Bom, vamos lá. Acho que para o livro eu daria uma nota 9,9. É um livro que tem um objetivo muito bem definido e tudo é muito bem entrelaçado, tudo, no fim, fala sobre a mesma coisa e passa a mensagem de forma inteligente. É um livro com suas falhas e defeitos, mas é uma história cheia de boas sacadas e muito bem contada, além de cumprir seu papel. Acho q é uma excelente obra, muito acima da média. É realmente emocionante e lindo. Já o filme, vou logo dizendo, não vi quase nada de bom. O filme tenta passar a impressão de não apressar o andamento da trama mas, na verdade não consegue. Tudo acontece muito rápido, de forma muito mecânica e fria. Antes que você compre cada cena, o filme já passou pra outra e as cenas acabam sendo um grande nada e não contam a história. O filme passa para uma montagem (técnica em q vc passa meses ou semanas em alguns segundos nos filmes) antes q haja alguma história fundamentalmente bem estruturada já apresentada. Esse início já faz com q o filme não consiga encarnar mais a história até o fim. Por falar nele, o fim piora tudo. Sabemos que um filme de romance não deve ser muito longo, mas a demanda de uma cena bem sucedida não é tempo, e sim o quanto vc consegue falar com poucas palavras e pouco tempo. O filme não consegue desenvolver o agravamento do estado do personagem Gus e não convence nem te dá tempo de acreditar. No fim, a pouco de proveitoso para apontar do filme, mas lá vou eu. A atuação de Shaylenne Woodley é, junto com a fotografia, a melhor coisa da adaptação cinematográfica. Consegue dar profundidade e verdade a uma personagem que foi mal explorada e construída no roteiro. Destaco as cenas do discurso fúnebre na igreja no pré-enterro do Augustus e quando a jovem recebe a notícia da morte de seu namorado. A já citada fotografia do filme tbm é um ponto positivo e, por fim, a trilha sonora, muito bem montada, embala muito bem o filme e seus contrastantes momentos. No fim, o livro ajuda bastante o filme em todos os sentidos. Para fazer as pessoas acreditarem na história, pra comover e para ver uma boa história, ainda que mal contada nas telas. O fato de a adaptação me lembrar tanto o livro, principalmente em sua atmosfera, o tempo todo, foi o q me fez gostar do filme em alguns momentos. A atuação de Ansel Elgort foi, pra mim, a pior parte da obra e só atrapalhou mais o filme. Sua interpretação de Augustus Waters não foi convincente em nenhum momento e não encarnou o personagem. Foi fraca e não conseguiu trazer a presença e profundidade de seu equivalente literário. No fim, o filme tem poucos pontos bons e não deixa argumentos para ser recomendado.
O filme é sem graça não souberam passar a mensagem é um casal de adolescentes com câncer começa uma história de amor que é muito sem graça muito chata muito demorada e nada de extraordinário acontece muita reputação porém o filme é ruim O final pecimo e todo o contexto Detestei
Um dos filmes que mais me emocionei de todos já assistidos, história incrível, atores espetaculares, sensação de vivência da história. Um ótimo filme para refletir e se emocionar.
Não sei dizer qual seria a proposta desse filme, mas além dá história, muitas vezes clichê, a falta de desenvolvimento da história causa uma certa confusão ao entender tudo.
Já assisti umas duas ou três vezes, é um filme que sempre emociona. Também li o livro, que é ótimo e descreve muitos detalhes que não são mostrados no filme, mas que fico imaginando toda vez que assisto.
O que torna A Culpa das Estrelas tão fascinante como romance é sua despreocupação em soar "cinematográfico", ou seja, com seus diálogos inesquecíveis, interpretações profundas e momentos chorosos, mesmo que ele tenha tudo isso. A diferença é que ele assume suas próprias fraquezas e limites ao criar uma história cheia de filosofia pop/adolescente que nos faz sentir como seus personagens, mesmo sem a necessária profundidade para os temas que aborda. Quem se importa em soar original ou explorar o âmago de questões universais quando se está com câncer, ou quando se tem apenas 80 anos de vida (com sorte) nesse planeta? Melhor do que tentar soar importante é ser acessível, e isso é possível dizer dessas pessoas.
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