A Culpa é das Estrelas
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4,4
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Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de junho de 2014
Sucesso de público e crítica, A Culpa é das estrelas traz um romance melodramático, adaptado do livro homônimo de John Green. Uma história emocionante, com forte temática sobre o câncer e a morte.

Estrelado pelos astros Divergentes Shailene Woodley (Hazel) e Ansel Elgort (Gus), o filme tem momentos de riso e descontração, que aliviam as dúvidas e sofrimento dos protagonistas.

Um filme bem focado, com bom ritmo e muitas surpresas aos espectadores, que tem como destaque a atuação do veterano Willem Dafoe, que faz um de seus melhores papéis no cinema como um escritor recluso, que dá ainda mais força a história de Hazel e Gus.

Palmas também para o diretor Josh Boone, que acertou em muitos pontos da produção: nas mensagens trocadas nos celulares, exibidas em cena de um modo bem peculiar e original; os diálogos e olhares dos protagonistas, que por vezes falam sem palavras; a boa fotografia e seleta trilha sonora; os belos cenários, com destaque especial para as cenas em Amsterdã, na Holanda.

Repleto de frases e citações poderosas, A culpa é das estrelas faz rir, chorar e ver a vida de outra forma, saboreando estrelas... pelo tempo infinito.

Por Ricardo Brandes
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de junho de 2014
Um excelente filme, direção enredo e atuações dos principais atores. Um tema pouco usado em cinema, a vida de dois personagens com super problemas de saúde, no lugar de super poderes. Muito romântico e tocante. Imperdível.
Kai E
Kai E

1.057 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de novembro de 2014
Um bom livro , um bom filme , uma boa história , bons atores , bom escritor , e foi por isso que esse foi um otimo filme , adorei esse filme , espero que eles fação os livros do escritor , esperando : Quem é voce , Alasca , cidades de papel , o teorema Katherine , a estrela que nunca se apagara e todos seus livros .
John Green é o como ``Stephen King´´ , dos jovens , espero que ele faça muitos livros e , que todas virem adaptações , de grande sucesso todas elas .
Vito Zanotti
Vito Zanotti

3 seguidores 136 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de junho de 2024
Filme passa uma vibe muito boa, mesmo sabendo da catastrofe que vai ocorrer na vida deles

Uma boa comédia, um drama bem construidos e personagens que combinaram demais

Trilha sonora no final é perfeita, no resumo o filme é quase perfeito também, mas não deixa de ser um ÓTIMO FILME, maravilhoso

Nota 9
Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2014
Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro. Me Impressionei Com Este Filme , Uma Bela Historia ,Com Otimas Atuaçoes é o Filme e Muito Emocionante Eu Recomendo Muito Este Filme Concerteza Um Otimo Romance/Drama Do Nota 9.0
ReneAndroid.apk
ReneAndroid.apk

17 seguidores 170 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2021
Bem clichêzinho de romance, porém não deixar de ter uma grandiosa história, filme bem dramático tbm, vc se apega as personagens o que é bem interessante. Recomendo.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de junho de 2014
Baseado no best seller mundial homônimo escrito por John Green, “A Culpa é das Estrelas”, filme dirigido por Josh Boone, tem se tornado também, à sua maneira, um fenômeno, na medida em que, em seu final de semana de estreia, o longa foi o filme mais visto tanto nos Estados Unidos (onde arrecadou mais de 100 milhões de dólares) e no Brasil (onde foi visto por mais de um milhão de espectadores). Isso é um tributo direto ao carisma da história escrita por Green, que conquistou fãs ao redor do mundo.

“A Culpa é das Estrelas” é um romance no melhor estilo “Love Story – Uma História de Amor”, filme dirigido por Arthur Hiller, ou “Um Amor para Recordar”, filme dirigido por Adam Shankman. Poderia ser uma obra literária escrita por Nicholas Sparks, mas as semelhanças param por aí. O estilo de John Green é bem menos fantasioso em relação à vida. Chama a atenção no decorrer da história de “A Culpa é das Estrelas” a forma realista com a qual as personagens encaram seus prováveis destinos – apesar de uma figura como Augustus Waters (Ansel Elgort) ser um pouco caricata.

Augustus Waters conhece Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) num grupo de apoio para pacientes com câncer. Ele está em remissão de um osteossarcoma. Ela conseguiu uma sobrevida de um câncer de tireóide com metástase nos pulmões após utilizar uma droga experimental. Se Hazel vive uma existência solitária, confinada dentro de casa, sem amigos; Augustus é o contrário dela: ex-atleta, dono de um senso de humor espirituoso, ele está ali para dar força aos amigos e ajudá-los a superar as dificuldades de uma jornada difícil como a do tratamento contra o câncer.

“A Culpa é das Estrelas” retrata o encontro entre estes dois personagens, mais precisamente acompanhando a maneira como Hazel e Augustus modificam um ao outro, de forma permanente, por meio do relacionamento que nasce entre eles. É uma história de amor realista dentro da realidade na qual eles estão inseridos, mas que, ao mesmo tempo, é intensa pela maneira como eles a vivem e, de certa maneira, inspiradora para todos nós.

Adaptar um livro que é um fenômeno mundial é uma tarefa muito difícil, porém a impressão que “A Culpa é das Estrelas” me dá é a de que esta é uma adaptação cinematográfica um tanto segura, que não arrisca muito e que se apoia – acertadamente – na sua dupla de atores centrais. Ansel Elgort e Shailene Woodley não só possuem uma excelente química (não custa nada lembrar que eles interpretaram irmãos em “Divergente”) como também nos fazem entrar de cabeça no relacionamento que nasce entre Hazel e Augustus. Este é um filme emocionante, sem ser manipulador, e que é muito contundente na transmissão da sua mensagem principal: a de que, ao vivermos, estamos sujeitos à dor e às cicatrizes advindas dela; mas que, é ao vivenciar este tipo de experiência que estamos prontos para o passo seguinte, em que poderemos experimentar a felicidade em sua forma mais plena.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de maio de 2019
Um bom drama romântico, realmente te faz querer chorar a história, excelente filme do gênero, mas 4 estrelas ja ta de bom tamanho pra um romance.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2024
A Culpa é das Estrelas (The Fault in Our Stars) 2014

A Culpa é das Estrelas é dirigido por Josh Boone ("Os Novos Mutantes") a partir de um roteiro de Scott Neustadter ("Daisy Jones And The Six") e Michael H. Weber ("Artista do Desastre"), baseado no romance de 2012 de mesmo nome de John Green. A história é centrada em uma paciente com câncer de dezesseis anos, Hazel Grace Lancaster, interpretada por Shailene Woodley, forçada por seus pais a frequentar um grupo de apoio, onde ela conhece e posteriormente se apaixona por outro paciente com câncer, Augustus Waters, interpretado por Ansel Elgort.

"A culpa é das estrelas" é um livro que eu ganhei de uma amiga há algum tempo. Como o gênero do livro não é um dos meus estilos preferidos de leitura, eu acabei deixando ele guardado no fundo da minha estante de livros. Nesse final de ano eu decidi dar uma organizada na estante e acabei separando os livros que eu ainda não tinha lido, e resolvi dar uma chance para eles. Foi exatamente o que aconteceu com o livro de "A culpa é das estrelas", que estava guardado e eu sequer me lembrava da sua existência. Resolvi ler o livro e logo após assistir o filme, e não é que eu me surpreendi em um contexto que eu estava com zero expectativas.

Sobre o livro:
O livro me surpreendeu, pois eu esperava uma história bem clichê, aquele típico romance adolescente mais do mesmo, que sempre encontramos por aí. Porém, com o passar das páginas a história foi me cativando e ficando cada vez mais interessante. É inegável que a história é sim um clichê, mas com elementos que discutem vários pontos que são importantes para a nossa vida no dia a dia.

Temos aqui a história de superação, de motivação, da ambição pela vida, de estar vivo, de querer viver os momentos da vida como se cada um fosse os últimos, e de fato poderia ser. Temos a história da Hazel e do Augustus, dois adolescentes que irão viver a maior aventura amorosa de suas vidas. O ponto em questão é realmente as condições de vida dos personagens, uma vez que eles possuem doenças terminais. Eu coloco a história como uma verdadeira carta de adeus, uma despedida da vida, que apesar de iniciarmos a história já sabendo da doença terminal da Hazel, mas queremos que ela lute pela vida, queremos que ela não desista da vida, não queremos que ela morra, e sim, queremos que ela viva esta sua história com o Augustus.

Eu diria que "A culpa é das estrelas" é um bom livro, ainda mais se você gosta do gênero em questão. E no final você também poderá se surpreender!

Sobre o filme:
No início você pode achar que "A culpa é das estrelas" é mais voltado para o público adolescente, até por contar com um elenco formado por Shailene Woodley e Ansel Elgort. Por outro lado você também pode achar que o filme é mais um melodrama forçado, feito com o único intuito de arrancar às lágrimas do público a qualquer custo. Porém, isso foi um ponto que me surpreendeu tanto no livro quanto no filme. Pois em momento algum a história pesa a mão nessa questão, o tema central já é bem especificado desde o início. Desde o começo você já sabe das condições da doença da Hazel e do Augustus, que ambos são adolescentes que estão vivendo os seus últimos dias, por mais doloroso que isso possa parecer, mas ambos são vítimas de uma doença terminal.

Por mais que o tema central da história seja o câncer, o que fatalmente poderia levar o tom e o ritmo do filme para o melodrama, temos uma Hazel que enfrenta a sua doença, que age como qualquer adolescente, que se estressa com os pais, que se apaixona, que usa uma autoparódia como sua válvula de escape para o seu problema no dia a dia. O mesmo posso falar do Augustus, que é divertido, irreverente, sarcástico com sua própria perna amputada pela doença. Ou seja, ambos vivem as suas vidas como qualquer adolescente, usufruem dela como qualquer pessoa, por mais que eles tenham toda dificuldade imposta pela doença, por mais que eles saibam que tem pouco tempo de vida. Este é ponto que faz de "A culpa é das estrelas" um filme adolescente que trata de um tema sério de forma séria, sem a banalização, sem apelar para o melodrama, sem forçar a barra com uma autopiedade, sem querer propagar uma vitimização.

Um ponto que merece ser destacado e enaltecido, é exatamente a adaptação do livro de John Green. Que é feito com bastante fidelidade, fazendo o simples sem querer inventar demais, sem querer polemizar em cima da obra, sem querer criar teorias sobre o destino dos personagens. Ou seja, um exemplo a ser seguido quando se trata de adaptações literárias. Outro ponto que o diretor acerta, é sobre a construção das cenas que envolve a exposição da doença de ambos os personagens, onde temos cenas mais rápidas e objetivas, quando se trata do problema pulmonar da Hazel e a perna amputada do Augustus. Pois é fato que outro diretor optaria por usar estas cenas para criar impacto, para comover o público.

Sobre o elenco:
Shailene Woodley ("Big Little Lies") entrega uma performance no ritmo certo de sua personagem, ela consegue dosar os momentos mais eufóricos (como na viagem para Amesterdã) com os momentos de maiores tristezas (como nos acontecimentos finais). Acredito que ela foi uma ótima escolha para dar vida para a história de Hazel Grace Lancaster.
Ansel Elgort ("Em Ritmo de Fuga") é o contraponto perfeito para a personagem da Shailene, pois ambos conseguem adquirir uma química instantânea, ambos conseguem comprar a nossa atenção e consequentemente a nossa empatia. Ansel é um ator muito talentoso e versátil, ele consegue incorporar muto bem o personagem, ele conseguiu acertar o timing perfeito do Augustus do livro, que é justamente ser esse cara extrovertido, brincalhão, sempre com suas tiradas cômicas, mostrando que estar vivo e apaixonado pode ser maravilhoso, mesmo sabendo da sua condição.
Nat Wolff ("Murder at Yellowstone City") é o Isaac, o melhor amigo cego de Augustus. Ele também consegue acertar o personagem com relação ao livro.
Laura Dern ("Jurassic World: Domínio") está perfeita como a Frannie Lancaster, mãe de Hazel.
Assim como o Sam Trammell ("Homeland"), o Michael Lancaster, pai de Hazel.
Pra finalizar eu não poderia deixar de citar a presença ilustre do grande Willem Dafoe ("Pobres Criaturas") como Peter Van Houten. O personagem Peter Van Houten no livro eu achei bem questionável, por mais que no final descobrimos o real motivo para ele estar ali presente na história, mas como um todo eu achei o seu contexto um tanto quanto desnecessário. Porém, isso não anula a elegantérrima presença do Sr. Willem Dafoe.

Tecnicamente o filme é modesto mas é bem feito!
A trilha sonora por sinal é bem modesta, mas é muito bem acertada, uma vez que a trilha sonora não apela para ritmos que fatalmente irá forçar a comoção do público. A fotografia é bem ajustada, é bem trabalhada juntamente com toda a cenografia.

Gostei da referência que o filme não deixou de fora, com relação ao uso do cigarro apagado do Augustus. Particularmente eu acredito que o cigarro é usado como uma metáfora para simbolizar o sufocamento da vida que é sentido pelo próprio Augustus.

"A culpa é das estrelas" ainda nos deixa algumas lições de vida:
Por exemplo o fato de se colocarmos no lugar da Hazel, pois ela tem uma doença terminal, ela tem pouco tempo de vida, ela sabe que vai morrer, ela é pessimista, ela fica chateada, ela fica estressada, a vida não tem mais graça, a vida não tem mais cor, a vida não tem mais sentido, porém ela insiste em viver, ela quer estar viva, ela quer viver esse seu pouco tempo de vida com o Augustus, ela se apega ao seu último fio de esperança. Esta é uma reflexão que podemos fazer em nossas vidas, pois você não tem uma doença terminal como a Hazel, você não precisa carregar um balão de oxigênio o tempo todo, e mesmo assim você é pessimista, você não dá o devido valor por simplesmente estar vivo e sem um prazo para a sua vida acabar.

Podemos fazer várias reflexões:
"Tudo é infinito enquanto dura! Não importa quanto tempo temos para aproveitar a vida. O importante é aproveitar e viver intensamente agora. Não sabemos quanto tempo ainda nos resta."

"A felicidade está nos momentos e nas coisas simples. Basta saber olhar e saber valorizar cada momento."

"É fundamental aprendermos a dar valor a uma conversa, ao conforto de um abraço, ao sorriso, enfim coisas simples que fazem parte do nosso dia a dia. E que só precisam de um olhar mais atento e um coração simples para nos trazer felicidade."

"Mesmo em meio à dor, ver as coisas pelo lado positivo sempre ajuda. Não podemos permitir que os problemas dominem nossa vida ao ponto de perder a fé, a esperança e a alegria."

"Fugir da dor pode apenas prolongar o sentimento e trazer consequências à saúde e ao bem-estar. É importante saber encarar a dor e conviver com ela. Não podemos deixar que ela nos domine, mas podemos aprender com ela."

"São os sonhos que nos impulsionam a seguir em frente. E cada passo em direção a este sonho deve ser valorizado. Muitas vezes, a busca é que torna o encontro mais feliz. Sempre há um motivo para viver e correr atrás dos nossos sonhos."

"A culpa é das estrelas" me surpreendeu muito, eu jamais poderia imaginar que em um filme adolescente eu fosse encontrar os temas e os pontos que foram abordados tanto no livro quanto no filme. Posso afirmar que esta história em si vai muito além de uma doença, pois estamos diante de uma lição de superação, de amor, de carinho, de convivência, de descobrimentos, de revelações, de saber aproveitar o que se tem, enquanto se tem. Verdadeiramente é uma lição de vida diante do inevitável, a morte!

"Nem todo mundo que chega na sua vida, vem com a intenção de ficar. Da mesma forma, que nem todos os que se foram, queriam partir. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados. Não sabe como sou muito grata por nosso pequeno infinito."

Hazel Grace

- 27/12/2024
Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de junho de 2015
Filme muito bonito e emocionante. Muito boas atuações do casal protagonista (não deixa de ser estranho, assistí-los em Divergente atuando como irmãos...).

Apesar da alta dose de melodrama por conta de envolver câncer, a história é muito bem conduzida e acho que atinge o resultado, que é levar-nos a reavaliar a vida e aproveitá-la da melhor forma possível.
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