Filme incrível história muito bem contada e um final emocionante com muitos sacrifícios sem dó de poupar personagens principais sem dúvidas o melhor star wars da nova franquia!!!
Quando fiquei sabendo desse spin-off de uma das maiores sagas do cinema, confesso que fiquei pensando "pra que tanto filme?!" e durante a sessão percebi que não é apenas um filme, ele é além de tudo, um presente para os fãs.
Ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.
Podemos começar falando do diretor Gareth Edwards, ele consegue fazer algo nunca visto no universo, fazer do tiro de um Storm Trooper algo a se temer, nada de raiozinhos tosquinhos saindo das armas, aqui você sente o perigo e se dá conta de que aquele tiro pode sim fazer um estrago.
Sobre as cenas de ação elas são em duas escalas: quando os rebeldes estão trocando tiros em terra, as cenas são de um filme de guerra quase no estilo "câmera na mão" com quadros fechados e ação rápida, porém nunca confusa e quando vai para a "guerra nas estrelas" é tudo muito amplo com um visual lindo e muito semelhante ao episódio lV em relação as naves, aliás, falando em naves, o toque de realismo nos efeitos desse filme é algo divino! Em nenhum momento as naves parecem artificiais.
O elenco está todo muito bem, Felicity Jones encara com seriedade e mistério sua personagem, enquanto o Donnie Yen saindo dos filmes chineses como " O grande mestre" traz ao filme uma luta de corpo corpo natural que nunca vimos no universo. O probleminha que os personagens tem é que não funcionam bem como uma equipe, você não sente uma química forte entre o grupo, a química aqui existe nas duplas como Jyn Erso (Felicity) e Cassian Andor (Diego Luna) que começam não confiando um no outro, mas aos poucos vão formando uma amizade e o Chirrut Imwe (Donnie Yen) com Baze Malbus (Jiang Wen) tem um balanço entre fé e descrença muito interessante. E no meio de toda a seriedade que é o filme temos o K-2SO um dróide do Império reprogramado que serve como alívio cômico em algumas cenas e a grande maioria delas funcionam. E eis que surge ele, o Sir Lord Darth Vader com toda a sua imponência, é incrível que ele aparece muito pouco mas sua presença está no filme inteiro, e no pouco que aparece consegue ser épico.
Os diálogos do filme não impressionam e as referências que aparecem são muito bem vindas.
Em resumo, Rouge One é um filme com alguns problemas de diálogos e personagens, que leva a história num tom mais sério, mas nunca menos divertido e possui um ato final que faz qualquer fã da franquia chorar e aplaudir de pé.
Que filmaçoooooooo ainda mais para mim que sou apaixonado por espaço, e tampa um buraco que tinha em Star Wars de como os rebeldes tinha conseguido os planos da estrela da morte, vale a pena assistir muito bom!
Excelente filme. Final maduro, estilo primeira trilogia. Creio que esse tipo de roteiro foi responsável por tantos fãs da série. Pena os novos filmes terem desagradado tanto.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade