Locke
Média
3,4
164 notas

33 Críticas do usuário

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Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de janeiro de 2015
“Locke”, filme dirigido e escrito por Steven Knight, é uma obra muito interessante. A história se passa durante uma viagem que o personagem que dá título ao filme (interpretado por Tom Hardy) faz da cidade onde ele mora, no interior da Inglaterra, até a capital londrina, onde ele passará por uma situação que mudará toda a sua vida e tudo aquilo pelo qual ele batalhou todos esses anos.

Algo tão definidor tinha que ocorrer naquele que é o momento mais importante da vida de Ivan Locke. Nas vésperas do maior desafio de sua carreira, um telefonema tem o poder de mudar tudo – em todas as suas esferas de vida (profissional e familiar). É importante prestar atenção, diga-se de passagem, a esse meio de comunicação, pois, por meio dele, vemos Locke interagir com as diversas pessoas que fazem parte de sua vida, o que faz com que a gente conheça um pouco mais sobre o background do personagem, bem como possamos ter uma noção sobre a delicadeza do momento que ele vive e o por quê de tanta apreensão e nervosismo vindos do seu olhar.

De uma certa maneira, “Locke” lembra muito “Por um Fio”, suspense dirigido por Joel Schumacher, no sentido de que, durante os filmes, ambos os protagonistas interagem com um telefone, na medida em que vão desenrolando os momentos pivotais de suas existências. As semelhanças não param por aí. Ambos os filmes são estrelados por (então, no caso de Colin Farrell, ator principal do longa de Schumacher) jovens atores talentosos em pleno crescimento em sua carreira.

Por isso mesmo, o grande ponto de destaque de “Locke” é a atuação de Tom Hardy. Durante os 84 minutos de duração desse filme, a câmera de Steven Knight focaliza todo o seu olhar para ele. É em torno de Ivan Locke e da incerteza e da angústia que ele se sente em torno do futuro da vida que ele construiu que gira toda a trama do filme. É dele a responsabilidade completa de nos passar todas as sensações que estão envolvidas naquele determinado momento de sua vida. Ou seja, Hardy tem o papel de carregar o filme completo em suas costas. E o trabalho dele, aqui, é notável. Uma obra que mostra o grande ator que ele é.
Vitor F. Medeiros
Vitor F. Medeiros

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2017
O filme além de uma ótima fotografia, tem uma bela poesia.
É na hora errada que a vida nos cobra as atitudes certas.
Não é um filme para a mentes acostumadas a tiros, zumbis e super heróis.
É uma pura e direta reflexão da vida.
Agnes Cruz S.
Agnes Cruz S.

27 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2018
Excelente drama e escolha estética. De maneira singular, traz importantes reflexões éticas, questões cotidianas e o dilema de nossas escolhas. Recomendo
Gustavo H
Gustavo H

3 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de julho de 2020
Um Road "real time" movie. Autêntico, poderoso e que conta com atuação soberba de Tom Hardy. Somos convidados a dividir o claustrofóbico espaço de um carro com Ivan Locke (Tom Hardy) durante uma hora e meia, no caminho entre duas cidades. A narrativa pode parecer enfadonha para os consumidores da ação ligeira e rasteira das producoes atuais, mas o filme é um convite a reflexão das escolha a que fazemos na vida e suas consequências.
andremagaphoto
andremagaphoto

6 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2014
Um exercício sobre pensar em cinema, feito em tempo real.
Lautner Angelov 2
Lautner Angelov 2

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de outubro de 2014
É impressionante como uma ideia de tamanha simplicidade como é a de Locke, pode revelar-se um filme tão eficiente e fascinante. A trama desenvolve-se em um único ambiente (porém em vários ângulos) - dentro de um carro. Como todo mundo já sabe, Hardy é o único intérprete do filme e sinceramente é ele quem torna a película tão instigante. O que mais impressiona é que em um ambiente tão pequeno, sua atuação mostra uma gravidade absurda à trama, a única interação que Hardy faz em todo o filme é através do telefone integrado do carro pelo volante. A trama então parte por meio das ligações que Locke faz, com essas ligações ele tem que lidar com situações distintas e em cada ligação existe subtramas e, isso, é muito bem orquestrado pelo diretor e roteirista. Locke é um filme de premissa simples, mas é cheia de analogias e conta ainda com uma ótima atuação de Tom Hardy. Uma experiência mais que satisfatória.
Jairo Wellington M
Jairo Wellington M

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de novembro de 2018
Sei como é ser bastardo kkk. Bom... teve até momentos que eu fiquei emocionado por não ter conhecido meu pai, mas ter passado por isso só me mostra o como o ser humano e falho e como nos podemos mudar as coisas, fazer diferente, e como Ivan locke fez, com toda dignidade, raça e caráter me motivou mais e mais a ser quem eu já, à muito tempo, decidi ser. E Tom Hardy é muito bom ator, sou leigo nesse universo, mas gostei não só da historia, mas com o filme no todo, a simplicidade, e mesmo assim fazer um bom filme. Parabéns a equipe toda envolvida.
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