A Culpa é das Estrelas
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4,4
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F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de junho de 2014
A CULPA É DAS ESTRELAS (2014) - A inevitabilidade da morte tratada de forma descontraída e romântica, com uma linguagem que comunica com a juventude, mas que força a barra para fazer chorar. - FÃ CULT - Um Blog para Fãs de Cultura.
Isra M.
Isra M.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de junho de 2014
Ao fim de A Culpa é Das Estrelas a quantidade de sensações são incontáveis e as mais distintas possíveis. Inclusive o sentimento de culpa de: ler tão pouco, de não dizer mais vezes eu te amo, de não se importar ainda mais com o próximo, de não viver tão intensamente, de não aproveitar cada instante...

É até engraçado dividir isso aqui, já que o filme nem é assim tão bom e evidentemente já vimos essa história muitas vezes antes. Me senti a vontade pra compartilhar porque vi o filme numa sala lotada, e independentemente dos problemas que ele tem, a sua proeza maior é mexer com nossos sentimentos e reforçar a simplicidade que é a vida e o quão complicada a tornamos.

Em certo momento a platéia está em um choro uníssono e é curioso ouvir ao redor leitores balbuciando e soluçando o diálogo seguinte.
Confesso que derramei uma ou outra lágrima, (talvez mais, rsrs) mas nesse momento que citei acima estava prestes a gargalhar por não ter entrado naquela "vibe".

Certamente ao sair de uma exibição de A Culpa é Das Estrelas você sentirá alguma vontade. Seja de passar uns 10 dias chorando ou de viver um grande amor.

De uma maneira ou de outra o filme cumpre seu papel: Ele nos lembra como é bom:"SENTIR".

Ok? Ok.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2021
Um filme de romance com drama excelente e muito emocionante de se assistir, recomendo a todos.......
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de dezembro de 2014
Nunca usei o critério de meia estrela para avaliar um filme, mas depois de ver A Culpa é das Estrelas, não consegui definir bem oque o filme era, só sabia que não era excelente. Ótimo, Bom...afinal qual a diferença? Vejamos, oque torna um filme ótimo é a sua capacidade de ser convincente naquilo que ele se propõe, ou seja, que executa com eficiência todos os seus aspectos, no caso deste por exemplo, a adaptação de um livro do mesmo nome(que não li) E então chegamos ao ponto, aonde estão os problemas? No livro ou no filme? É como sempre digo, o problema não é o clichê, e sim COMO se usa. Neste caso, oque acontece é que da metade pro final, o filme tenta quase que desesperadamente fugir dos mais inofensivos clichês de filme adolescente, foi muito decepcionante ver como uma trama tão bem construída pôde ser desfeita em questão de minutos, a problemática sequência em Amsterdã é um exemplo, planos turísticos inúteis, reviravoltas desnecessárias, isso prejudicou o excelente exercício de personagem que avia sido feito até ali, e já no final, concessões sem sentido ao sentimentalismo barato que só conseguem emocionar mesmo aborrecentes desmioladas e mulheres não comidas. Da metade pro final, nada é original, tudo é repetitivo, cansativo, e com uma direção e trilha sonora dignas de Framboesa de Ouro. Um ótimo elenco em ótimas performances sabotados por uma História cafona e uma produção incompetente. Por isso o filme é morno, por isso o filme é só Bom quando podeira ser Excelente.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 9 de junho de 2014
Ah o amor!Quando pararem pra pensar que A Culpa é das Estrelas,irá fazer você se emocionar com pouco,você irá acertar em o filme,é simples de entender,e muito mas simples de vem com um tema que já rendeu bons filmes,aos olhos de quem se emociona fá o câncer na adolescência é o grande te na vida de Hazel e que levam isso de forma bem divertida e quase que irreparável.O filme te traz boas doses de comédia entre a dupla principal,se intercalando com os problemas familiares,de saúde e de relacionamento també quem é fraco,e adora chorar com esses assuntos,eu sugiro muitos lenços ao lado pra ter uma boa sessão.
Jhonatan L
Jhonatan L

14 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de novembro de 2014
13/06/14 consegui assistir "A Culpa é das Estrelas" e é incrível como o filme ficou tão fiel ao livro (na medida do possível) e como ele é capaz de emocionar todas as idades como vi hoje, muito adultos saindo de sessão com os olhos inchados e não posso esquecer dos jovens saindo "fungando" o nariz (inclusive sair assim também e desabei quando passou a musica da Birdy "Not About Angels" de fundo).
Gostei bastante e pretendo assistir novamente, foi emocionante, foi assim no livro, e é assim no filme, uma reprodução fiel da obra... pra quem não viu ou não leu o livro e não sei interessou por ele, não pense que por tratar-se de um filme sobre câncer, "A Culpa é das Estrelas" é um filme triste ou depressivo, longe disso, o longa e como no livro também, é repleto de tiradas engraçadas, referências pop, metáforas, cenas divertidas e é claro, românticas. O.k.?
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de junho de 2014
Ontem à noite, Regina Monteiro e eu vimos "A culpa é das estrelas". Não queríamos perder a oportunidade rara de ir ao cinema e não tínhamos opção de título. Regina conhecia o autor do livro que inspirou o filme e sabia um pouco do enredo, bem como do perfil do público para este tipo de película e novela (ou romance?). Não era recomendável nem para mim, nem para ela, mas disfarçamos a curiosidade em esforço para entender com o que a moçada anda se sensibilizando...
Chegamos cedo e nos acomodamos, eu com o meu indefectível pacote enorme de pipoca... Quando o público começou a chegar, eis que o seu perfil se delineia rápida e expressivamente: meninas adolescentes, em quantidade maior do que as pipocas da minha caixa...
Como vai ser, pensei?
Do meu lado, quatro amiguinhas, duas tendo lido o livro. Do lado da Regina, outras quatro, que conversavam sobre leituras, uma delas mais avançada (falava de "Os miseráveis", lido depois de ter visto o filme). Já começou a ficar interessante. Regina e eu trocando olhares de aprovação. Sensação reforçada, depois, pela presença de livros e de um enigmático e rabugento autor na trama do filme.
Começa, enfim, a projeção. Gritinhos histéricos...
E foi o tempo todo suspiros e grunhidos. Mas, curiosamente, ao contrário do que sempre acontece, não nos incomodou. Comentando depois da sessão, ambos concordamos que o público fez parte da experiência de um modo integrado, complementar. As meninas nas nossas laterais, ao fundo e à frente, por todo lado, eram elas próprias clones reais da personagem vivida pela expressiva Shailene Woodley. Algumas antecipavam a fala dos personagens.
Foi a primeira vez que vi utilizarem como recurso cinematográfico balões com textos para mostrar a troca de mensagens de celular entre personagens. E ficou simpaticozinho.
A temática do filme é típica da geração, pouco afeita a temas sociais, políticos ou mais amplos do que seu quotidiano; típica, também, da classe social - média americana: a iminência da morte como fonte de valorização da vida; e a vida, cômoda demais e desprovida de horizontes e desafios para além das fronteiras do umbigo, carecendo de dores conducentes ao crescimento e à inserção no mundo hostil. Mesma temática de Daniel Galera, em "Até o dia em que o cão morreu", que eu havia lido num só fôlego, na semana anterior, por sugestão e empréstimo de meu amigo Sebastião Guedes, pela mesma razão pela qual vi o filme: entender o que move e comove a geração atual, com a qual convivo como professor - este personagem ao mesmo tempo amado e odiado (por razões que é preciso entender para não inviabilizar a relação pedagógica).
Não poderia deixar de registrar o fim da sessão cinematográfica (o do filme não posso contar, para não estragar o prazer de quem ainda vai ver; nada de spoiler): acesas as luzes, uma garota se levanta e fala alto, bem alto, apontando para outra, sentada: "Tá vendo, falou que era besteira e agora tá aí, chorando rios!". Todos riram. Todos os que tinham aplaudido pouco antes de a luz acender, repetindo em uníssono: "OK!".
A culpa foi do menino, esse Gus: uma estrela brilhando lá no céu, à espera de Hazel, quando, em breve, chegar a hora dela. O câncer é mais poderoso do que Capuletos e Montequios em conflito, quando se trata de intensificar o amor entre dois jovens. A interdição vem das células (unidade mínima de um indivíduo) e não das relações sociais (aglutinação de indivíduos). Sintomático. Mas assim é que é; e a partir disso será necessário entender o mundo por vir. Modernidade liquidada. Líquidas relações tentando não se desmanchar no ar.
É isso. Por ora vou ficando aqui, na praça, dando os milhos-pipoca que sobraram aos pombos, por que amar é bom, inclusive à natureza. Que não nos esqueçamos: "É preciso amar as pessoas, como se não houvesse amanhã..." Uma legião de pessoas.
FernandoCardosoOliveira
FernandoCardosoOliveira

11 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de dezembro de 2014
Eu realmente esperava muito mais do filme. O filme é muito parado, se torna cansativo. Algumas cenas diferentes do livro.
Tiago R.
Tiago R.

7 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de outubro de 2014
Bom Filme, embora tenha um tema potencialmente triste o desenrolar da historia abordou o câncer de uma maneira que não sentimos pena dos personagens, mas sim torcemos por eles e tem um toque de bom humor, uma historia com continuidade sem diminuir o ritmo sem oscilações, bom filme - NOTA 8,5
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.621 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de abril de 2016
Filme com drama,eu vejo,mas não gosto muito porque sei que no final não acontece o que eu esperava ou gostaria já que me apego aos personagens,tirando isso é um filme que conta a historia do primeiro amor entre adolescentes e mostra que o amor nos dá força.
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