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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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5,0
Enviada em 16 de maio de 2017
Filmão! Tudo que eu pensava, foi o que eu imaginava e até muito mais, digno da franquia, bom do início ao fim, efeitos especias incríveis, roteiro ótimo, elenco poderoso, com sobras na melhor atuação para o novo e promissor Riz Ahmed, que por sinal está digno de concorrer ao óscar, ainda temos Felicity Jones ótima em seu 1° papel em filmes de ação, Mads Mikkelsen conceituado ator Norueguês, Donnie Yen ator muito famoso por Ype Man e o Monstro sagrado Forester Whitaker.
Mais um exemplo em que o trailer é melhor que o filme. "Rogue One" se escora em nomes consagrados do cinema,como Mads Mikkelsen e Forest Whitaker para vender seu peixe.Assistindo ao filme,a decepção toma de conta.Os atores citados passam longe de uma boa atuação e estão ali apenas como coadjuvantes de luxo. Quem tem muita participação,não mostra um bom serviço.É o caso de Felicity Jones.Essa atriz tem um sério problema,não consegue transmitir qualquer sentimento ao público que lhe assiste.Temos nesse filme boas sequências de ação que ela não muda a sua feição por nada.Seu companheiro no protagonismo Diego Luna é realmente um par perfeito para Felicity.O ator também não consegue expressar aquilo que o seu personagem exige.Acho que a maior culpa disso tudo é do diretor Gareth Edwards.Aqui o diretor tem uma das maiores responsabilidades de sua carreira.Aqui não estamos falando de "Godzilla",que se tratava de um remake,ou seja,se fizesse um mau serviço por lá,ninguém nem ia ligar,era um trabalho que ia passar despercebido.Mas aqui exige muito mais.E assim,como em "Godzilla" o diretor deixa o melhor para a parte final.Sequências melhores de ação são apresentadas de uma forma sensacional ali pertinho do fim.Algo que não vimos no começo e meio do filme.E ao contrário do que disseram,Donnie Yen tem pouquíssimas cenas de ação,bem executadas,mas muito rápidas. Cito três pontos importantes,e que funcionaram bem na trama.Primeiro:A trilha sonora.É um espetáculo a parte.Em cada cena,temos novos sons,algo que impressiona.Tudo perfeitamente sincronizado com as cenas.Segundo:Os efeitos.São de encher os olhos.As batalhas entre naves é de deixar qualquer um de queixo caído.As cores que são usadas são bem vivas,e que realça ainda mais a experiência na tela grande.Um filme para ser visto no cinema.Terceiro:Darth Vader.
Filme de visual caprichado e com estória e roteiro coerentes. A visão dos planetas e estrelas a partir do espaço são muito bonitas, mas a longa guerra entre as naves é bem sonolenta. O Império necessita concluir a construção da Estrela da Morte, capaz de explodir um planeta inteiro e para isso necessitam do cientista meio rebelde, fugitivo e recluso, interpretado pelo Mads, que diante da imposição do Império, vê sua esposa lutar contra os algozes e passivamente se junta a eles, deixando a filha interpretada pela Felicity para traz, mas ela é socorrida pelo rebelde radical interpretado pelo Forrest e adulta irá acidentalmente se juntar aos rebeldes ao lado do líder interpretado pelo Diego. Acabará descobrindo que seu pai deixou uma armadilha na estrela da Morte que permitiria a sua destruição. Ao final, lorde Vader usa seu sabre para destruir alguns rebeldes e a sua força mental para asfixiar outros, com direito a apresentação da princesa Lea. Filme irregular e que desperdiça o talento de grandes atores como Forrest e Mads em papéis pequenos e deixa a própria Felicity sem antagonista para fazer o seu papel crescer.
rogue One uma história Star Wars - então eu continuo na mesma opinião de todos os filmes de Star Wars o filme até pode ser bom para aqueles que são fanáticos vão dizer que foi um baita de um filme mas eu nunca fui muito fã da saga Star Wars então Achei bem legal mas não tudo aquilo e também porque teve muitas partes que eu achei confuso
É um prazer poder experimentar um pouco do universo dos filmes de Star Wars sem se preocupar (muito) com personagens centrais, tramas que mudarão a galáxia e, principalmente, histórias que nunca terminam. E apesar disso, aí está você de novo, estrelinha da morte. A fixação da alegoria com morte e destruição nunca termina. Ela se mantém quase como um fetiche escondido e refletido nos “inimigos”, braço esquerdo da mesma Força. O lado negro sempre é a visão mais clara do que acontece quando o poder está nas mãos de poucos, sejam eles tiranos malignos ou pseudo-representantes do “povo”.
O Rogue One é bom, e funciona mais ainda com um filme de guerra. Achei algumas coisas confusas, e alguns personagens sem carisma mas é um filme empolgante. Gostei da ousadia em matar personagens, e pelo ato final que é muito bom.
É meio que mais do mesmo, temos uma boa história, mas parece faltar audácia e emoção, o roteiro tem certas falhas. Felicity Jones deixa muito a desejar, ela não consegue passar emoção alguma. Diego Luna se sai bem melhor é o grande destaque do longa, assim como suas cenas de ação e os efeitos no visuais. No final temos apenas um bom filme, nada muito grandioso.
A expansão do universo Star Wars no cinema tem levado os não fãs a conhecer mais de perto certos detalhes que possuem grande relevância, mas acabaram ficando no limbo do esquecimento devido a grandeza da saga. Neste Rogue One, a narrativa nos faz acompanhar Jyn Erso (Felicity Jones), uma jovem que foi separada da família devido a interesses do império no conhecimento de seu pai para a construção da Estrela da Morte. Anos depois, a garota acaba se juntando a Aliança Rebelde para não só descobrir planos que podem fragilizar a enorme empreitada do império, como também trazer a tona verdades sobre seu passado.
Do ponto de vista estético, não há o que reclamar, pois Rogue One é de um cuidado fenomenal tanto na ambientação, nos seres interplanetários, efeitos visuais e tudo o mais que sempre preenche a telinha neste tipo de produção. Também não deveria ser diferente, haja vista que a Disney não tem medido esforços após a aquisição da Lucas Arts, no entanto, faltou um certo tempero no cuidado da trama. Não que a trajetória de Erso e a aliança seja ruim, mas a sensação que passa é a de que este é um presente para fãs, simplesmente por lançar duas horas de um elemento pontual da franquia. Em diversos momentos, os personagens secundários é que fazem a atenção se mantida, haja vista que nem mesmo a competente Felicity Jones justifica o protagonismo.
Também trazendo personagens novos, como Capitão Cassian Andor (Diego Luna) e Chirrut Imwe (Donnie Yen), ROGUE ONE - UMA HISTÓRIA STAR WARS figura mais para "fanservice" do que uma grande obra cinematográfica. Nem de longe chega a ser ruim, mas o episódio VII foi uma refeição bem mais apetitosa e deixou gosto de quero mais.
No que se propõe a fazer que é trazer um filme fan service com elemento dramático de guerra muito forte para agradar quem não conhece a franquia direito, foi bem, apesar de em certo momento do filme os personagens são deixado de lado para focar nas batalhas e sua protagonista feminina não agradou, muito abaixo de Leia e Rey.
Rogue One é um grande filme, difícil de dizer mas supera o episodio principal, o Despertar da Força do ano anterior. Evidente nesse filme que retratam finalmente o lado guerreiro da resistência que até pouco tempo atrás era discretamente evidenciado apenas nos caças e as lutas contra os TIE's, ou, algum suporte secundario a Leia, Han Solo entre outros. A ideia dos CGI's sempre levanta suspense pela qualidade mas a edição virtual do Grand Moff Tarkin e Princesa Leia ficou muito bacana. Um capítulo desde poucos como Ameaça Fantasma traz ao espectador a sensação de um novo mundo que anda paralelo com a historia principal, e para melhor: Darth Vader, Estrela da Morte, Destroier, Grand Moff personagens e figuras consagradas reaparecem moderadamente enquanto C3PO e R2D2 se mantem bem com aparições discretas para manter a satisfação dos mais aficionados pelo personagem. Filme mais dinâmico, com uma historia mais séria mas sem perder o brilho do entretenimento. Mads Mikkelsen e Forest Whitaker aparecem curiosamente na história e discretamente dão o brilho ao filme nos seus modos peculiares de atuar. Felicity Jones e Diego Luna formam o par romântico, o segundo desde A Vingança dos Sith. Todos atores coadjuvantes de parabens. Excelente filme Star Wars.
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