Rogue One: Uma História Star Wars
Média
4,5
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217 Críticas do usuário

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Vitor S.
Vitor S.

49 seguidores 64 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de dezembro de 2016
"Uma rebelião é feita de esperança." Que filme... Não tem palavras pra definir o quanto esse filme foi incrível. É impossível assistir esse filme até o final sem ficar no mínimo com um nó na garganta e querendo ver o episódio IV de novo!

A trilha sonora maravilhosa os efeitos também simplesmente incríveis .

Quem for ver verá alguns personagens surpreendentes então corra pra ver porque vale muito ..muito.. muito ..muito a pena !!

Quem já viu os filmes de George Lucas sabe como ele produz e esse filme esta muito parecido na
forma de produção então si você presta atenção verá essa semelhança que é simplesmente incrível .
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2016
Há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante, a República foi passada para trás pelo Império que, após tomar o poder, instaura o terror por toda parte com seus métodos opressores e seu arsenal bélico amedrontador. Porém, um grupo de ‘subversivos’ ao regime fascista forma a Aliança Rebelde, com a qual fazem frente ao inimigo, por mais que as probabilidades de sucesso nas empreitadas estejam contra eles. É quando as estratégias de guerra falam mais alto, o que inclui espionagem, sabotagem e, claro, os inevitáveis confrontos armados nas frentes de batalha. Além de laços familiares e de amizades duradouras, outro item que também os motiva é a fé de que a Força está com eles. Palavras semelhantes a essas bem que poderiam aparecer no início de Rogue One – Uma História Star Wars, naquele clássico formato de letreiros que parecem flutuar no espaço, subindo em diagonal até que os percamos de vista. As quatro primeiras frases que abrem esta crítica contextualizam, basicamente, não só o momento em que se passa este longa, derivado da franquia principal, como também ecoa um dos temas que sempre permearam toda a série criada por George Lucas – cujo primeiro filme foi lançado em 1977 – a luta dos oprimidos pela queda de um governo ditador, tema que parece não ter perdido a sua contemporaneidade na vida real mundo afora.
Em relação ao tom da série, embora alguns momentos violentos e dramáticos se façam notar ao longo dos sete episódios lançados até agora, o clima predominante sempre foi o de aventura juvenil (exceto, talvez, pelo Episódio III). Aqui, a atmosfera é diferente, e a fórmula é invertida, com a história investindo a maior parte de seu tempo em um clima tenso e angustiante, levemente aliviado por algumas poucas cenas de descontração. Esse aspecto do filme, por si só, já torna a experiência de assisti-lo muito mais interessante. Para quem se decepcionou com as infantilidades do Episódio I, lançado em 1999, Rogue One faz o contraponto ideal, e confirma o quão séria a saga Star Wars pode ser, bastando para isso uma história bem contada, acertando o tom.
Em clima de conflito espacial muito mais denso, portanto, conhecemos Jyn, filha de Galen, um engenheiro ‘convidado’ pelo Império para construir a temível Estrela da Morte. Após uma série de eventos, ela se une aos rebeldes, ainda que não tenha se convencido por completo a lutar pela causa. O que ela quer é resgatar seu pai. Contudo, à medida que a trama ganha novos contornos, Jyn e seus companheiros terão uma missão ainda mais difícil pela frente: roubar do Império os arquivos com informações vitais que mostram como os rebeldes poderão destruir a colossal arma planetária, fato que já vimos se consumar no final do Episódio IV. A grande sacada do roteiro, escrito por Chris Weitz e Tony Gilroy, foi se preocupar em mostrar o lado ‘sujo’ e nem um pouco glamoroso dessa guerra espacial, indo na contramão do que até então tinha sido visto nos filmes anteriores da saga, em que eram priorizados os acontecimentos mais heroicos envolvendo a família Skywalker e seus amigos. Esse primeiro grande filme derivado da série ‘invade’ sem cerimônia o cultuado território pavimentado por Star Wars, e o título Rogue One (algo como “primeiro intruso”) faz referência a isso. Embora arriscada, a iniciativa de apostar em uma narrativa diferente ambientada na mesma galáxia distante que já conhecemos de longa data se mostrou muito bem-sucedida.
Se há um ponto fraco a ser observado nesta produção, contudo, ele diz respeito aos seus personagens (mas não ao elenco). A condutora da história, Jyn, vivida por Felicity Jones (indicada ao Oscar em 2015 por A Teoria de Tudo) nem chega perto de rivalizar em carisma com a Princesa Léia, ou sequer com Rey, que conhecemos ano passado no Episódio VII. Mas em defesa da personagem pode ser dito que ela não é da ‘família da Força’, nem descendente de algum jedi. Ou seja, ela é uma militante rebelde que desempenha muito bem seu papel na proposta do filme. Em outras palavras, ela não foi pensada para ser carismática. O mesmo vale para seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), bem como para os demais personagens, por mais melancólico que isso soe. Lembremos do tom mais sério que este filme faz questão de manter em quase todo o tempo, e dos riscos da missão que a tropa se propõe a cumprir, cujas consequências não são difíceis de imaginar…
A equipe, que se intitula Rogue One, é formada também pelo amargurado guerrilheiro Cassian (o ator mexicano Diego Luna), o ‘samurai’ religioso cego Chirrut e seu companheiro de batalhas Baze (vividos pelos chineses Donnie Yen e Jiang Wen) e o piloto do Império ressentido Rook (Riz Ahmed, descendente de paquistaneses). Percebe-se, portanto, a muito bem-vinda miscigenação do elenco que, em conjunto, acaba funcionando satisfatoriamente. Há ainda o sarcástico, e bem sacado, dróide K-2S0 (voz de Alan Tudik), Saw Gerrera, o rebelde ‘extremista’ e quase um ciborgue (Forest Whitaker), e o principal antagonista, o oficial do Império Orson (Ben Mendelsohn). A despeito da (quase) total ausência de rostos conhecidos, ao menos um personagem do longa todos conhecem, e é justamente aquele personagem. A tão alardeada participação de Lord Darth Vader (voz de Sir James Earl Jones) oferece ao público o fã-service que se esperava. Destaque para sua sombria ‘morada’, nunca antes mostrada na tela grande, que curiosamente remete a uma certa torre da Terra Média! E quando ele surge em outro momento do longa, de forma inesperada, e extremamente ameaçador, sua aparição é mesmo de arrepiar, na qual ele se mostra a maldade em pessoa, evidenciando porque é considerado por muitos como simplesmente o maior vilão de toda a história do cinema.
Além da ilustríssima presença do detentor do “lado negro da Força”, uma avalanche de referências transbordam neste filme, da primeira à última cena, escancarando a dedicação e o prazer do diretor Gareth Edwards (do Godzilla de 2014) em realizar esta obra que será muito mais saboreada por quem é fã da saga. É impressionante como a ambientação nos faz acreditar que, a qualquer momento, poderemos ‘esbarrar’ na tela com alguém que já conhecemos. Seja por meio de personagens digitalmente reconstruídos, ou mesmo em live action, seja pelos cenários maravilhosamente reproduzidos, ou ainda pelas sequências de batalha que remetem a momentos clássicos da franquia que ficaram na memória de quem já os viu, Rogue One é, além de um belo filme, uma linda declaração de amor a essa série cinematográfica que há 40 anos fascina o mundo. A trilha de Michael Giacchino, reproduzindo sem muitas alterações os acordes originais do mago John Williams, só reforça a sensação de nostalgia.

Quem, porventura, nunca viu um filme de Star Wars, e quiser começar com esta produção paralela, poderá se espantar um pouco com o seu tom à la Apocalypse Now (do qual o diretor afirma também ter se inspirado), mas irremediavelmente vai querer conhecer os demais exemplares, e o ‘risco’ de se contagiar com o irresistível clima de ficção-científica-aventura-fantasia é muito grande! Com o Episódio VII, lançado ano passado, a franquia Star Wars voltou a ficar em evidência. Este ano, Rogue One nos traz a ação de pessoas ‘comuns’ que também se mostram de extrema importância para que o ‘equilíbrio da Força’ seja mantido. Em Dezembro de 2017, o Episódio VIII estará chegando às telonas, continuando a jornada de Rey e do clã Skywalker. Tem ainda o filme solo de Han Solo (!), em 2018 e o Episódio IX em 2019. Como é bom assistir e sentir o quanto essa franquia tem força!
Nabokova
Nabokova

16 seguidores 112 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2023
Pode ver tranquilo, mesmo sem lembrar dos outros ou ter visto só uns. É uma história paralela, sobre como a Rebelião conseguiu roubar os planos para anquilar a maior arma de destruição q o Império de Darth Vader construiu e entregá-los à princesa Léia,
q foge com eles e aí a história segue com o primeiro filme de Star Wars lançado. Delicioso de assistir, sem excesso caótico de efeitos especiais, sem humor forçado, tudo na medida e trazendo de volta a vibe ambiental apaixonante de Starwars. Cenas de guerra bem feitas, infelizmente forçou com a Jyn conseguindo atravessar a ponte, q só foi atingida e começou a desabar atrás dela depois q ela cumpriu a missão de redirecionar a antena. O imorrível estilo James Bond fugindo da bola. Detalhinho. K2 melhor personalidade de robô da saga. Agora, tem uma falhazinha: Pq o Saw Guerrera só foi mostrar o holograma pra Jyn por acaso, pq ela apareceu? Pq não fez nada com a informação antes, pq não mostrou a outros rebeldes?
Thiago B.
Thiago B.

14 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de maio de 2017
Excelente filme! Uma obra de arte e também um presente para os fãs. O roteiro é meticulosamente desenvolvido para costurar as duas trilogias, concluir desfechos, apresentando novos e antigos personagens. A cena final do filme chega a dar arrepios em qualquer fã de Star Wars.

spoiler: Ver Darth Vader entrar na nave consular, ativar seu sabre de luz rubro e avançar sem piedade contra os rebeldes é um êxtase a parte.
A melhor coisa que o George Lucas fez pela franquia foi deixar que a Disney cuide do legado de Star Wars.
Edson T.
Edson T.

12 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de dezembro de 2016
Muito bom filme. Gostei e já esperava ser um bom filme. A história se passa antes do 4o episódio e explica como foi criada a Estrela da Morte.
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de julho de 2022
Merecia fazer parte da tríplice trilogia (que deixaria de ser trilogias). Muito bom, especialmente a inclusão da "seita" jedi.
Sil R.
Sil R.

11 seguidores 31 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de junho de 2017
Superou todas as minhas expectativas, sai empolgada do cinema, faz jus à franquia, e segura o coração quando toda a marcha imperial!!!
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de abril de 2017
Muito Além de Uma História.

A expansão do universo Star Wars no cinema tem levado os não fãs a conhecer mais de perto certos detalhes que possuem grande relevância, mas acabaram ficando no limbo do esquecimento devido a grandeza da saga. Neste Rogue One, a narrativa nos faz acompanhar Jyn Erso (Felicity Jones), uma jovem que foi separada da família devido a interesses do império no conhecimento de seu pai para a construção da Estrela da Morte. Anos depois, a garota acaba se juntando a Aliança Rebelde para não só descobrir planos que podem fragilizar a enorme empreitada do império, como também trazer a tona verdades sobre seu passado.

Do ponto de vista estético, não há o que reclamar, pois Rogue One é de um cuidado fenomenal tanto na ambientação, nos seres interplanetários, efeitos visuais e tudo o mais que sempre preenche a telinha neste tipo de produção. Também não deveria ser diferente, haja vista que a Disney não tem medido esforços após a aquisição da Lucas Arts, no entanto, faltou um certo tempero no cuidado da trama. Não que a trajetória de Erso e a aliança seja ruim, mas a sensação que passa é a de que este é um presente para fãs, simplesmente por lançar duas horas de um elemento pontual da franquia. Em diversos momentos, os personagens secundários é que fazem a atenção se mantida, haja vista que nem mesmo a competente Felicity Jones justifica o protagonismo.

Também trazendo personagens novos, como Capitão Cassian Andor (Diego Luna) e Chirrut Imwe (Donnie Yen), ROGUE ONE - UMA HISTÓRIA STAR WARS figura mais para "fanservice" do que uma grande obra cinematográfica. Nem de longe chega a ser ruim, mas o episódio VII foi uma refeição bem mais apetitosa e deixou gosto de quero mais.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de dezembro de 2018
É meio que mais do mesmo, temos uma boa história, mas parece faltar audácia e emoção, o roteiro tem certas falhas. Felicity Jones deixa muito a desejar, ela não consegue passar emoção alguma. Diego Luna se sai bem melhor é o grande destaque do longa, assim como suas cenas de ação e os efeitos no visuais. No final temos apenas um bom filme, nada muito grandioso.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2017
Um bom filme de ação, com algumas cenas até empolgantes, mas que não é necessário para a franquia. Sua função é abrir uma história paralela e arrecadar milhões em bilheteria. Por ser numa época diferente da história principal vai ser muito difícil se encaixar no contexto. As atuações não são das melhores e o grande destaque é o robô K-2SO.
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