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Kamila A.
7.944 seguidores
816 críticas
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3,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
“Corações de Ferro”, filme escrito e dirigido por David Ayer, se passa em Abril de 1945, ou seja, cinco meses antes do término da II Guerra Mundial. As tropas aliadas já avançaram bastante no território alemão, visando cercear, cada vez mais, o ambiente do seu inimigo. É nessa conjuntura que se encontra a equipe de cinco homens liderada pelo sargento Wardaddy (Brad Pitt), que, com seu tanque Sherman, parece ser o mais indicado para aquelas missões aparentemente impossíveis.
A tarefa que Wardaddy e seus homens terão de executar, no decorrer de “Corações de Ferro”, é a do resgate de tropas norte-americanas que se encontram encurraladas no território alemão. Na maior parte das vezes, Wardaddy e seus comandados estão em menor número e com pouco armamento; entretanto, crentes de que o tanque os blindava perante os inimigos, esses homens se enchiam de coragem para enfrentar as batalhas mais improváveis.
“Corações de Ferro” chama a atenção por ser um filme extremamente humano. Isso é mérito direto da atuação do jovem – e talentoso – Logan Lerman. No longa, ele interpreta Norman, um jovem soldado, com pouca experiência no front, que se vê inserido dentro da fechada equipe de Wardaddy, tendo que aprender, na vivência diária, a dificuldade que era estar dentro de uma grande guerra como aquela.
Uma coisa que chama a atenção em um conflito histórico como a II Guerra Mundial é a quantidade de histórias originais que se tira dela. São inúmeros os filmes produzidos sobre este momento histórico e cada um deles oferece um ponto de vista diferente sobre a batalha. “Corações de Ferro” coloca à tona na discussão os tanques Sherman, que foram produzidos pelos Estados Unidos especialmente para as tropas aliadas durante esse conflito e que, apesar de serem conhecidos pela sua fragilidade, eram fundamentais para transformar os homens que nele andavam em verdadeiras máquinas de fúria (para fazer uma analogia direta com o título original do longa). É nesse sentimento que se encontra o heroísmo desses homens.
Emocionate e tenso. Muitos corações batendo juntos, enquanto um imenso coração de ferro bate por todos. Um filme que realmente há uma peculiar envoltura entre personagem e expectador que faz com que mesmo sentado numa poltrona, teoricamente longe dos tiros e explosões do filme, a tensão e o extress paira tanto sobre a sala repleta de pessoas comendo pipoca quanto no cenário de destruição durante Segunda Grande Guerra. Vale a pena.
O filme que consegue falar de beleza em meio a guerra. Amor e amizade, mas também o medo e a solidão. Um verdadeiro espetáculo cinematográfico. Vale a pena cada centavo.
Não é um filme perfeito, mas foge do estigma do “herói americano” e mostra com realismo assustador o que a guerra causa aos homens que dela participam e no que são transformados. Com um Brad Pitt impecável e um Shia LaBeouf comovente, o longa mostra a verdade nua e crua de um acontecimento dantesco. As cenas de combate são fantásticas e o clima tenso, principalmente no final, regem sobre toda duração da película.
Muito bom, retrata sem pudor a tristeza da guerra, a transformação de um pacato garoto de igreja em uma máquina de matar. Tudo isso na ótica de fuzileiros em tanques de guerra.
A Segunda guerra contada de um ponto de vista incomum, de dentro de um tanque de guerra. Depois da morte de um membro da equipe de 5 soldados, comandados pelo personagem de Brad Pitt, um novato, sem experiência nenhuma de combate se junta a equipe e segue em missão. O que ele não esperava é td que acaba vivenciando e o quanto a guerra o transforma. Boas cenas de combate, excelente roteiro e uma situação um tanto desconfortável dentro de um tanque, fazem de "Fury" uma boa pedida no cinema.
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