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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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5,0
Enviada em 16 de maio de 2017
Filmão! Tudo que eu pensava, foi o que eu imaginava e até muito mais, digno da franquia, bom do início ao fim, efeitos especias incríveis, roteiro ótimo, elenco poderoso, com sobras na melhor atuação para o novo e promissor Riz Ahmed, que por sinal está digno de concorrer ao óscar, ainda temos Felicity Jones ótima em seu 1° papel em filmes de ação, Mads Mikkelsen conceituado ator Norueguês, Donnie Yen ator muito famoso por Ype Man e o Monstro sagrado Forester Whitaker.
Filme de visual caprichado e com estória e roteiro coerentes. A visão dos planetas e estrelas a partir do espaço são muito bonitas, mas a longa guerra entre as naves é bem sonolenta. O Império necessita concluir a construção da Estrela da Morte, capaz de explodir um planeta inteiro e para isso necessitam do cientista meio rebelde, fugitivo e recluso, interpretado pelo Mads, que diante da imposição do Império, vê sua esposa lutar contra os algozes e passivamente se junta a eles, deixando a filha interpretada pela Felicity para traz, mas ela é socorrida pelo rebelde radical interpretado pelo Forrest e adulta irá acidentalmente se juntar aos rebeldes ao lado do líder interpretado pelo Diego. Acabará descobrindo que seu pai deixou uma armadilha na estrela da Morte que permitiria a sua destruição. Ao final, lorde Vader usa seu sabre para destruir alguns rebeldes e a sua força mental para asfixiar outros, com direito a apresentação da princesa Lea. Filme irregular e que desperdiça o talento de grandes atores como Forrest e Mads em papéis pequenos e deixa a própria Felicity sem antagonista para fazer o seu papel crescer.
rogue One uma história Star Wars - então eu continuo na mesma opinião de todos os filmes de Star Wars o filme até pode ser bom para aqueles que são fanáticos vão dizer que foi um baita de um filme mas eu nunca fui muito fã da saga Star Wars então Achei bem legal mas não tudo aquilo e também porque teve muitas partes que eu achei confuso
O Rogue One é bom, e funciona mais ainda com um filme de guerra. Achei algumas coisas confusas, e alguns personagens sem carisma mas é um filme empolgante. Gostei da ousadia em matar personagens, e pelo ato final que é muito bom.
É um prazer poder experimentar um pouco do universo dos filmes de Star Wars sem se preocupar (muito) com personagens centrais, tramas que mudarão a galáxia e, principalmente, histórias que nunca terminam. E apesar disso, aí está você de novo, estrelinha da morte. A fixação da alegoria com morte e destruição nunca termina. Ela se mantém quase como um fetiche escondido e refletido nos “inimigos”, braço esquerdo da mesma Força. O lado negro sempre é a visão mais clara do que acontece quando o poder está nas mãos de poucos, sejam eles tiranos malignos ou pseudo-representantes do “povo”.
No que se propõe a fazer que é trazer um filme fan service com elemento dramático de guerra muito forte para agradar quem não conhece a franquia direito, foi bem, apesar de em certo momento do filme os personagens são deixado de lado para focar nas batalhas e sua protagonista feminina não agradou, muito abaixo de Leia e Rey.
A expansão do universo Star Wars no cinema tem levado os não fãs a conhecer mais de perto certos detalhes que possuem grande relevância, mas acabaram ficando no limbo do esquecimento devido a grandeza da saga. Neste Rogue One, a narrativa nos faz acompanhar Jyn Erso (Felicity Jones), uma jovem que foi separada da família devido a interesses do império no conhecimento de seu pai para a construção da Estrela da Morte. Anos depois, a garota acaba se juntando a Aliança Rebelde para não só descobrir planos que podem fragilizar a enorme empreitada do império, como também trazer a tona verdades sobre seu passado.
Do ponto de vista estético, não há o que reclamar, pois Rogue One é de um cuidado fenomenal tanto na ambientação, nos seres interplanetários, efeitos visuais e tudo o mais que sempre preenche a telinha neste tipo de produção. Também não deveria ser diferente, haja vista que a Disney não tem medido esforços após a aquisição da Lucas Arts, no entanto, faltou um certo tempero no cuidado da trama. Não que a trajetória de Erso e a aliança seja ruim, mas a sensação que passa é a de que este é um presente para fãs, simplesmente por lançar duas horas de um elemento pontual da franquia. Em diversos momentos, os personagens secundários é que fazem a atenção se mantida, haja vista que nem mesmo a competente Felicity Jones justifica o protagonismo.
Também trazendo personagens novos, como Capitão Cassian Andor (Diego Luna) e Chirrut Imwe (Donnie Yen), ROGUE ONE - UMA HISTÓRIA STAR WARS figura mais para "fanservice" do que uma grande obra cinematográfica. Nem de longe chega a ser ruim, mas o episódio VII foi uma refeição bem mais apetitosa e deixou gosto de quero mais.
História spin-off sobre o roubo de planos da Estrela da Morte, focada em um grupo rebelde liderado por Jyn Erso. Um Star Wars diferente de todos, com tom mais sombrio, descolorido, sem lutas de sabre, sem jedis, porém muitas referências a saga principa. Traz um sentimento de nostalgia. História mais realista e pé no chão. Muito bom.
É meio que mais do mesmo, temos uma boa história, mas parece faltar audácia e emoção, o roteiro tem certas falhas. Felicity Jones deixa muito a desejar, ela não consegue passar emoção alguma. Diego Luna se sai bem melhor é o grande destaque do longa, assim como suas cenas de ação e os efeitos no visuais. No final temos apenas um bom filme, nada muito grandioso.
Um excelente filme para quem acompanha a saga, perfeito. Eu não poderia dar nota menor. O filme supera as expectativas. Bem dirigido, com ótimos atores e o enredo se encaixa como uma luva na história. Brilhante. A Disney fez uma grande jogada, quando adquiriu os direitos sobre o filme. Com certeza teremos um novo filme a cada ano, pelos próximos 30 anos. Os fãs veem tudo o que tem direito de Star Wars, Darth Vader e seu sabre de luz, os cruzadores imperiais, os caças x-wing, a estrela da morte. A garotada chega a aplaudir quando Darth Vader entra em ação, incrível. O final foi apoteótico, quando entra em cena a Princesa Leia, recebendo os arquivos secretos da estrela da morte, o público aplaudiu freneticamente. Muito bom, imperdível para quem acompanha.
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