na parte técnica o filme é um deslumbre, principalmente por conta de belos planos utilizados pelo diretor Baltasar Kormákur ao longo da escalada do Evereste. As deformações do ambiente e os perigos provenientes do alpinismo são realçados de forma tão precisa que, aliado aos efeitos visuais de ponta, faz parecer que os artistas estavam lá o tempo todo.

EVERESTE pode não despontar como uma obra prima do cinema de ação/drama, mas certamente é uma produção com carisma e diversão de sobra para entreter com suas 2h de duração.
Fellipe Kauê
Fellipe Kauê

37 seguidores 57 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de dezembro de 2015
Da série "Iludido por um trailer". Um filme com tantos bons nomes no elenco, escalando o monte mais alto do mundo... Posso dizer que esperava mais. Se formos falar de bilheteria, ok. Orçamento relativamente baixo, em torno de 60/70 milhões de dólares, com uma receita em torno de 180 milhões de verdinhas americanas. Lucro na certa. Afinal de contas, "Everest" é muito atraente. Trabalho de efeitos visuais muito bem feito. Lindo de se ver. E de cara me chamou a atenção, com seus pôsters, elenco e é claro, o trailer. Ah, o trailer! Como iríamos nos atrair pelos filmes sem ele? Com a capa? Pode ser, mas já ouviu falar que não devemos julgar um livro pela capa? Pode acrescentar isso em um filme também, mas meu amigo, estamos falando do trailer. Trailer do "Everest" pra ser mais preciso. Aliás, admiro muito quem faz parte da edição desses 2 minutos e meio. É muito legal nos fazer de bobo! Brincadeira. Também não é pra tanto. Vamos falar do "Everest" em minha humilde e singela opinião. O filme começa bem. Tem uma ordem cronológica das coisas. "Tchau, amor". Avião. Acampamento. Treinamento... E nesse meio tempo, você vai vendo a descrição dos personagens, onde também já pode começar a tentar adivinhar quem vai fazer alguma merda. Aliás, pra quem não sabe, o longa é baseado em fatos reais. Todo meu respeito as vítimas do acontecido, mas recapitulando a obra, alguma coisa deu errada no roteiro. Quando alguém decide produzir um longa baseado em fatos, as ações têm, digamos, limitações as quais seguir. Não dá pra "viajar" em criar situações que ali não existirá. Até aí, beleza! Nota-se que o diretor Baltasar Kormákur, foi por essa trilha mesmo. E é aí que o longa se perde. O que eles tentaram vender em sua campanha de promoção, não tem nada a ver com o longa-metragem por completo. Escolheram algumas das poucas cenas de "perrengue", jogaram no trailer, junto à efeitos sonoros de tensão (lembram do trailer de Guerra Mundial Z?) e, pronto! (?) Detalhe: depois da primeira hora do filme, tudo é praticamente um perrengue, mas o que quis dizer, foram as cenas das quais onde a vida estava por um fio. Essas cenas que foram poucas. Vale ressaltar as cenas das mortes. Mostradas de uma maneira tão pífia quanto um escorregão. Outro erro. Parece até preguiça da direção em desenvolver algo mais elaborado.
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