A Culpa é das Estrelas
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4,4
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494 Críticas do usuário

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Valdemir P.
Valdemir P.

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3,0
Enviada em 22 de junho de 2014
Ontem à noite, Regina Monteiro e eu vimos "A culpa é das estrelas". Não queríamos perder a oportunidade rara de ir ao cinema e não tínhamos opção de título. Regina conhecia o autor do livro que inspirou o filme e sabia um pouco do enredo, bem como do perfil do público para este tipo de película e novela (ou romance?). Não era recomendável nem para mim, nem para ela, mas disfarçamos a curiosidade em esforço para entender com o que a moçada anda se sensibilizando...
Chegamos cedo e nos acomodamos, eu com o meu indefectível pacote enorme de pipoca... Quando o público começou a chegar, eis que o seu perfil se delineia rápida e expressivamente: meninas adolescentes, em quantidade maior do que as pipocas da minha caixa...
Como vai ser, pensei?
Do meu lado, quatro amiguinhas, duas tendo lido o livro. Do lado da Regina, outras quatro, que conversavam sobre leituras, uma delas mais avançada (falava de "Os miseráveis", lido depois de ter visto o filme). Já começou a ficar interessante. Regina e eu trocando olhares de aprovação. Sensação reforçada, depois, pela presença de livros e de um enigmático e rabugento autor na trama do filme.
Começa, enfim, a projeção. Gritinhos histéricos...
E foi o tempo todo suspiros e grunhidos. Mas, curiosamente, ao contrário do que sempre acontece, não nos incomodou. Comentando depois da sessão, ambos concordamos que o público fez parte da experiência de um modo integrado, complementar. As meninas nas nossas laterais, ao fundo e à frente, por todo lado, eram elas próprias clones reais da personagem vivida pela expressiva Shailene Woodley. Algumas antecipavam a fala dos personagens.
Foi a primeira vez que vi utilizarem como recurso cinematográfico balões com textos para mostrar a troca de mensagens de celular entre personagens. E ficou simpaticozinho.
A temática do filme é típica da geração, pouco afeita a temas sociais, políticos ou mais amplos do que seu quotidiano; típica, também, da classe social - média americana: a iminência da morte como fonte de valorização da vida; e a vida, cômoda demais e desprovida de horizontes e desafios para além das fronteiras do umbigo, carecendo de dores conducentes ao crescimento e à inserção no mundo hostil. Mesma temática de Daniel Galera, em "Até o dia em que o cão morreu", que eu havia lido num só fôlego, na semana anterior, por sugestão e empréstimo de meu amigo Sebastião Guedes, pela mesma razão pela qual vi o filme: entender o que move e comove a geração atual, com a qual convivo como professor - este personagem ao mesmo tempo amado e odiado (por razões que é preciso entender para não inviabilizar a relação pedagógica).
Não poderia deixar de registrar o fim da sessão cinematográfica (o do filme não posso contar, para não estragar o prazer de quem ainda vai ver; nada de spoiler): acesas as luzes, uma garota se levanta e fala alto, bem alto, apontando para outra, sentada: "Tá vendo, falou que era besteira e agora tá aí, chorando rios!". Todos riram. Todos os que tinham aplaudido pouco antes de a luz acender, repetindo em uníssono: "OK!".
A culpa foi do menino, esse Gus: uma estrela brilhando lá no céu, à espera de Hazel, quando, em breve, chegar a hora dela. O câncer é mais poderoso do que Capuletos e Montequios em conflito, quando se trata de intensificar o amor entre dois jovens. A interdição vem das células (unidade mínima de um indivíduo) e não das relações sociais (aglutinação de indivíduos). Sintomático. Mas assim é que é; e a partir disso será necessário entender o mundo por vir. Modernidade liquidada. Líquidas relações tentando não se desmanchar no ar.
É isso. Por ora vou ficando aqui, na praça, dando os milhos-pipoca que sobraram aos pombos, por que amar é bom, inclusive à natureza. Que não nos esqueçamos: "É preciso amar as pessoas, como se não houvesse amanhã..." Uma legião de pessoas.
FernandoCardosoOliveira
FernandoCardosoOliveira

11 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de dezembro de 2014
Eu realmente esperava muito mais do filme. O filme é muito parado, se torna cansativo. Algumas cenas diferentes do livro.
Welton N.
Welton N.

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0,5
Enviada em 24 de junho de 2015
Um dos piores filmes que já assisti em toda minha vida. O filme é uma overdose de pieguice. Atores adolescentes com aquele jeitinho irritante e padronizado de ser e de falar dos americanos, roteiro morno e sem qualquer surpresa, trilha sonora excessivamente apelativa e suplicante (por que será que me lembrei de Thiago Silva?). Nunca vi num só filme uma coleção tão grande de elementos sentimentalóides. O único detalhe que se salva é o personagem de Willem Dafoe que diz umas verdades para a adolescente melosa que faz o papel principal. Se você gosta muito de pieguice, pode assistir. Você vai se lambuzar nesse sentimento ridículo presente em tudo nesse filme. Aliás, tem muita gente que gosta disso pela quantidade de críticas positivas que li na internet e na tv sobre esse filme. Vou parar de me guiar pela opinião dos outros para escolher filmes e me ligar mais na sinopse, pois quando li a desse filme tive a sensação que seria exatamente isso: pura pieguice!
Luti
Luti

12 seguidores 74 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de agosto de 2020
Pavoroso. Aliás esta atriz não faz nada que preste. Apesar que este longa curou minha insônia, quando não consigo dormir coloco ele e em poucos minutos estou roncando.
Rafael A.
Rafael A.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de julho de 2014
A culpa das estrelas, não é um filme que realmente traduz a intensidade do livro, atores superficiais, de pouca intencidade, um filme de muita expectativa sim, eu adimito que esperava cenas de impacto em que você sofre junto aos personagens... só que não.
Amarildo J.
Amarildo J.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de junho de 2014
7 coisas que pensei ao assistir o filme; A culpa é das estrelas

1 Do início ao fim ele quer te fazer chorar e nao esconde isso, cenas forçadas.

2 Frases simples usadas como se fossem, pérolas poéticas ou filosóficas.

3 Romance clichê, amor impossível sofrer por amor e etc.

4 Fala de algo sério com leveza e humor.

5 Mostra que a vida do doente nao é só a doença.

6 Coisas ruins acontecem com pessoas boas

7 O caminho e trajetória podem valer a pena, mesmo se o final nao ser o que você torce, deseja ou espera
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de junho de 2014
Baseado no best seller mundial homônimo escrito por John Green, “A Culpa é das Estrelas”, filme dirigido por Josh Boone, tem se tornado também, à sua maneira, um fenômeno, na medida em que, em seu final de semana de estreia, o longa foi o filme mais visto tanto nos Estados Unidos (onde arrecadou mais de 100 milhões de dólares) e no Brasil (onde foi visto por mais de um milhão de espectadores). Isso é um tributo direto ao carisma da história escrita por Green, que conquistou fãs ao redor do mundo.

“A Culpa é das Estrelas” é um romance no melhor estilo “Love Story – Uma História de Amor”, filme dirigido por Arthur Hiller, ou “Um Amor para Recordar”, filme dirigido por Adam Shankman. Poderia ser uma obra literária escrita por Nicholas Sparks, mas as semelhanças param por aí. O estilo de John Green é bem menos fantasioso em relação à vida. Chama a atenção no decorrer da história de “A Culpa é das Estrelas” a forma realista com a qual as personagens encaram seus prováveis destinos – apesar de uma figura como Augustus Waters (Ansel Elgort) ser um pouco caricata.

Augustus Waters conhece Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) num grupo de apoio para pacientes com câncer. Ele está em remissão de um osteossarcoma. Ela conseguiu uma sobrevida de um câncer de tireóide com metástase nos pulmões após utilizar uma droga experimental. Se Hazel vive uma existência solitária, confinada dentro de casa, sem amigos; Augustus é o contrário dela: ex-atleta, dono de um senso de humor espirituoso, ele está ali para dar força aos amigos e ajudá-los a superar as dificuldades de uma jornada difícil como a do tratamento contra o câncer.

“A Culpa é das Estrelas” retrata o encontro entre estes dois personagens, mais precisamente acompanhando a maneira como Hazel e Augustus modificam um ao outro, de forma permanente, por meio do relacionamento que nasce entre eles. É uma história de amor realista dentro da realidade na qual eles estão inseridos, mas que, ao mesmo tempo, é intensa pela maneira como eles a vivem e, de certa maneira, inspiradora para todos nós.

Adaptar um livro que é um fenômeno mundial é uma tarefa muito difícil, porém a impressão que “A Culpa é das Estrelas” me dá é a de que esta é uma adaptação cinematográfica um tanto segura, que não arrisca muito e que se apoia – acertadamente – na sua dupla de atores centrais. Ansel Elgort e Shailene Woodley não só possuem uma excelente química (não custa nada lembrar que eles interpretaram irmãos em “Divergente”) como também nos fazem entrar de cabeça no relacionamento que nasce entre Hazel e Augustus. Este é um filme emocionante, sem ser manipulador, e que é muito contundente na transmissão da sua mensagem principal: a de que, ao vivermos, estamos sujeitos à dor e às cicatrizes advindas dela; mas que, é ao vivenciar este tipo de experiência que estamos prontos para o passo seguinte, em que poderemos experimentar a felicidade em sua forma mais plena.
Amanda L.
Amanda L.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de junho de 2014
Apesar de todos que assistiram e leram o livro acharam uma história extraordinária, existe uma complexidade quando comparados livro e filme. Desde sempre todos dizem, filmes sempre cortam trechos e modificam cenas do livro. Mas este filme não só modifica cenas como também tornou do livro um best seller. Ou seja, o livro que podemos ler, não é um romance, como uma adoradora de romances, posso dizer que romances são priorizados os momentos amorosos e as palavras bonitas, e principalmente, as surpresas são sempre guardadas para o final quando já sabemos que vão ou não ficar juntos. Este livro não é um romance comum mas algo camuflado por trás de uma história sobre a morte, a todo capitulo lido podemos imaginar como terminará o livro e que é claro, alguém vai morrer, essa é a informação mais clara no livro. Entretanto o filme nos mostra um romance, entre duas pessoas que anseiam estar vivas para estarem juntas, e o livro, duas pessoas querendo ser de alguém sabendo que seu tempo é curto e tentando vivê-lo enquanto ainda vivem. O filme se distancia do livro, sendo o filme um best seller enquanto o livro é só mais uma história sobre pessoas aleatórias. O livro foi e o filme foram tão adorados por adolescentes pois mostra aquilo tudo que a sociedade de hoje quer, um amor instantâneo, assim como todas as outras coisas na vida de hoje são instantâneas. E claro, todos sabíamos que algum dos dois iria morrer, estes filmes/livros são sempre assim!
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 6 de junho de 2014
Bom dia, eu assisti ontem mesmo ( 05/06 ), achei lindo o filme, existem vários momentos que conseguimos rir , mas na grande parte do filme, é emocionante, triste, comovente, etc. Filme para chorar realmente. O ator e atriz principal , embora desconhecidos ( pelo menos para mim ) são otimos, trabalharam muito bem. Espero ter ajudado com meu comentário.
Tiago R.
Tiago R.

7 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de outubro de 2014
Bom Filme, embora tenha um tema potencialmente triste o desenrolar da historia abordou o câncer de uma maneira que não sentimos pena dos personagens, mas sim torcemos por eles e tem um toque de bom humor, uma historia com continuidade sem diminuir o ritmo sem oscilações, bom filme - NOTA 8,5
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