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Yan M.
9 seguidores
26 críticas
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4,5
Enviada em 10 de agosto de 2016
Um ótimo filme. Como é ambientado na II Guerra Mundial, há de se esperar algo muito parecido com outros filmes que tratam do mesmo recorte histórico, sobretudo filmes americanos. Conta com um grupo de atores muito bons, com atuações muito legais também. Recomendo.
As mazelas da guerra retratada sob a visão de cinco combatentes americanos dentro de seu tanque “Fury”. Já perto do fim da II Guerra Mundial, as tropas americanas combatem a Alemanha nazista em seu território e um tanque de guerra liderado pelo sargento Wardaddy (Brad Pitt), percorre o interior do país com sua equipe, para abrir frente para os soldados americanos. Em suas mais de duas horas de duração o que se vê são os horrores advindos de tal situação. Apesar de ser uma produção dos EUA o roteiro mostra e reforças as atrocidades ocorridas numa batalha e deixa claro que são todos seres humanos, matando uns aos outros, sem grandes propósitos. Isso foi o que mais me surpreendeu. Destaque para o time de atores, todos bem em cena. Em especial para o Shia LaBeouf. Curiosidade. O filme foi uma das produções do estúdio Sony que sofreram com o ataque de hackers, que liberaram a versão do filme dois meses depois de sua estreia nos cinemas. Nota do público: 7.6 (IMDB) Nota dos críticos: 77%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $85 milhões Mundo - $211 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Excelente filme com atuações precisas. Apesar do tema super explorado, consegue transmitir drama e empolgação Ímpar em sua essência, fugindo dos clichês ao colocar um tanque de guerra como elemento de combate.
O filme retrata a realidade impetuosa da guerra por meio de um pequeno grupo de soldados,a trama se desenvolve bem dentro do tanque intitulado Fury,as cenas de ação são interessantes e empolgantes.O time de soldados formado por rostos e personalidades completamente distintas entre si,e o realismo do conflito das batalhas conseguem entreter de maneira agradável.
Fazia tempo que eu não olhava um filme de guerra na tela grande. Corações de Ferro quebrou esse jejum de maneira honrosa. Com frases marcantes, o filme mostra o ponto de vista de uma "família" de soldados que divide um tanque de guerra durante uma jornada de missões.
Apesar de não ser muito fã do gênero e já ter enjoado de histórias da segunda grande guerra, este é um ótimo filme, spoiler: apesar de um final triste, vale a pena conferir, afinal de contas, guerra é guerra.
Embora saturados, os filmes que se baseiam em guerras ainda tem algo a oferecer em termos de narrativa e conteúdo, mesmo que não sejam baseados fortemente em histórias reais. Uma das empreitadas do diretor Davied Ayer carrega consigo um tom reflexivo sobe a guerra, não sobre as batalhas.
Corações de Ferro segue o cotidiano de um grupo de cinco soldados que passam seus dias dentro de um tanque combatendo os soldados alemães perto do final da segunda grande guerra. Mesmo com recursos parcos, o grupo liderado por Don 'Wardaddy' Collier (Brad Pitt) serve de referência por sua alta habilidade no campo de batalha, inclusive por se safarem de confrontos com tanques nazistas superiores em armamento e resistência.
Apesar do tom se direcionar a guerra, o foco do enredo visa trabalhar o relacionamento dos soldados que "vivem" no taque de nome Fury, já que, mesmo amigos, eles tem suas divergências e desejos pessoais, alguns conflitantes com crenças de outros, mas isso cria na narrativa um grande poder a partir do momento que o novato Norman Ellison (Logan Lerman) entra para o grupo. O calouro nunca sentiu a guerra no front de batalha, as maldades e as necessidades resultantes da busca para sobreviver. Seu treinamento in loco garante uma mudança de conduta nítida e voraz, levando-o até mesmo a questionar como pôde chegar tão longe.
Conduzido por profissionais de longa data, o filme tem em sua parte técnica uma boa amostra do que a experiência consegue fazer. A fotografia acinzentada, a sujeira e a violência casam muito bem com a proposta brutal do longa, sempre servindo como ponto de referência para as mazelas de viver aquele momento tão perto.
Apesar do final ser um tanto dramático e carregar consigo o espírito americano, CORAÇÕES DE FERRO é um filme interessante, pois sua narrativa voltada ao estado psicológico da guerra é mais funcional que o carnaval de outras produções do gênero. Pode não ser a referência definitiva, mas é um filme competente.
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